Nao Gosto do que Vejo
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)
Quem é de verdade, não precisa desmascarar ninguém. A própriapresença já mostra a diferença de quem vive de verdade e quem vive de aparência.
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"Não sabe cuidar
mas adora trazer para te encomodar ,
depois vir como fanfarrão para te amolar,
e te ensinar a cuidar para depois levar e por fim estragar"
A sanidade, para alguns, é não questionar; portanto, quem aponta a verdade oculta é visto como "doido".
Manter a descrição e o sigilo sobre certos aspectos da minha vida não é mentir, mas sim um ato de autoproteção contra a intromissão desnecessária, salvaguardando meus princípios de pessoas que não os compreendem ou respeitam.
Não é ir contra meus princípios praticar o sigilo e a descrição; essa não é uma mentira, mas uma estratégia essencial para evitar a intromissão e proteger minha paz de espírito de interações com indivíduos que desrespeitam limites.
Sua superioridade, baseada em bens materiais, não me impressiona. A verdadeira riqueza está na mente, não no bolso. É por isso que dou valor ao conhecimento e à ciência, e não à ideologia falsa de que a riqueza define quem somos. Ao usar essas métricas, você apenas se mostra ignorante.
“Eu não quero mais distrações, barulhos e interferências do mundo lá fora. Chega de imagens do passado iluminando minhas telas digitais e embaçando o nosso olhar para o futuro. Chega de tropeços com o chinelo quebrado da insegurança, chega de desmantelo quando vem o inevitável medo da perda. Chega de pensamentos mórbidos, quando o que há ao redor, na verdade, são estradas vivas e todas nos levarão a qualquer paraíso. Chega de fronteiras, pedágios colocados no lugar errado e paranóias surreais. Eu prometi, no altar do teu olhar, construir um amor tranquilo, de presença mesmo na distância; paciência com os enganos individuais, acerto de caminho com enganos de nós dois.
Eu prometi para você e para a vida um amor aberto a negociações.Venha aqui, olhe comigo no espelho, me abrace e olhe! Veja nós dois, veja o nosso reflexo, veja as nossas vidas unidas e emolduradas pelo nosso desejo de ir em frente. Brilham! Nossos olhos brilham! Je f’rai un domain ou l’amour sera roi ou l’amour sera loi ou tu sera reine! Eu não quero um amor frágil e somente romântico. Eu quero um amor guerreiro, resistente, bruto, couros grossos, matador de desespero, de ansiedade, de traumas gladiadores! Eu não quero um amor feito de literatura, de antropologia, de poemas e problemas que todo amor tem! Mudar, tirar do lugar, se livrar dos medos! Vamos negociar… Venha comigo! Eu quero um amor feito de nós! Combinado?”
"A saudade machuca, mas ao mesmo tempo alimenta. Simplesmente por mostrar que o tempo que não estamos juntos é fruto de uma supra vontade de nos unirmos o quanto antes."
