Nao Gosto do que Vejo

Cerca de 623147 frases e pensamentos: Nao Gosto do que Vejo

Dá gosto de ver este teu charme tão evidente, não apenas a tua graciosidade, ainda que sejas muito atraente, pois a tua profundidade também merece ser reconhecida, duas das qualidades bem distintas pertencentes a tua integridade, elementos de uma soma rica

Agradáveis e edificantes como sentir o teu jeito carinhoso e que não é nada ingênuo, perceber que a tua personalidade é genuína, que teu coração é amoroso de verdade, repleto de vida, naturalmente, intenso, desprovido de uma consideração fingida

Existe uma natureza viva e valente refletindo no teu olhar, um reflexo de gentileza e audácia, uma bênção divina que pode virar um tormento, uma lástima, se for ferida, se não for tratada com o devido respeito, quando a despedida será inevitável e o viver não será o mesmo.

Eu não gosto de patos


Vi um pato
bem próximo de mim
fiquei com ele
porque ele não parecia tão ruim.


Eu andava por ai
com meu patinho tão contente
mas com o passar do tempo
tudo foi ficando diferente...


O patinho se apegou a mim
e não saia mais de perto
então fui me afastando dele
pois achei que era o certo.


O pato ficou tão triste
mas nada eu podia fazer

Já apaguei e refiz muitas vezes, uma coisa que não gosto é refazer, porém o necessário é inevitável.

"Eu ainda estou aqui, porém não sou mais aquela garota bobinha,

nem gosto mais de chorar! Agora sou simplesmente uma mulher,

mas eu ainda gosto de te amar!"

Eu acho que gosto de escrever, porque não será possível, apenas eu enxergar, o quanto a ideia de um deus benevolente, é perigosa em um mundo visivelmente injusto.

Ha...Se acha que vou desistir esta enganado,
eu sou sangue quente, não gosto de perder
uma luta, posso me machucar, cair, ralar o
joelho, mais eu não me dou por vencida, sei
o que quero e onde quero ir. E a melhor parte,
eu sei que você também não quer que eu desista.

Gosto de você, gosto muito de você, eu acho até que te amo, mas não deixei de gostar de mim! O seu Ego possessivo não mudará isso em mim.

⁠Gosto de escrever os poemas
que vem de minha inspiração
não aprecio escrever sobre temas
cujos versos não vem do coração

Sei muito bem para onde sigo,
para que, porque e muito mais,
não gosto de brincadeira comigo,
levo a vida a sério e em paz !

Se eu gosto de você?

Eu admiro essa sua timidez discreta.

Eu admiro essa sua certeza não arrogante de saber que é bom no que faz.

Eu admiro a forma como você finge não me ver, quando outros, agindo exatamente ao contrário, fazem com que meu olhar procure somente o teu.

Eu admiro a forma como você me enxerga além do que é visível a olho nu.

Eu admiro como você me desnuda, me descreve, ainda que sob a fumaça de charutos e afins, e como também se esforça para não temer o que pode encontrar quando não somente o corpo for nudez.

Se eu gosto de você?

Eu o admiro, inclusive quando me deixa com receio em dizer se eu gosto ou não de você...

Se a morte bater em meus pés,
Não direi nada a ela.
Somente iria senti-la, com seu gosto de sossego.
Nunca senti nada além de tédio.
Também sinto que em minha consciência habita meu desespero. Sou desesperadamente desesperado. Desperado por um sorriso que nunca conheci, Que nunca toquei, que nunca senti.
Falo palavras bonitas para camuflar minha falta de beleza. Palavras — dolorosas palavras.
Sou completamente delirante. Um delirio que me mostra a verdadeira comédia. Como deve ser a tragédia que se aplica à dura amargura do saber.
Em meu coração, há uma potência e um ato, e nem Aristóteles poderia sonhar algo assim.
Sem pé nem cabeça observo de longe minha estrada. De tanta estrada que é, sinto me enrustido. Odiado. Não amado.

Gosto de estar sozinho; consigo contemplar bem essa virtude.
O que não gosto, e não me cai bem, é a sensação de ser sozinho.

Tu gostas de mim, tudo bem, eu também gosto de mim. Mas se tu não gostas de mim, sem problemas, o meu gosto em mim é mais do que suficiente.

Eu acho lindo o amor.
Torço por ele, mesmo quando não é o meu.
Gosto de ver pessoas se encontrando, se escolhendo, se cuidando.
Talvez eu ainda não tenha vivido algo assim.
mas isso não me impede de acreditar.
Porque quem reconhece a beleza do amor,
já carrega um pouco dele dentro de si⁠.

“Eu queria conseguir negar, fingir que não sinto nada… mas a verdade é que eu gosto de você. E talvez esse seja o meu maior problema, porque eu não queria gostar tanto assim, não queria pensar em você o tempo todo… mas gosto. Mesmo tentando evitar.”

— Então é isso… chegou a hora de ir.

— É, mas eu não gosto de despedidas.

— Nem eu. Por isso prefiro pensar que é só um “até logo”.

— E se a saudade apertar?

— A gente guarda os momentos bonitos no coração até o caminho trazer a gente de volta um para o outro.

⁠Minha trajetória nunca foi fácil, mas eu não gosto de estabelecer comparativos.

Se eu gosto que a minha língua roce a língua de Luís de Camões
Não lhe diz respeito, não lhe explico os autos do processo
O que há na minha boca, há de ficar na cabeça dos outros
Do meu corpo, eu posso dizer que só me espanta as emoções
Apesar de que tudo, tudo nessa sociedade está em aberto


Não sou carioca
A minha voz não ressoa se eu gritar "Alô Mangueira"
Eu sou da terra de Juscelino,
Nascida pela desorganização da riqueza
Mas ninguém nunca ousou organizar a pobreza




60 anos de Tropicália, outros 80 de Velô
16 anos que eu reclamo, reclamo, mas reconhecendo o poder do amor
O poder que nos segurara há tão pouco tempo
Contra ódio, um precedente tão bárbaro, um presente que não nos encanta
Um sistema em vertigem, 8 milhões de quilômetros quadrados andando em corda bamba


Se eu posso cantar, se eu posso escrever
Estarei expressando o meu Quereres
Mas sempre ao final do dia
Me lembrarei de que os homens estão exercendo seus podres poderes


Tudo o que eu faço
Eu faço com medo de perder
Dispensaria a Rua, a chuva e a Fazenda
Para ter somente a casinha de Sapê⁠

— Gosto de escrever sobre simbologia. Isto não é apenas o meu trabalho... é a minha vida.

Gosto daquilo que as pessoas não entendem. Ora o mundo está cheio de entendedores para entender o que já é entendido. Quero me aventurar no novo, desbravar o que não se entende.