Nao estou Sozinha
Bom dia meus bons amigos!!!
Já estou cuidando do meu jardim
Ele agora não tem rosas nem jasmim
Mas tenho que regá-lo mesmo assim
Pois na primavera sorrirá para mim...
mel - ((*_*))
Não estou indo, também não estou ficando. Não estou decidindo, também não estou esperando. Não estou procurando, também não estou em cegueira. Não estou adiando, também não estou em esteira. Só estou estando. Entre o não e o sim. Sem pedir ou calar. Não espere de mim. Não estou desistindo, também não estou aclamando. Só estou partindo, enquanto vou não ansiando.
“Me sinto um tanto diferente,talvez vazio, talvez feliz,talvez eu não saiba oque eu estou sentindo,talvez não saiba diferenciar os meus sentimentos, mais nem tudo é perfeito. Não sou nem tudo,eu sou nada.”
As vezes sinto que estou morrendo. Sinto que estou morrendo e as pessoas não querem me dizer, porque aí eu morreria mais rápido. Morreria mais rápido porque ao invés de lutar para me manter vivo, eu me trancaria num quarto e esperaria a morte vir. Eu passaria os dias chorando e me questionando o por quê daquilo. Acho que na verdade é isso mesmo, eu estou morrendo. Eu estou morrendo aos poucos, e meus amigos tem medo de me dizer, meus pais também morrem de medo. Eu sinto que meus amigos, hoje em dia, não sentem mais amor por mim, e sim pena. E eu me sinto uma fracassado por isso. Porque pena é o pior sentimento que existe no mundo. Eu nunca gostei de sentir pena de ninguém, e menos ainda que sentissem de mim, que a maioria olha com um olhar de desprezo. E eu me sinto tão mal. Acho que vou morrendo mais rápido a cada decepção. As pessoas tem se afastado de mim. Eu acho que não tenho somado nada na vida delas. Devo estar sendo um fardo. E eu não quero ser um fardo na vida de ninguém. Eu gostava tanto da minha vida normal, da minha vidinha monótona, muitas vezes. Como eu queria voltar e viver a minha monotonia novamente. Perdi tudo. Amigos, força de vontade, liberdade, amor, gratidão. Até a gratidão, coisa que eu achei que jamais iria perder. Achei que sempre iria ser grato por tudo. Mas hoje não, eu não agradeço. Eu murmuro e eu questiono, eu resmungo e eu me zango. Eu não digo coisas assim tão boas e saudáveis. Eu choro na maioria do tempo e fico aí pelos cantos, me deprimindo. E pensando se talvez a morte seja um alívio. Acho que eu estou mesmo morrendo. Ou já morri, tanto faz...
É que estou passando por tantas privações. Tem momentos que não fazemos nada de que gostamos. Me sinto parada na esquina; sem saber se entro a direita ou esquerda, sendo que se eu voltar pelo caminho que cheguei até aqui: "Entro na contra mão..."
Renata Carneiro
Sei que estou distante. Me perturbo com a realidade de não ter você por aqui..Em alguns momentos me tranquilizo, pois estamos de mãos dadas em meus pensamentos..
“Quando a poesia morre em mim, morto estou; pois não creio haver vida sem poesia”.
A família é a rima perfeita de todos os meus poemas..
Estou caminhando para meu destino. Porém, no momento não sei qual é. E talvez, ninguém saiba.
Como desvendar as armadilhas do destino?
Sobreviver, e ser mais forte a cada dia.
Caminhos, contornados por pressões e expectativas.
Problemas, que tomam proporções absurdas quando se convive com ele.
Fel, o amargo sabor de quem lida com as consequências de suas escolhas.
Dúvidas, interrogações respondidas a medida que milhares surgem na mente.
Paz, onde ela está?
E o caminho continua, sendo seguido por muitos.
Muitos, os mesmos que seguiam lado a lado e que agora se distanciam, porque não possuem tantas dúvidas, porque fizeram boas escolhas, porque não sofrem com as consequências, porque não sentem o amargo fel impregnado na mucosa oral.
Caminham, sobrevivem, e os problemas?
Não são os mesmos. Não sentem a dor. A dor do outro é maior.
Aceno, o mesmo aceno dos corredores agora soam como uma despedida.
Logo, apenas mais um rosto.
Uma lembrança que jaz no esquecimento.
Acabou, acabou o sonho de possuir algo por mérito próprio, porque a primeira vez não foi brilhante.
Medo, a tensão que tira a vontade de experimentar, e perder de novo, e sentir a mesma dor, a mesma solidão.
Amor, sinônimo de decepção, de cegueira.
Frieza e força, uma combinação amargurada, o fruto do trauma.
Fé, acreditar naquilo que não se vê, acreditar que porventura o melhor está por vir.
Utopia. Realidade?
Martírio, súplica, chagas que foram abertas não na pele, mas na alma.
Ego, o eu que procura por uma estima.
Sonho, de abrir os olhos e acordar do pesadelo.
Desafio, de seguir em frente e aceitar o que é real.
Estou caminhando para meu destino.
Para onde o vento me levar.
Para onde o sorriso simpático esconde o entristecido na face.
Para novas cobranças. Para velhos fantasmas. Para aquilo que é imutável.
Aquilo.
Segredos que já não são mais segredos.
Desculpas que não serão aceitas.
Lágrimas. Fuga. Tempo.
Tempo que passou, que passará, mas que parece estar estagnado.
E no final do caminho, luz ou trevas.
Morte.
Vou segurando as pontas aqui por dentro,
Tento em todo tempo não sufocar,
Estou tentando a todo custo destruir essa paixão,
Mas está presa na minha memória a lembrança dos teus olhos,
E a cada vez que lembro do seu olhar eu te quero mais que antes
“Não venha fazer bagunça estou me reorganizando
(pela milésima vez),
não venha dizer assuntos mórbidos que embaraçam minha mente em destroços de saudades, é como olhar pra traz, difícil esquecer;
Apenas venha e seja
Rara calma do meu ser.”
Não estou te deixando,
Nem mesmo te abandonando,
Muito menos te esquecendo,
Estou simplesmente...te guardando
No único lugar em que já foi feliz ao meu lado,
No passado.
Sim, Eu estou precisando de alguma coisa,
Mas algo que você não tem....
Mas eu costumava te amar muito "
Meu mundo quebrou-se. Não! estilhaçou-se! e cá estou eu a recolher os cacos ,que logo sujam-se de vermelho
Meus dedos encontram-se cortados, mas me acostumo com a dor ,a lama agora mistura-se a meu morto sangue a procura de outros cacos ,minha roupa rasgada e no local de meu coração apenas o vazio ,que preenche o nada
O que murmuro ? Nada , apenas choro ,mas lágrimas não aparecem
Em volta ,nada . Lama cobre tudo, dentro de um buraco fundo e escuro , sozinha eu procuro por meus cacos no breu os sujando ainda mais de sangue .
Diferente de antes agora lágrimas de sangue correm meu rosto rapidamente tingindo-me inteiramente de tristeza.
Cortes em meus pulsos indicam quem sou realmente ,entremente finjo ser outra pessoa , não quero ser quem sou realmente
Sorrio , mas sínicamente , sou totalmente solitária , sozinha, sozinha
Finalmente! Sinto uma mão em meu ombro ! Me viro a verificar e sinto mais mãos tocando-me e pressionando-me contra a lama , sinto afundar cada vez mais , estou submersa em um mundo de infelicidade , sim cheguei ao limite , não sou mais ninguém , sou apenas eu .
Estou me entregando a você novamente
Não despedace o meu coração.
Se é pra recomeçar que seja ate o fim.
Azul Ciano.
Apreciava o som do silêncio,
não me diga onde
eu vou, eu sei que estou
morto por dentro,
vazio, eu invento
sentido em versos
inversos que um incerto
homem escreve calado.
O som do cabelo no rosto
deslisava a seu gosto
como a visão do olho
que via só você.
Entendia que podia
mudar o que queria,
insistia que veveria
sozinho, matara a si.
No carderno de versos,
confesso, é onde rezo,
não é pra deuses, aberto
o peito onde bate o sentimento
de que estar é inútil.
Estou morando dentro de um sonho,
Não consigo abrir os olhos,
Mas eu sei que se eu acordar,
Ainda assim estarei psicodelicamente apaixonada por ti.
Estou procurando mostrar que não há incompatibilidade entre a verdade científica e a revelação: são duas coisas que tratam de espaços diferentes. Uma trata da realidade da vida, a outra trata do transcendental. E a Bíblia, que é um livro muito interessante de ser lido (principalmente Isaías), não procura ensinar à gente nada de ciência, e sim uma ordem moral. ... a Bíblia não quer ensinar como é que se fez o céu, mas quer ensinar como é que se vai ao céu. Trata-se de um preceito teológico muito importante, relativo à questão de graça: a pessoa acredita ou não. Agora, como eu respeito as pessoas que não creem, quero também que elas respeitem a sinceridade de minha fé.
Não sei se é medo ou o que é. Só sei que se você pudesse sentir o que estou sentindo, medo seria sua ultima opção.
