Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Acontece que nasci à flor da pele, desconheço o sentir pouco, sou feita de intensidade, há quem diga que isso é insanidade, eu prefiro dizer que é excesso de SER de verdade.
Contos de Fa(lhas)das!
Ha muito tempo se tem espalhado a mentira de toda uma nação
Que garotas são felizes, se tiverem um bom coração
Alguém precisa avisa-las, alguém precisa lhes dizer:
Que bom coração não ajudará, se você estiver a sofrer
Pessoas mentem, pessoas enganam e teu bom coração se deixa acreditar
Que todos estão perdidos e que tu poderá ajudar
Não acredite minha doce garota, em tudo que irá ouvir
Pois tolos mentem por prazer
e finais felizes nunca virá a existir
Há chuva, que vem em nossas vidas, com relâmpagos é trovoada sempre deixam algumas folhas de arvores caídas! Mais o silêncio da alma, responde tudo com sabedoria, sem alarde, sem perguntas, sem audácias do dia a, adia!
Então todas as folhas e galhos voltam a crescer, e tudo volta a florescer.
Bom dia 12/03/2017(Domingo)
Existem dias em que há necessidade que permitamos que a loucura sadia ande junto com nossa sabedoria.
Ale Villela
A gente evolui quando reclama que no caminho só há pedras e aprende que é a gente que deve jogar a primeira flor
"Isso Sobe No Topo E Grita:
Esse Otário Só Quer Ibope.
Grita Mais Alto Ninguém Te Ouviu!
Hã?!
Entrou Num Ouvido Saiu No Outro.
Foi Bom Você Ajudou O Mundo!!!"
No CAIXA DOIS há pelo menos três “pessoas” que se enganam: a Justiça Eleitoral, o Candidato e o Doador.
“Se há uma coisa que lamento é dizer muito, às vezes quando eu só precisava dizer pouco e dizer muito pouco quando eu só precisava dizer mais.”
Tempo de reflexão:
O que há em mim que me torna especial?
Às vezes este algo é indefinível, mas é isto que pode torná-lo singular. Os fótons às vezes se comportam como ondas, por vezes como partículas, porém, na singularidade, expressam a luz.
Vá então, nunca deixe de investir em sua autocompreensão, mas, enquanto isso, expresse sua luz.
POEMA O VENTO LEVOU
Há chuva caia lá fora, eu olhando pela
janela, tinha tanto medo de molhar que o
tempo passou, a chuva cessou!
Com o vento ela toma outro rumo,
ou quem sabe foi molhar flores com
aroma diferente!
Despertando
algo avassalador!
Tocam os sinos da torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.
Mesmo na frente, marchando a compasso,
De fardas novas, vem o solidó.
Quando o regente lhe acena com o braço,
Logo o trombone faz popó, popó.
Olha os bombeiros, tão bem alinhados!
Que se houver fogo vai tudo num fole.
Trazem ao ombro brilhantes machados,
E os capacetes rebrilham ao sol.
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.
Olha os irmãos da nossa confraria!
Muito solenes nas opas vermelhas!
Ninguém supôs que nesta aldeia havia
Tantos bigodes e tais sobrancelhas!
Ai, que bonitos que vão os anjinhos!
Com que cuidado os vestiram em casa!
Um deles leva a coroa de espinhos.
E o mais pequeno perdeu uma asa!
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.
Pelas janelas, as mães e as filhas,
As colchas ricas, formando troféu.
E os lindos rostos, por trás das mantilhas,
Parecem anjos que vieram do Céu!
Com o calor, o Prior aflito.
E o povo ajoelha ao passar o andor.
Não há na aldeia nada mais bonito
Que estes passeios de Nosso Senhor!
Tocam os sinos na torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Já passou a procissão.
Há sempre algo poético e sublime escondido na língua portuguesa, como o passado dos verbos ir e ser.
Unânimes
as vozes do meu interior
teimam em me convencer...
que ainda há esperança para o mundo
e bondade na alma de cada ser.
Cika Parolin
