Não Existe uma Pessoa Certa
Quem é a pessoa ideal?
Ela não existe.
A pessoa idealizada é o produto do "Ser" egoísta.
É aquela que busca moldar o outro de acordo com os seus desejos.
Existe pessoa que ao dizer eu te AMO, faz nascer um belo sorriso em alguém, e mais tarde faz rolar tristes lágrimas ao falar me ESQUEÇA.
Não existe pessoa burra, existe pessoa intelectualmente torta, porém, existe pessoa desinformada, distraída ou/e confusa.
Será que existe motivo maior para deixar alguém ir do que essa pessoa não te amar mais?
Não adianta: nenhum amor resiste à sua falta de tempo. O sentimento se perdeu no meio das suas dúvidas. Amizade é mais que uma mão estendida. Mais que um sorriso bonito. Mais que a alegria de dividir coisas. Mais que sonhar juntos ou sentir as mesmas dores. Muito mais que o silêncio que fala ou a voz que se cala para escutar. Amizade é o alimento que enche a nossa alma. E ela é dada por alguém que acredita em nós.
Amizade...
Coisa de Gente...
Alexandre Sefardi
Uma escola que protege e acolhe, onde cada pessoa existe, pertence e floresce; uma escola de liberdade, dignidade e vida.
Existe uma verdade que eu quero te dizer:
Existe uma pessoa que só vai te aplaudir
Quando você morrer.
Nunca esteve no seu ir e vir,
Mas, diante do seu caixão,
Vai querer te aplaudir.
Vai dizer diante da multidão
O quão grande e importante você foi
E o que representou.
Mas, durante sua vida, sempre foi distante e te ignorou.
O exibicionismo vai entrar em cena,
E tem gente que vai ter até pena
Daquele discurso hipócrita e mentiroso,
Que, como uma regra de formas gerais,
Irá se repetir em outros funerais.
Chorará lágrimas de puro teatro,
Encenando a dor que nunca sentiu,
Postará uma foto de um abraço antigo,
Sussurrando ao vento o que nunca te ouviu.
Mas não se engane com esse lamento,
Pois quem não te quis no seu caminhar
Só usa a sua partida e o seu silêncio
Como um pretexto para se destacar.
Não existe inclusão verdadeira quando a responsabilidade recai sobre uma única pessoa, um único profissional ou apenas sobre a escola. Ela acontece quando escola, família e sociedade assumem, juntas, o compromisso de construir oportunidades reais de aprendizagem, participação e pertencimento.
Em cada paciente, existe uma história, uma família e alguém que ama profundamente essa pessoa. Seja o alívio e a esperança que eles tanto precisam hoje.
Dizem que existe um fio vermelho
amarrado ao dedo de cada pessoa,
invisível aos olhos,
mas impossível de romper.
Ele atravessa distâncias,
cruza caminhos,
se perde entre despedidas
e, ainda assim,
sempre encontra o seu destino.
Talvez o meu esteja preso ao seu.
Talvez todas as pessoas que encontrei
tenham sido apenas nós pelo caminho,
e você,
o outro lado do fio
que eu ainda não sabia procurar.
Não sei se é destino,
coincidência ou apenas desejo.
Mas quando falo com você,
mesmo de longe,
sinto algo puxar dentro de mim.
E, pela primeira vez,
não quero cortar o fio.
Quero apenas descobrir
onde ele termina.
benta
Existe um tipo de pessoa que não entra na vida dos outros.
Ela inaugura uma estação.
Antes dela, os dias acontecem como um inverno comprido. As árvores continuam de pé, os carros continuam passando, o relógio continua cumprindo sua obrigação de girar. Mas existe uma diferença silenciosa entre viver e apenas sobreviver. Quase ninguém percebe até encontrar alguém capaz de acender as luzes de uma casa que sempre esteve habitada por sombras.
Foi assim que conheci Benta.
Os olhos mais sinceros que já presenciei em 26 anos de vida.
Bonitas eram as coisas que aconteciam perto dela.
O café parecia mais quente.
As ruas pareciam menores.
Os silêncios deixavam de ser um lugar de abandono para se tornarem um idioma que duas pessoas podiam dividir sem medo.
Ela carregava uma estranha habilidade de fazer o mundo perder o excesso. Como se passasse as mãos sobre a realidade e retirasse todo o ruído que sobrava entre um coração e outro.
Algumas pessoas chegam oferecendo promessas.
Benta oferecia paz.
E isso era infinitamente mais perigoso.
Porque promessas quebram.
Paz vicia.
Passei tempo demais acreditando que anjos tinham asas.
Depois percebi que talvez eles apenas saibam permanecer quando ninguém mais consegue.
Ela nunca precisou salvar ninguém de incêndios, tempestades ou guerras.
Bastou existir.
Há pessoas que nos dão conselhos.
Outras nos dão coragem.
Ela me devolveu uma versão de mim que eu desconhecia.
Na presença dela, eu não precisava fingir ser forte. Não precisava vencer discussões imaginárias, provar inteligência, esconder as rachaduras ou construir personagens. Pela primeira vez, existir parecia suficiente.
E isso me assustava.
Porque quando alguém nos enxerga sem as armaduras, sobra apenas a responsabilidade de não ferir aquilo que finalmente encontrou descanso.
Nem sempre consegui.
É estranho perceber que o amor também pode carregar culpa.
Não aquela culpa dramática dos romances.
Uma culpa silenciosa.
A de olhar para trás e pensar que algumas mãos aparecem apenas uma vez na vida para nos tirar da água.
E nós, ainda aprendendo a respirar, acabamos soltando exatamente a mão que nos mantinha na superfície.
Às vezes imagino que Deus distribui milagres de maneira discreta.
Não em igrejas.
Não em profecias.
Mas em pessoas.
Pessoas que aparecem sem anunciar a própria importância.
Que entram pela porta como qualquer outra.
Que riem de coisas pequenas.
Que bagunçam os cabelos com o vento.
E só depois de irem embora revelam que sustentavam um universo inteiro sem nunca terem dito uma palavra sobre isso.
Benta era assim.
Nunca precisou dizer que era luz.
A escuridão fazia esse trabalho por comparação.
Existe uma rua dentro da memória onde ela continua caminhando.
Não envelhece.
Não se despede.
Não pede que eu a siga.
Apenas continua andando, enquanto tudo ao redor floresce com a delicadeza de quem nunca soube que estava realizando um milagre.
Talvez seja por isso que algumas lembranças doam tanto.
Não sentimos falta apenas de uma pessoa.
Sentimos falta daquilo que éramos quando alguém nos fazia acreditar que o mundo ainda tinha um lugar reservado para a esperança.
Benta nunca foi uma casa.
Casas podem ser reconstruídas.
Ela foi horizonte.
Você pode atravessar continentes inteiros, aprender novos idiomas, dormir em outras camas, conhecer outros rostos.
Ainda assim, em algum momento do dia, seus olhos procuram exatamente aquela linha distante onde o céu parecia tocar a terra.
E então você entende.
Existem pessoas que passam pela nossa vida para serem amadas.
Outras, para serem esquecidas.
Mas há uma categoria infinitamente mais rara.
Aquelas que nos libertam de nós mesmos.
Que chegam quando tudo dentro parece um labirinto sem saída e, sem perceber, derrubam uma única parede.
Não mostram o caminho.
Elas se tornam o caminho.
E mesmo quando já não estão mais ali, seguimos andando por causa da direção que deixaram.
É por isso que nunca consegui pensar em Benta como uma ausência.
Ausências pertencem ao tempo.
Ela pertence ao que existe antes das palavras.
Àquela sensação inexplicável de encontrar abrigo sem precisar entrar em lugar algum.
Se algum dia me perguntarem qual foi o melhor sentimento que experimentei, não responderei com felicidade.
Felicidade é breve.
Direi que, por um instante impossível da vida, conheci alguém cuja simples existência fazia o mundo parecer menos pesado.
E desde então passei a desconfiar que certos anjos aceitam viver entre os homens apenas para lembrá-los de que a salvação, às vezes, não desce dos céus.
Às vezes ela sorri.
E atende por um nome que ninguém mais compreenderá.
Benta.
Por tras de toda pessoa que hoje transborda alegria e amor, existe uma história de lágrimas, renúncias, oração e espera, que ninguém conhece.
Wanessa Guimarães Z96
A casa das emoções
Existe uma casa dentro de cada pessoa que poucos têm coragem de visitar. Nos andares mais profundos da mente ficam guardadas memórias, medos, desejos e versões de nós mesmos que tentamos esconder. Talvez a maior jornada da vida não seja encontrar alguém que nos complete, mas ter coragem de abrir as portas internas e conhecer quem realmente somos.
-Jouberth Toffoli
Não existe uma psicanalise completa de uma pessoa, distante da compreensão e analise das quatro personalidades. envolvidas no processo analítico.
Existe pessoa pior de lidar do que aquela
ignorante
(no sentido de não querer saber ou aceitar um fato tal como é),
prepotente, arrogante
e, para completar e enriquecer
as “qualidades cognitivas e sociais”,
vulgar e agressiva em suas externações verbais?!!...
E, lamentavelmente, no nosso Brasil
(e não somente),
temos um número notável
de indivíduos com essas
“riquezas” de caráter e comportamento...
Mesmo com toda a riqueza de informação à disposição,
vejo muitos desinformados...
Mesmo com excelentes formaturas,
vejo muitos mal formados...
Por que será, hein?!!..
✍©️@MiriamDaCosta
Atrás de uma pessoa, homem ou mulher muito forte, sempre
existe uma pessoa carente ou orgulhosa pedindo socorro... Ninguém é invençível...
Davi Facio
Às vezes acontecem umas coisas que é impossível falar que Deus não existe... Ouvir de uma pessoa: É sorte!
Só me faz entender que o coração de quem falou está duro e fechado. Onde o orgulho reina Deus não entra.
Nesse fato acontecido minutos atrás posso afirmar que Não foi sorte nem coincidência, algumas coisas são impossíveis de acontecer no momento solicitado e como prova faz acontecer. Não para provar nada, pois nem precisa, mas pq É.
Deus.nos surpreendi.
Existe um tipo de cegueira que não está nos olhos, mas na mente. É aquela que faz uma pessoa rejeitar uma boa ideia simplesmente porque ela veio de alguém de quem discorda.
O fanatismo é tão perigoso que, em nome da oposição, alguns passam a defender até aquilo que deveriam combater. Se o adversário propõe acabar com a dengue, tornam-se defensores do mosquito. Não porque acreditem na importância do inseto, mas porque perderam a capacidade de separar o valor de uma ideia de quem a apresenta.
Nesse estágio, a razão deixa de ser o instrumento que orienta o pensamento e se transforma em refém das paixões. Os fatos já não importam, os argumentos são ignorados e a verdade só é aceita quando favorece o próprio lado.
O mais triste é perceber que, nessa disputa cega, muitos já não se preocupam com o que é melhor para a sociedade, mas apenas com o que pode prejudicar o adversário. E, quando a necessidade de vencer alguém se torna maior do que o compromisso com o bem comum, todos acabam perdendo.
Discordar é um direito. Questionar é saudável. Fiscalizar é necessário. Mas rejeitar tudo o que vem do outro lado, sem avaliar o mérito, não é pensamento crítico: é dependência ideológica.
Uma mente livre julga a ideia pelo seu valor, não pela identidade de quem a defende. Uma mente dominada pelo fanatismo, porém, prefere ver o mosquito vencer a admitir que o adversário tinha razão.
Eis o absurdo da cegueira ideológica: na ânsia de derrotar o adversário, há quem aceite a derrota da própria razão — e ainda comemore como se tivesse vencido.
