Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Não entro em luta armada com estúpido, minha luta é no campo das idéias, mas neste século não há luta de idéias, os homens já foram todos derrotados pela vaidade do falso conhecimento.
O boato assemelha-se ao combustível adulterado e uma vez usado, não há maquina que sustente a regularidade em seu desempenho
Não há razões
que me façam andar
de cabeça baixa.
Não me envergonho de nada.
Miro no horizonte
e sigo.
Simples assim.
.
(16/08/2015)
Organize este luto. Há sepultamentos que são necessários para o prosseguimento da vida. Não prolongue no tempo o sofrimento. Não seja orgulhoso. Assuma a perda de forma criativa. A perda sofrida pode se transformar num ganho. É só permitir que dela você receba os ensinamentos. Semente que não aceita morrer não pode produzir frutos. É a regra vegetal a nos propor um jeito sábio de viver. Diante desse sofrimento, há um jardim de ensinamentos que precisa ser cultivado.
Para ter uma vida perfeita, temos de ser feliz, certo? Portanto, temos de aceitar que não há vida perfeita. Aceitar que o que precisamos é o que temos. E isso já é o essencial.
A franqueza é uma arma apontada diretamente para os bajuladores, onde há verdade não predomina calúnia!
Apesar disso, há uma porção de intelectuais brasileiros que defendem Cuba, mas, obviamente, não querem viver lá de jeito nenhum. É difícil para as pessoas reconhecer que estavam erradas, que passaram a vida toda pregando uma coisa que nunca deu certo.
Na vida de todos nós há um ponto sem retorno. E, em alguns poucos casos, há um ponto onde você não pode ir mais para a frente. E quando chegamos a esse ponto, tudo o que podemos fazer é aceitar silenciosamente o fato. É assim que sobrevivemos.
Depressão
A luz do sol já não clareia,
O mundo não tem cores,
Não há perfumes nas flores,
Tudo é monótono.
Por mais que a luz se faça,
Só a escuridão predomina,
Antes a falta de visão fosse
Pelo excesso de luz que cega.
Sinto o calor do sol,
Ouço a energia da vida,
Mas só quero continuar escondida,
E nada mais ver.
Para tal questão,
Busco a devida explicação,
Mas meu frio interno é confortável,
E ao mesmo tempo inexplicável.
O isolamento é meu conforto,
Como um feto no útero materno,
Alheio ao mundo externo,
Como se fugisse do inferno.
Não há motivo aparente,
Só a duvida crescente,
Onde está o verdadeiro inferno,
Dentro ou fora de mim?
O limite... Não há nenhuma maneira honesta para explicá-lo porque apenas as pessoas que realmente sabem onde fica são aquelas que o ultrapassaram.
Há um espaço em cada palavra, e nesse espaço existe um infinito, em uma ''atitude'' não há espaço, mas isso ficará marcado infinitamente.
Há um tempo venho sentindo uma grande vontade em não ter muito contato com as pessoas de antes.
Algumas por decepção e outras somente pela necessidade de me afastar.
As pessoas tem o costume de nos olhar, julgar e a todo momento se acharem os donos de uma verdade absoluta acerca de nossas vidas.
Bom, vamos lá há momentos que tudo o que precisamos é calar todas as outras vozes, nos afastarmos mesmo, nos distanciarmos de fofocas, picuinhas e de tudo que possa nos fazer mal. Ouvir somente a voz do nosso eu. Existem pessoasas que acham isso absurdo, coisa de outro mundo.
Mas, não é! Não há nada de absurdo em querer viver o seu silencio e seu momento a sóis com você mesmo.
Demorei pra aprender isso, mas aprendi que nem todo mundo nos escuta sem julgar e coração aberto.
Não dê ouvidos ao que te faz mal.
O essencial é está em paz com você!
Não há tristeza na morte, há mais amor do que se possa imaginar, na morte damos flores, declarações poemas, lembranças e afetos profundos cheio de saudades.
Mas em meu mundo imaginário ganho isto em vida.
Se você tem livre-arbítrio, então você é Deus, e o Lúcifer venceu mais uma vez! Não há profeta verdadeiro, se o futuro é você que constrói.
Há sentimentos que não sei lidar,
Há sentimentos que eu não sinto.
Há lembranças que eu temo em guardar, de um passado mal esquecido.
Há cantos que parei de visitar e salões onde não mais danço.
Foram ruas que deixei de andar,
E canções que eu não mais canto.
Preto no preto, branco no branco!
Tinta no papel, sem dor nem pranto.
Há temores que nunca superei,
E há uma angústia que sempre sinto.
Ir sem vir eu nunca irei,
Mas caminhando e sempre seguindo.
Igor Improtta Figueredo
