Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Lembre-se: Quando você pensar que está fazendo a mesma coisa todos os dias, não se esqueça que você está fazendo a mesma coisa todos os dias, só que de maneira única da forma que só você sabe fazer, pena que você está tão ocupado para perceber isso.
Penso,
Logo,
Não gostaria de existir,
A vida é um fardo,
Um enfado,
Sigo o enredo,
Luz apagada,
Enxergar machuca,
Macera,
Caipirinha de mim,
Logo eu,
Tanto tempo lúcida,
Agora com essa clareza esdrúxula,
Tiro no pé,
Ah!
Mas, qual é,
Neste mundo que te encorajam a ser você mesmo,
Quando realmente se é ninguém acredita,
Tudo máscara,
Enquanto o tempo passa,
Derrubo a ampulheta,
Quebro a taça,
Me esparramo,
Viro arruaça,
Em meio a fumaça,
Apareço,
Adormeço,
Me reconheço.
PASSADOS AMARGOS
Acelerado
O coração já não consegue ficar
Parado
E o vento não para
E o tempo não passa
Eternizado
Momentos fotografados
Registrado
Vidas vividas
Tempo desperdiçado
Pra quê tanta pressa
Se tudo que você precisa
Tá aí lendo esse recado
Esse sim, deve ser amado
É deixar fluir
É sentir que você é o bastante
O necessário é você mesmo
Você e a solidão
Passados amargos
Que por muito tempo
Foram amados
Passado!
Então deixe tudo pra lá
E viva seu tempo
Não desesperado
Mas sim, amado
Por você mesmo.
Quando ocorre uma crise em Washington, não é por acaso que a primeira pergunta que surge aos lábios de todos é: "Onde está o porta-aviões mais próximo?".
Em meus singelos versos,
Descrições que não chegam aos seus pés,
Pois tudo que imagino, é muito menos do que você é,
Muito mais do que meras palavras poderiam chegar,
Muito mais do que toda mera filosofia poderia entender,
E muito mais do que qualquer ciência poderia imaginar.
A Culpa do Corpo
Tu, corpo, não mais te aguenta
Se te exprime o limiar
Se desaba sobre o andar
Se soma não mais se enfrenta
O osso, o aço, a mania
Se entope tua narina
Debate, implora aspirina
Calada, se faz afonia
Fibras, câimbras, ruínas
Tuas formas de expressão
Não mais te grita o refrão
Do verso de outras esquinas
No fim, o corpo de outrora
Que expulsa, escuta, doutrina
Que culpa, acumula, se ensina
Agora, nao vê, não se implora
Te sente, nunca te esquece
Tu, corpo só de passagem
De tanto fazer-se miragem
Enchergas que tu te merece
Vê se comporta tua sina!
Tu, corpo, te afoga em malicia
Te tenta não ser mais polícia
Que atenta tua causa divina
Tu, corpo, não há quem te ensine
Não tenhas outras triagens
Pra ascender-se a outras imagens
Quando fraca te faz sublime.
Pois tens o que mais necessita:
Tuas torres de vigia
Teu peito, a sombra sombria
Tu, corpo, não mais te limita.
Hoje foi difícil de levantar corpo mente talvez tenha sido meu espírito sei que não e Santo mas é abençoado por muitos que querem meu bem em suas horaçoes mas venci mais uma destas 24 horas aff o calejado das mãos é nada comparado com o calejado de minha vista que mesmo vendo bem fingi ser milp se for assim que se escreve desabafando um sisco de oportunismo......
"No primeiro dia
ela é inspiração
No segundo dia
não quero mais vê lá
No terceiro dia
Eu odeio ela
Mais ela não vai embora
Até que ele apareça."
Não quero jantar com ele (Marcelinho Carioca), não quero ser amigo dele. Mas dentro de campo vou passar a bola para ele.
A terapia tântrica não começa no primeiro toque. Mais sim quando você a aceita como possibilidade de mudança.
Melhor permanecer alheio tanto à censura como à honra em detrimento daqueles que não tem ideia de verdade sobre o que você é. Não se abale com a censura ou a honra e, sabendo quem é de verdade, coloque-se sempre acima do julgamento da horda. Ninguém é você, portanto...
"Não sentir falta de alguem, não significa que você não gosta dessa pessoa, isso mostra apenas, que você não precisa ser dependente da companhia dela."
para estar bem na vida não procure ser melhor que outros e nem ser tapete de ninguém, a humanidade nos torna completos mais as vezes nos torna objetos
