Nao Gosto do que Vejo
“Não sou da folia, sou da poesia.”
Não sou da folia, mas
gosto do riso solto na esquina,
do confete que dança no vento
e da música que abraça de longe.
Fico na calma do meu canto,
vendo a cidade virar cor.
Não pulo, não bebo, não grito —
mas deixo o coração sambar
bem baixinho por dentro.
Todos os dias eu busco me renovar.
Não gosto de ficar parada.
Gosto de ler, gosto de estudar, gosto de aprender cada dia mais.
Vejo muitas pessoas acomodadas com apenas um trabalho e que não procuram se renovar.
E se amanhã esse trabalho não existir mais?
Que outra função essa pessoa sabe exercer?
Muitos me julgam e me criticam por eu gostar de viver novas experiências, mas é justamente no meio delas que surgem novas ideias e novas metas.
Eu amo fazer o que eu quero, amo fazer o que sei e amo ainda mais aprender algo novo.
Tudo o que aprendo agrega valor ao meu conhecimento e à minha evolução.
Já fui correspondente bancária, educadora, palestrante, modelo, atriz, vendedora, secretária, assistente financeira, gerente comercial, gerente de eventos, profissional de RH, terapeuta, psicóloga do trabalho e, hoje, estou concluindo mais uma formação para ser corretora de imóveis.
Todos os dias são dias de aprender.
Todos os dias eu me renovo.
Todos os dias busco ser melhor do que ontem para mim mesma.
Sei cantar, dançar e tocar vários instrumentos musicais.
Falo quatro idiomas diferentes e amo conhecer e explorar o mundo que Deus nos deu.
Sou poeta, escritora, compositora e posso ser ainda mais tudo o que eu quiser.
Sabe por quê?
A vida acontece conforme Deus permite, mas o esforço precisa partir de nós.
Por isso, sempre incentivarei todas nós, mulheres, a trabalharmos e sermos independentes, sem perder a nossa feminilidade, sem perder a nossa essência, sem perder o nosso toque delicado.
Podemos, sim, ser mulheres feministas e femininas.
Jamais driblar valores: o homem sendo cavaleiro, a mulher sendo feminina, cada um no seu espaço, no seu lugar e com sua conduta.
Mas, acima de tudo, sejamos sábias, inteligentes e interessantes para nós mesmas e não para os outros.
O importante é sermos felizes e estarmos sempre bem.
Não gosto de expor meu tesouro.
Por isso sou criterioso,
não é de aparências que vivo,
Mas com esse conforto de Cristo.
Para: a minha amada DALINE.
Não gosto de ser pouco; sou tudo o que sou. É quase um insulto não ser inteira. Se eu não sou eu, quem será?
Não gosto que me bajulem! A não ser que seja minha esposa! Ah, por meio do olhar, sorrisos e na cama, que expressa o quão incrível eu sou, e ela está certa, eu sou realmente incrível.
Ela sabe que eu gosto dela.
Não precisei escrever em muros,
nem gritar ao vento o que sinto.
O meu silêncio fala por mim
toda vez que meus olhos encontram os dela.
Eu não preciso disse “eu te amo”
com a voz tremendo nos lábios,
mas confessei mil vezes
no jeito demorado de olhar,
na calma que me invade
quando ela simplesmente sorri.
Ela conhece o meu carinho
sem que minhas mãos a toquem.
Sente no ar o que guardo no peito,
como quem escuta uma canção
mesmo antes da música começar.
Quando nossos olhares se cruzam,
há um acordo mudo entre nós.
Um amor invisível,
que não precisa de testemunhas,
nem promessas em voz alta —
porque ele já vive.
O nosso presente nos denuncia.
No cuidado discreto,
no riso compartilhado,
no silêncio confortável
que só dois corações alinhados entendem.
E mesmo que o mundo nunca ouça
uma declaração formal,
ela sabe.
Eu sei.
E o agora sussurra baixinho:
nós nos amamos.
“Quer namorar comigo?”, eu perguntei.
Ele respondeu: “Não, eu gosto de outra pessoa.”
“Ah, foi brincadeira”, eu disse.
Não sei o que não gosto em você...
É complicado o que sinto, mas me faz um bem danado...Renova minha alegria, me deixa extasiada.
Você é um doce pecado que queria ter ao meu lado.
Nao gosto de estar cobrando porém tenho que fazê-lo pois os boletos não esperam e preciso repousar a cabeça para nao sofrer o *burnout financeiro*
Sou piauiense de nascimento, mas herege por vocação climática: gosto do frio, não sou calorenta, e isso me coloca numa categoria à parte, quase teológica, entre os meus conterrâneos.
Minha filosofia de vida é muito simples;
- Se você gosta, come. Se eu não gosto, não como, mas quando o garçom chegar eu vou explicar direitinho, como você gosta do seu prato e como eu gosto do meu.
Durante o almoço a gente fala sobre tudo e ninguém pede para o outro provar um pedacinho, só saboreamos a vida, a companhia e o prato.
A vida pode ser uma viagem suficante em um carro com vidros fechados, ou uma aventura deliciosa no mesmo carro, só que com o vento batendo na cara e a gente sentindo o perfume da paisagem.
A escolha é nossa sobre a viagem, o carro não nos cabe escolher.
(Verso 1)
Saio do serviço, vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber, quem não gosta é minha amada
De repente o telefone toca, já sei quem tá na linha
Ela pergunta onde eu tô, se tô com outra galinha
(Verso 2)
Quando chego em casa a mulher vem brigar
Eu fico achando graça e calado vou ficar
Ela fala, fala, fala sem parar
Mas quando eu dou um beijo ela para de brigar
(Refrão)
Chega de brigar, chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito bom pra calar sua boca
Me beija, minha princesa
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Não gosto de muros,
afinal de contas me tiram a visão.
Não me aceitam ver flores
que dançam do outro lado da rua.
Fecho meus olhos; perco-me em meus devaneios,
Gosto de imaginar você, isso não tem preço.
Rio; balanço a cabeça, me pergunto:
_Como pode ser?
Não gosto de ir a sepultamento.
Não gosto de ir a sepultamento,
Porque não suporto o fingimento dos filhos e parentes, quando ouço a lamúria, dá vontade de vomitar em cima dos hipócritas que fingimem ao falecido amar.
Teve oportunidade, nunca abriu o coração para dizer ao falecido: "eu te amo, meu irmão".
Do mesmo modo acontece com os seus genitores, jogam nos abrigos e nunca vão visitar; mas quando a morte os levam, os miseráveis se põem a chorar.
Por esse motivo não vou a sepultamento, pois meu coração não suporta tanto fingimento.
Gosto dessa brincadeira com a indecisão
A adrenalina em não saber se vai dar certo ou não
Por mais claros que sejam os sinais do caminho do coração
São os arrepios junto aos calafrios de saber se é amor, se é paixão
Ou um jogo onde há espaço apenas para curtição
A vida acontece, e dela só nos resta aguardar o fim
Sem nenhuma certeza, terminamos assim.
-
6 de Julho de 2023
Leonardo Procópio
De tanto ouvir que eu não conseguiria, quase acreditei; mas, como gosto de teimar, segui minha teimosia.
Nildinha Freitas
