Nao Controlamos o que Sentimos

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Deus não está morto

Por que as pessoas buscam reconhecimento das outras pessoas? Em muitos casos, isso se deve à influência da disciplina de recompensa e punição.

Tudo o que você pode fazer em relação à sua própria vida é escolher o melhor caminho em que você acredita.

Um sentimento saudável de inferioridade não é resultante da comparação com os outros; e sim da comparação do eu com o eu ideal.

Odeio o modo como você mexe em seus cabelos e reclama que eles estão uma baderna. Odeio o modo como fala comigo de modo despercebido e desligado. Odeio o modo como você finge não me notar, ou até mesmo me ignora quando o assunto acaba. Odeio te sentir tão perto, quando, na verdade, você está longe demais. Odeio querer te abraçar, dormir e acordar abraçando um bicho de pelúcia ou meu travesseiro, imaginando ser você. Odeio quando você aparece em meus sonhos, pois quando acordo sorrindo e não te vejo aqui, a tristeza diz “olá”, e tudo perde a cor. Odeio quando você fala de como foi seu dia mas esquece de perguntar como foi o meu, ou não demonstra interesse sobre as coisas que eu falo. Odeio os seus vícios, que fazem com que eu me vicie mais em você. Odeio sentir sua falta e saber que você não sente a minha. Odeio sentir ciúmes de você. Odeio o modo como você me ilude e depois me esquece. Odeio quando me sinto um peso na sua vida. Odeio tanta coisa, sabe? Mas, eu odeio, principalmente, não conseguir te odiar, nem por um instante sequer…

Nenhuma experiência é, em si, uma causa do nosso sucesso ou fracasso. Não sofremos com o choque de nossas experiências – o famoso trauma –, mas, em vez disso, fazemos delas o que melhor se adequa aos nossos propósitos. Não somos determinados pelas nossas experiências, mas o significado que lhes damos é autodeterminante.

⁠O fato de pessoas não gostarem de você prova que você está vivendo em liberdade.

A coragem de não agradar
KISHIMI, Ichiro; FUMITAKE, Koga. A coragem de não agradar. Rio de Janeiro: Sextante, 2018.

Não podemos alterar fatos objetivos. Mas as interpretações subjetivas podem ser alteradas a quantidade de vezes que quisermos. E somos habitantes de um mundo subjetivo.

nada mais me machuca a nao ser eu mesma

⁠O céu e o inferno estão mais próximos do que vc pode imaginar

⁠Uma coincidência depois da outra nos trouxe até aqui.

⁠Estou amarrado há muito tempo, então não sei mais como me libertar.

Desculpe, mas nem tudo tem que ser espirituoso, encantador ou fofo o tempo todo. Às vezes só precisamos poder dizer as coisas. Ouvir as coisas.

Tem um pensamento de Winston Churchill que sempre me leva a não lamentar as "garrafas quebradas" pela vida afora: 'ATRAVESSANDO O INFERNO, NUNCA PARE OU OLHE PARA TRÁS...SIGA SEMPRE" - é mais ou menos isto.

⁠Sabe o que é mais foda?
Não controlamos racionalmente o que sentimos. Estamos a mercê do que desconhecemos. E no fim, amar não é lógica. É justamente o contrário. O acaso a cada gesto que se soma e transforma o simples em extraordinário.

⁠Se não controlamos o que pensamos ou sentimos, como poderíamos ter a ilusão de controlar o sentimento alheio, quando cobramos algo que deveria ser recíproco?

Inserida por luizguglielmetti

⁠IRA
Eu concordo que não controlamos o que sentimos, e que, apesar disso, controlamos nossas atitudes com base neles. Sendo assim, tenho propriedade para dizer, pois tenho um certo talento de cultivar sentimentos ruins em meu âmago — nada como inveja ou ciúmes, que são sentimentos relacionados a meros humanos — mas sim, sentimentos como tristeza, decepção e, principalmente, raiva. Eu não os controlo, nem quando se protagonizam nem sua intensidade, pois, se eu os controlasse, iria preferir a felicidade, apesar de eu desconhecê-la. Absolutamente ninguém olha para mim e é capaz de imaginar quão lúgubre sou por dentro, pois, apesar da minha ira constante e incontrolável em termos de intensidade, eu controlo meu exterior. Sou, e unicamente, a única pessoa capaz de controlar meu corpo, que é meu templo, e minhas nuances. Principalmente por respeito a mim mesma, nunca sequer demonstrei um pouco do que sinto, pois, ao espalhar ódio em um mundo tão errado já pelas pessoas que vivem nele, me sentiria como uma traidora. E essa decepção, que já existe em mim sobre mim mesma, seria ainda maior. Mas o problema de prender um sentimento assim é que, a cada vez que você precisa se conter, se controlar, ele cresce mais. Me contive tantas vezes que mal posso imaginar a dimensão da intensidade deles hoje.

Inserida por yasz

Acho que, nas questões do coração, não dá para prever como uma pessoa vai se comportar.

A beleza de DEUS é revelada na simplicidade de Sua criação! É impossível não reconhecer a mão dEle em cada detalhe!

Arrancou uma página do livro e a rasgou ao meio. Depois, um capítulo.
Em pouco tempo, não restava nada senão tiras de palavras, derramadas feito lixo entre suas pernas e em toda a sua volta. As palavras. Por que tinham que existir? Sem elas, não haveria nada disso.
(…)
De que adiantavam as palavras?
Nada acolheu os chamados senão o silêncio.