Não Existe uma Pessoa Certa
A Barbie não é a pessoa mais legal que existe? É divertida, generosa e veste o meu tamanho.
(Teresa)
O sentimento de ser ignorado é o pior que existe. Porque você tem consciência, de que a pessoa sabe da existência daquilo que está sendo ignorado, e age como se nada estivesse acontecendo.
É como ver a vida da pessoa andando e você ficar ali, parado, no mesmo lugar por muito tempo.
“A pior coisa que existe no ser humano é o medo. Ele impede a pessoa de ser feliz. A impede de seguir em frente. A impede de viver. O medo à torna mais fria. Mas você não consegue tira-lo de você. Ele sempre vai estar lá. O medo de perder alguém. O medo de ser abandonada. O medo de ser esquecida. Você não escolhe tê-lo em você. Ele escolhe crescer em você depois de atitudes tomadas por você mesmo.”
Então eu disse adeus, não ao amor, mas a tudo que eu tenha que inventar uma pessoa que não existe ou fazer o que não me convém.
E, de repente, a pessoa que eu conhecia parece que não existe mais.
Deixou de enxergar que eu só tenho amor pra oferecer e passou a me ver apenas com olhos de dor.
Deixou-se influenciar por vozes externas,
parou de ouvir a minha voz e esqueceu que eu só desejo te guiar para o caminho do bem.
E, apesar de tudo o que aconteceu,
pensei que ainda fôssemos melhores amigos.
Ainda estou aqui, por perto, pro meu melhor amigo.
Só quero felicidade pra sua vida.
30/05/2018 05h15
Karina Megiato
Eu acredito que não existe nenhuma pessoa por natureza má. As que estão no estado de maldade é por que estão perdidas e isto é bem preocupante.
A saudade existe duas, uma é a saudade que acaba quando VOCÊ VÊ a pessoa, e tem a saudade que nunca acaba porque VOCÊ nunca mais VÊ a pessoa.
Existe uma expressão que eu particularmente não gosto muito que é a seguinte:
Porque tal pessoa só porque fez muita besteira na vida é um Zé Ninguém.
Pois saiba que todos nós já fomos um ninguém em algum momento de nossas vidas. Não importa quem você é, e sim, em quem você pode se tornar!!!
Ninguém fere a mesma pessoa várias vezes por acaso. Quando a dor se repete, existe escolha. Inclusive a sua.
A atitude só se destaca quando já existe interesse; quando a outra pessoa já se permitiu ser conquistada antes mesmo de qualquer ação
A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)
Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.
É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.
Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.
E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.
Mas por quê?
Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.
Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.
Mas existe um custo.
Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.
E há uma tristeza nisso.
Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.
E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?
Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?
Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.
E essa é a parte mais dolorosa.
Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.
No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.
Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.
E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:
Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?
Porque existir de verdade exige presença.
E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.
Existe um momento em que a pessoa começa a perceber que muitas ideias, medos e padrões que carrega nunca nasceram dela. Foram absorvidos aos poucos, repetidos tantas vezes que pareciam verdades absolutas.
O autoconhecimento muda isso. Ele faz surgir perguntas que nem sempre são confortáveis e desmonta certezas construídas apenas pela influência externa.
Por isso, olhar para dentro exige coragem. Nem todo mundo está disposto a encarar a própria consciência sem distrações, sem máscaras e sem narrativas prontas.
Mas é justamente nesse processo que nasce uma visão mais livre, mais lúcida e mais verdadeira sobre si mesmo e sobre o mundo.
A pessoa que vive morre incontáveis vezes durante a sua existência, a que só existe morre apenas uma.
"A confiança só existe enquanto os interesses se harmonizam. Por isso, procurar uma pessoa de confiança é uma ficção"
“Humanizar é lembrar que antes do procedimento existe uma pessoa, antes do diagnóstico existe uma história e antes da técnica existe uma vida.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
