Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Acima de toda tristeza e toda solidão
Há um Nome, o Nome de Jesus
Acima de toda doença e quando não há solução
Há um Nome, o Nome de Jesus
Sobre este lugar, declaro Jesus
O ambiente é transformado, mortos são ressuscitados
Eu declaro Jesus e já posso ver
O milagre acontecendo, salvação e avivamento
Eu sei que as aflições e tribulações
Que passo aqui
Jamais vão se comparar com a Glória que há
De se revelar
*A Fé que Move Montanhas*
Há quem diga que a fé move montanhas.
Mas as montanhas que nos paralisam não estão lá fora.
Elas estão dentro — erguidas por medos, traumas, culpas e crenças limitantes.
A verdadeira fé não se curva a nomes, ídolos ou dogmas.
Ela não é um contrato com o céu,
mas um mergulho corajoso no sagrado que habita em nós.
Religião, no seu sentido mais puro,
não é seguir regras ou repetir rituais,
mas religar-se consigo mesmo.
É olhar para dentro, confrontar o próprio caos
e descobrir que o divino não está acima, nem além —
está em nós.
Fé não é submissão.
É despertar.
É crer na própria luz.
É assumir a responsabilidade de mudar o mundo de fora a partir da transformação do mundo de dentro.
Enquanto buscarmos fora o que só se revela dentro, seremos eternos fugitivos de nós mesmos.
Mas quando a fé deixa de ser fuga e se torna presença,
quando se transforma em consciência e ação, aí sim — montanhas desabam, não pela força de um milagre, mas pela coragem de quem finalmente se encontrou.
Se reconheces a tua própria essência, permita-me estender os meus parabéns, pois há aqueles que percorrem toda uma existência sem desvelar o propósito da sua jornada. Muitos proclamam que a finalidade da vida reside na rotina de trabalhar, comer, dormir, envelhecer, aposentar-se e, por fim, partir. Contudo, em meu ponto de vista, a verdadeira essência repousa na constante evolução, no aprendizado e na compreensão do autêntico enigma que é a vida. Acredito que a chave reside não em subjugar o próximo, mas em subjugar a si mesmo, permitindo assim a própria evolução. Cada indivíduo trilha uma senda única de evolução, assim como cada ser vivo na Terra experimenta uma evolução singular e unipessoal.
“ HÁ DE SE SEPARAR O TRIGO DO JOIO, EXISTEM OS GRAFITEIROS E SUAS POÉTICAS PINTURAS URBANAS. E SE INTRUSÃO OS PICHADORES E SEUS RABISCOS NEFASTOS QUE SUJAM E POLUEM OS ESPAÇOS URBANOS E SENTIMENTAIS”.
CRÔNICA AO COTIDIANO:
Há momentos que pensamos em um só instante Pluft... Jogar tudo para o alto e desaparecer... Evaporar em brumas e só!
Você ainda não se sentiu assim? Como se estivesse dentro de um quarto fechado sem entrada nem saído? Como uma roupa justa, justíssima, sob sol a pino. Feito uma gravata sufocando-lhe a respiração?
Quiçá o sapato mutilando seu quinto dedo.
É certo dizer que assim nosso mundo desaba sobre nossas cabeças deixando transparecer não ter fim todo esse sofrimento que sucumbe nosso bom humor em um contexto que propõe empatia.
Ah! Você não se liga? Ou nunca vivenciou?
Certamente és o pensamento de que as estações são mutáveis. De maneira seleta e glamurosa. Ah! Como é assustador esse nosso momento de ausência.
Ora! Quem nunca viveu esse tédio e suas maluquices em seu cotidiano de outrora?
Então, mirem-se nas Marias/Marias – Fateiras do nosso sobrevivente Araçagi que nas tardes de sexta-feira cantarolavam em suas margens enquanto lavavam seus “fatos” vendidos no dia seguinte na feira livre da “Esperança”.
Tais quais as lavandeiras do romântico Tejo, do imortal poeta português Fernando Pessoa que também foram vítimas dessa famigerada pantera austera.
Não obstante, só depois de crescidos convivemos com esse mal.
Todavia, só há um lenitivo para a cura desse Mal Agouro que assola a humanidade. Renascer... Deveras renascer.
Será? Ou quem sabe se espelhar nas Marias/Marias do Araçagi ou nas lavandeiras do Téjo que além de lavarem seus “Fatos”, deixavam fluir naquelas águas correntes seus tédios para aflorar a vida.
Série: Minicontos
VIRULÊNCIA
Frequentavam o parque aos fins de semana. Há dois anos foram vistos pela última vez. Partiram sem despedida. Mas o parque ainda está em si...
Série: Minicontos
RACISMO X ETNOCÍDIO
Há séculos. Congoleses e Angolanos sobre mar atlântico despiam-se da vida para a morte. E a história continua. Moïse fugia por léguas tiranas em busca de vida, e de maneira torpe encontra a morte. Havia 300 anos, e nos despimos da sorte de apreender a lição...
Série Minicontos
NAMORICO:
Há anos Toby namora July. Ela pensa em casamento, ele se apaixonar!
Nicola Vital
Sobre a literatura comercial, permeiam-se dois tipos de poeta e escritor.
Há aquele que reverbera o discurso em voga, cujo a crítica precisa ouvir. Hoje, por exemplo, destaca-se o discurso identitário para abrir portas. É o atalho ao púlpito dos intelectuais.
Outro, ainda que não dê vasão ao que a crítica e burguesia intelectual convenciona, possui capital financeiro podendo bancar sua obra independente. Talvez não comercial, mas igualmente palatável.
A escrita não deve complacência às convenções da elite intelectual. Ela é, em si, fomento do grito encerrado dos marginais.
AUTO REFLEXÃO:
Há momentos na vida que tomamos decisões
As quais sequer sonhamos o que virá aflorar no futuro
Ai sim são momentos que muitas vezes por não ouvirmos
E só deliberarmos,
Temos a sensação que quase sempre atiramos
No próprio pé
Momento em que acordamos do sonho
E de maneira pragmática,
Ensaiamos formas mais elementares
De começarmos a entender
Que vivemos o mundo antiético, escuso onde as pessoas
Tratam melhor quem “Bem se Veste”
Os valores humanísticos, quase sempre são substituídos
Por bens Frívolos
Assim sendo, colocamos a cabeça no travesseiro e como a sentinela,
Assistimos o alvorecer
Contudo, o amanhã nos permite outra vez sonhar e sonhar...
Sonhando buscamos alçar grandes voos,
Com perseverança, atingimos o cume
Mesmo ainda descrente do semelhante
Volto a sonhar
Pois tenho comigo a certeza de que decidi com razão
Mesmo que para sanar o coração
Doravante, tudo, tudo é receita...
Corra atrás! Corra o risco. Há ocasiões em que é preciso confiar naquela voz silenciosa dentro de você. Os especialistas nem sempre tem as respostas certas. De acordo com as leis da Aerodinâmica ,o besouro não pode voar. Acho que ninguém lembrou de dizer isso a ele.
Na tua mente há espaço para apenas um pensamento de cada vez. Cuida, então, que seja um pensamento positivo.
