Nao Conto Detalhes e muito menos
" ESCOLHO "
Escolho, eu, não saber do que inda incerto
deixando que o futuro se desnude
no tempo, na medida, na amplitude
e, de qualquer desejo meu, liberto!
Prefiro, sendo assim, que nada mude
por não sabê-lo claro, a descoberto,
exposto, na incerteza, a céu aberto
vivendo-o, a cada instante como pude.
Não mudarei-lhe as cores da aquarela
nem fecharei-lhe as folhas da janela
apenas porque o olham com temor…
Eu, não saber, escolho! É meu direito…
Ele há de vir a mim sábio, perfeito
e, ao fim, trará consigo, e só, o amor!
O segredo da prosperidade, não é só o plantio para colher.
Antes temos de aprender a separar o trigo do joio!
Oque precisamos manter e conservar, do que é apenas um fardo.
É preciso, termos, espaço para multiplicar os resultados.
Todo bom agricultor sabe disso!
Antes do plantio é necessário preparar e manter o solo fértil.
"Na Eternidade que Mora os Instante"
Não são os grandes feitos que moldam a verdadeira felicidade, tampouco os trovões do mundo ou os aplausos que ecoam sob arcos de pedra. O que me comove — e eterniza — são aqueles instantes que passam tão suavemente, que quase não se nota sua chegada e, no entanto, quando partem, deixam um vazio onde antes pulsava o milagre do agora. São momentos sem coroa nem trono, mas que reinam soberanos dentro do peito.
Felicidade, meu caro, não é grito; é sussurro. Não é alarde; é presença. Ela se insinua no toque leve de uma mão que se demora, num olhar que fala sem palavras, na respiração que se entrelaça com a de outro ser, como se o mundo inteiro tivesse parado só para ouvir o silêncio entre dois corações.
Há uma eternidade que mora no instante em que nos esquecemos do tempo. Quando o riso é tão genuíno, que nem nos lembramos por que rimos. Quando o abraço não tem pressa de terminar, e o corpo entende que é ali sua morada. São esses os momentos que não pedem nada, mas nos dão tudo — oferecem-nos a vida em sua forma mais pura, mais crua, mais honesta.
Não desejo os banquetes da fama, nem os palcos da glória. Se pudesse, pediria apenas ao tempo que se cansasse por um dia e repousasse comigo naquele instante — aquele, o mais simples, o mais humilde — em que desejei, com todo o fervor da alma, que nada mais mudasse, que tudo ficasse exatamente como estava.
Oh, tempo! Vil usurpador de alegrias sutis! Como ousas correr quando a alma pede pausa? Como escapas quando, enfim, encontramos abrigo em um momento que deveria durar para sempre?
Mas, mesmo que vás, instante querido, ainda assim tu vives em mim — como vive o perfume na ausência da flor, como vive a memória de um beijo onde já não há lábios. Porque aquilo que verdadeiramente tocou o espírito jamais será varrido pelos ventos do esquecimento. E assim, entre lembranças e suspiros, vive o que foi eterno em seu breve existir.
Quero ir embora para PASÁRGADA.
Lá os homens maus não tiram com a mão DIREITA, nem com a mão ESQUERDA, o peixe da boca do velho pescador.
Sinto vergonha de viver em um reino, onde a COVARDIA e a CORRUPÇÃO apresentam-se no presente, namoram com o passado, flertam com o futuro e ROUBAM de forma descarada, a esperança de um mundo melhor.
Quero me APOSENTAR lá!
Amo porque não tive escolha
O amor me escolheu
Amo porque amar é alegria
Quem ama é feliz todo dia
Amor é sentimento sem razão
Às vezes um caso sem solução
Amor não é doado
Amor não tem significado
Não existe amor perdido
Amor tem que ser vivido
Amor entendido não leva dor
Ama quem ama do jeito que for
Amor demais dói no peito
Quem ama não perde o respeito
Amar esquece o eu
Faz porque ama o seu
Amor não se faz sumido
Nem precisa ser retribuído
Amor é somente seu
Sem culpar quem o amor escolheu
Mostre amor sem olhar a quem
Porque um dia...
Você será o amor de alguém
" CONSENSO "
Não mais, no seu olhar, vi mágoa, pranto,
qualquer sinal de ainda haver rancor!
Guardou-me, com certeza, em seu amor
num recordar sincero, puro (e quanto)!
Em mim não há resquícios mais, de dor,
tristeza, de agonia ou desencanto
ficando o relembrar, pra meu espanto,
do quanto houve a paixão em forte ardor.
Seguimos, cada qual, por nova estrada
enquanto o recordar nos faz morada
e a história finda, enfim, em gratidão…
Foi tudo muito bom, real, intenso,
e temos tudo isso, por consenso,
mantido (e bem guardado) ao coração!
Se eu não morri com tudo o que me aconteceu,
é porque nasci para ser protagonista.
Não figurante de dor alheia, nem espectador do meu próprio fim.
Já me perdi em abismos que ninguém viu.
Engoli silêncios, virei cicatriz.
Vi o mundo desabar… e ainda assim, fiquei de pé.
Aprendi a costurar minha alma nos dias em que só o vazio me acompanhava.
E foi ali, no fundo, que descobri:
quem sobrevive, não volta igual.
Volta dono da própria história.
A dor tentou me enterrar,
mas esqueceu que eu sou semente.
Hoje, reescrevo meu destino com coragem nas mãos
fogo no peito.
Porque quem já esteve no fim…
entende que o recomeço é um lugar sagrado.
E eu?
Não aceito mais ser pequeno onde nasci para ser imenso.
O autocuidado real, é antônimo do prazer. Ele não traz o conforto da ilusão. Mas o peso da verdade.
Ele é um processo desafiador, mas recompensador, que envolve a honestidade consigo mesmo, a aceitação da realidade e a responsabilidade com as próprias escolhas.
Não se pode confundir autocuidado com hobby ou prazeres momentâneos.
Aos que ainda não entenderam o que representa o Dia Internacional do Trabalhador, digo com poucas palavras: não foram os “ismos” que construíram esse mundo - foram os trabalhadores.
Em um tempo em que tudo é terceirizado, flexibilizado ou automatizado, é fácil esquecer quem realmente faz a roda girar. Mas não é o algoritmo, nem o sistema. É quem acorda cedo, enfrenta fila, risco, calor, pressão e invisibilidade para entregar o que chamamos de progresso.
Que as tecnologias e os discursos do futuro não apaguem o protagonismo de quem constrói o presente. Hoje é dia de lembrar disso com respeito, responsabilidade e, acima de tudo, com ação.
Se não houvesse amor, o que seria da vida?
A alegria de um sorriso apaixonado
O abraço afetuoso
A saudade que se alegra com a chegada
O que seria da primavera sem amor, sem as cores apaixonantes das flores da borboleta amorosa
O que seria da vida sem amor
Sem o calor de um canto aconchegante de dois apaixonados
De poemas onde os versos se declaram
E dos poetas que amam as palavras que rimam amor
O que seria das canções dos cantores das noites boêmias de samba no balanço encantador das mais belas sambistas
Dos encantos da arte da inspiração dos artistas
O que seria da vida sem o amor como arranjo para enfeitar e se ver no brilho do sol no brilho da lua junto com as estrelas para romantizar a noite dos apaixonados
O que seria da vida se não houvesse amor para amar.
Volto pra casa dos meus pais
Sem dor e nada mais
Mas volto sem ninguém
Meus filhos, não ligam pra mim
O mundo é só vícios
Porcarias e banais
Não tem nada, nada de mais
Viver pra tirar a própria paz
Tanto tempo, vou morar?
Moro com meus avós
Moro com meus tios e tias
Moro na rua escura
Eu só quero morar na lua
Ou na casa sua
Sua mãe me aceita?
Ou tenho que melhorar
Meus olhos estão secos
De tanto de olhar
Minha língua adormecida
De tanto te chamar
Para amar as pessoas
Tem que lembrar quem é
Para amar, é sonhar
Quando lembrar que está afim
Peço desculpas, claro que sim
Não mudei nada
Que mude em mim
Não quero morrer sozinho
Num instante
A vida não para, ela não espera,
Num piscar de segundos e tudo já era.
Vão-se os anos, vão-se os planos,
vão-se os rostos, tão humanos.
Ontem, risos na calçada,
hoje, uma conta atrasada.
Boletos na mão, lágrima contida,
engolida em silêncio, parte da vida.
Crescer tem brilho, mas também tem peso,
Como saudade em cada recomeço.
Palavras caladas, guardadas no peito,
memórias que doem, mas fazem efeito.
E entre o antes e o depois,
há um agora gritando pelo que não foi
Porque o que vale, de fato é a essência,
é viver com presença no agora e na urgência.
Seguir
Na vida adulta, o mais duro é isso:
seguir adiante, sem aviso.
Não importa o peso no coração,
o mundo exige continuação.
Se chove por dentro, ninguém vê,
há contas, deveres, o que fazer.
Não há pausa pro sentir demais,
a vida corre e pede mais.
Você caminha, mesmo sem chão,
com dor nos ombros, no peito e na mão.
Porque, no fim, não dá pra parar
a vida insiste em continuar.
Sigo gladiando
Parei de sofrer antecipado pelo que não vive, vou enfrentando cada passo com o equilíbrio que é exigido no momento,
antigamente a grande maioria dos gladiadores não tinham famílias, porquê todos os dias poderiam ser o último dia deles,
hoje em dia é sinônimo de força, coragem, garra, vitalidade, luta insana,
transformar fracassos em um império é uma arte e exige essas qualidades de um gladiador,
e num piscar de olhos eu digo sim ou digo não e dou uma decisão ou um ponto final a realidade.
“Beijos que Desarmam Muros e Acendem Almas"
Tem beijos que não são só beijos.
São refúgios. Escape. Terapia.
Um protesto silencioso contra a pressa do mundo.
É no meio do caos, quando tudo aperta e o peito pesa,
que um beijo certo pode explodir como alívio e desejo.
Ele não pede licença. Ele acontece.
E quando acontece… a realidade perde força.
Só existe pele, respiração e a urgência de dois mundos que se reconhecem no toque.
Beijo bom não se planeja.
Ele invade, bagunça e cura ao mesmo tempo.
Cala as vozes de dentro. Desarma os muros de fora.
É o corpo dizendo: “fica”, mesmo quando a cabeça grita “não dá”.
E quando os lábios certos se encontram,
não existe tempo, não existe regra, não existe amanhã.
Só a verdade daquele instante, ardente, silenciosa, inteira.
Porque tem bocas que curam,
tem línguas que decifram a alma,
e tem vontades… que não cabem em horário comercial.
Beijo demorado no meio do caos:
Mais eficaz que terapia, mais gostoso que paz em dia útil.
Cura o estresse, desarma os muros e acende vontades que não cabem em horário comercial.
Saudades de perder a noção do tempo com a boca certa.
Desamores
Li teu Diário de “Amores Delirantes”!
Também não fui para ti a felicidade...
Fui mais outro alívio às tuas dores angustiantes,
Furtivas sensações de um amor de verdade!
Fui paixão repetida de teus antigos amantes
Descendo correntezas requintadas de magias,
Águas passadas em leitos ofegantes
Regressadas em pulsões de nostalgias!
O nosso amor também acabou em fantasias
Transbordantes de efêmeras alegrias...
— sou resquício Dos teus sonhos infantis...
Dos teus traumas dilemáticos recalcados
Agora sou vontade e desejos insaciados!!
Sou página virada do teu Livro Infeliz!!
Te encontrei na energia
Te encontrei antes do tempo,
num espaço onde o corpo ainda não alcança.
Foi no invisível que tua presença me tocou
leve, mas tão intensa que quase me faltou o ar.
Não trocamos palavras,
mas tua energia gritou dentro de mim,
como se dissesse:
“É aqui. É agora. Sou eu.”
Senti teu calor sem pele,
teu olhar sem olhos,
teu toque sem mãos.
E mesmo sem saber teu nome,
te reconheci na vibração que invadiu meu peito.
Era você,
a frequência que me alinhava sem esforço,
o caos bonito que bagunçava minha paz
só pra me mostrar o que era sentir de verdade.
Talvez a gente ainda não tenha se visto…
mas já nos encontramos.
E quando os olhos se cruzarem,
será apenas confirmação
daquilo que a alma já sabia.
“Tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.13) dentro do contexto Paulino:
No início não foi bem recebido por parte da igreja
(Atos 9);
Foi expulso de Antioquia (Atos 13);
Em Listra fui apedrejado, lançado fora da cidade e dado como morto (Atos 14);
Na Macedônia fui chicoteado e preso (Atos 16);
Em Éfeso incitaram grandes tumultos contra mim
(Atos 19);
Em Jerusalém fui preso e jurado de morte; (Atos 21);
Em Damasco escapei escondidos num cesto (2º Co 11).
Você não é o que fizeram com você.
Nem o que disseram.
Nem o que te faltou.
As dores que te atravessaram
não definem o seu nome.
Elas apenas contaram parte da história,
mas não escrevem o final.
Você é o que escolhe ser daqui pra frente.
É o que transforma em cura,
é o que decide carregar com leveza
e o que aprende a deixar pelo caminho.
Há muito mais em você
do que as marcas do passado conseguem dizer.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
( A Garota de Cabelos Vermelhos)
Era um dia qualquer pra conhecer gente nova,
mas não esperava cruzar com alguém tão especial.
Entrei no salão, vi a multidão,
mas só você prendeu meu olhar.
Cabelos vermelhos em destaque,
brilho intenso no meio da festa.
No começo, hesitei...
Não achava que teria chance de chegar.
E então, ali estava você —
brincando de basquete, rindo leve,
justo com algo que eu gosto.
Foi o sinal que faltava.
Me aproximei com o coração acelerado,
e vi de perto o que já parecia encanto:
seus olhos…
estrelas vivas no céu calmo do interior.
A conversa fluiu como se o mundo calasse ao redor,
como se a música tocasse só pra nós dois.
Havia timidez, sim…
mas até o silêncio parecia dizer o que faltava.
Ríamos, brindávamos,
e entre uma troca de olhares e palavras tímidas,
algo mágico se firmava ali —
sem pressa, sem cobrança, só sentimento.
Mas a festa chegou ao fim…
as luzes se acenderam como quem acorda de um sonho.
Era hora de partir,
e o encanto pedia um adeus que não tivemos coragem de dar.
Ficamos só com um abraço tímido,
quando poderíamos ter selado tudo com um gesto eterno.
Guardo nossa foto, e mais ainda:
a lembrança viva da garota de cabelos vermelhos.
Foi ali que senti, talvez pela primeira vez,
uma paixão verdadeira, recíproca, sem pressa.
Guardo essa memória com o maior dos carinhos,
como quem protege um tesouro feito de luz e silêncio.
Sinto falta daquela noite…
da leveza, do calor, do “quase” que ficou.
Mas mesmo sem ter durado,
ela vive em mim — intacta, bonita e viva como teu sorriso.
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