Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Em verdade vos digo:
Grandes Almas a terra virão, em momentos propícios à Divindade, para auxiliar, nortear e servir de exemplos às Pequenas Almas.
A Divindade não mandará os Grandes com um saco de ouro nas mãos, serão mandados mansos e humildes.
Deus não irá mandar os Grandes em berço de ouro, para não correr o risco de eles não serem simples e humildes e, mesmo que obtenham fortunas, a essência inicial estará guardada em seus corações.
Sempre que os grandes vierem perguntem a eles:
- Vós sóis grandes? Eles então responderam: Somos do tamanho de um grão de areia.
- Vós sóis inteligentes? Eles então responderam: Somos perfeitas Antas quadráticas.
- Vós sóis sábios? Eles então responderam: Nunca nos consideramos Sábios, foram vocês que nos rotularam com esse título.
- Vós sóis santos? Eles então responderam: Estamos muito longe disso.
As marcas deles serão: a humildade, a simplicidade e a nobreza de seus pensamentos.
Cada um deles virá com sua missão, seja ela religiosa, cientifica, musical, artística entre outras. Todos desempenharão seus papeis, e jamais se esqueceram da essência influenciadora do reino da Santa Divindade Celestial.
Antes de serem mandados, Deus reduzir os Dons de cada um deles, para não alarmar e assombra tanto os Viventes, e para que possam realizar suas missões. A redução de seus Dons é feita de acordo com o grau de adiantamento evolutivo da humanidade, e de onde cada um deles será inserido para desempenhar seu papel.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito de Verdade diz às igrejas.
“Em verdade vos digo meus amados que Deus mandará para a Terra seu outro filho querido do coração, que se assemelha muito com Jesus e é quase da mesma ordem celestial dele, para nortear e servir de exemplo à humanidade. Ele nascerá em uma noite de natal, assim como seu irmão. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito de Verdade diz às igrejas.”
“Entre o céu e a terra existe a imensidão divina, que o pequeno e frágil conhecimento humano jamais imaginará em seus sonhos mais profundos, da sua imensidão cósmica.”
Viva a terra mãe! Que nasceu livre como a humanidade, mas hoje é escrava da sociedade, gerando conflitos e muitas maldades.
Eu nunca consegui entender como a terra pode ter alguns bilhões de anos, como alguns homens ganharam bilhões de dólares em apenas trinta e porque algumas pessoas jogam a vida fora em segundos.
A importância do ser humano depende de suas atitudes enquanto na terra. Depois disto, ou vira lenda, ou vira pó.
O medíocre vive em busca de retaliar o seu desafeto, o nobre vive buscando engrandecer a terra onde ambos pisam,
Sangue novo junta-se a esta terra
E rapidamente ele é subjugado
Através de constante e dolorosa luta
O jovem aprende as regras do mundo
Com o tempo a criança é enganada
Este rapaz massacrado age errado
Desprovido de todos os seus pensamentos
O jovem homem agüenta e agüenta
E faz uma promessa para si mesmo
Que nunca mais a partir deste dia
Eles interfeririam em seu caminho
E diz pra si mesmo;
O que eu senti
O que eu soube
“Nunca apareceu no que eu tenho mostrado”
Nunca fui livre totalmente,
Nunca eu (mesmo) então,
“Ele se torna um homem amargo”
O que eu tenho sentido
O que eu tenho sabido
“Nunca apareceu no que eu tenho mostrado”
Por toda a vida,
“Vocês me rotularam”
Eu rotularei vocês...
E a estrada torna-se a minha noiva, minha companheira
“Despi-me” de tudo menos do orgulho
Somente com Deus, eu me confidencio
E ele mantem-me satisfeito
Me da tudo o que preciso
E com poeira na garganta eu imploro
Me liberte dos infernos dentro da minha alma
“Somente o conhecimento guardarei”
Ao jogo que chamamos de “VIDA” permanece como escravo do amanhã
Romeiro, andarilho
Nômade, vagabundo
Chame-me do que quiser. Não me importa!
Mas permanecerei em qualquer lugar
Livre para dizer o que penso em qualquer lugar
E me redefinirei em qualquer lugar por onde eu vague E a Terra torna-se o meu trono Eu me adapto ao desconhecido Sob estrelas errantes cresci, chorei, sorri e aprendi. Por mim mesmo! “Quanto menos tenho, mais eu ganho”
Fora do caminho castigado agora eu reino
Onde quer que eu deite minha cabeça é meu lar
Rebelde?!Entenda como achar certo...
E os pensamentos logo começam a vagar como eles sempre fazem
Sangue selvagem em minhas veias corre
Fortuna, fama
Poder, dinheiro, ou
Loucura....
Anel pesado em dedos trêmulos de nada adianta...
Aqui estou eu - na estrada novamente
Lá estou eu - em cima do palco
Aqui vou eu - bancando a estrela de novo
Lá vou eu – virando a página
Onde eu estou? A não ser no mundo enquanto eu tiver vida...Essa é a única certeza!
Aquela criança lutou constantemente e luta até o dia de hoje, porque o amanhã não nós pertence!
Medo da Morte?Não! “Esta luta não existe vencedor, morrer é uma dádiva de Deus é quando paramos de lutar e simplesmente descansamos nossa alma e deixamos Deus descansar de nós”
Um homem cansado eles que ficaram vêem, não importa mais...Passou, o sangue novo agora já está velho e se junta a terra novamente...
O velho homem então se prepara
Para morrer cheio de arrependimentos, me diz quem não tem arrependimentos? É como dizer que levou uma vida sem pecados.
E esse velho homem sou eu esperando meu tempo chegar...
Terra
Batidos grãos de areia
Perdidos num montante de minerais
Vastos campos onde piso
Semeiam a vida de plantas e animais
Terra firme pra quem merece
Serás um vazio para os que fraquejam
Entre mares de águas frias
Montes descoberto ainda vejo
Terra do nunca
Quem sabe marte
Humanos....
Martirando-se em idealizações
Fazendo de suas cobiças
A tecnologia da arte
Terra de muitas extensões
Mas que por injustiças
Nem todos tem a sua parte.
Canta ao longe a Acauã...
A ema também deixa seu cantar
Cantos secos
O sertanejo a chorar
Terra amada sente tanto
Queira poder te chover
Queria tanto molhar teus olhos
Sertão amado, seco esturricado
Mas não de amor...
Mas não de furor que move meu coração
Meu amado sertão...
Queremos nos aventurar no céu até que a tempestade venha daí a da terra firme deixa de ser limitante pra ser acolhedora...
