Nao Conto Detalhes e muito menos
"A maior dor não é apenas ver o povo passando fome, mas sentir que, por mais que eu tente ajudar, nem sempre consigo fazer o suficiente. E o que mais revolta é saber que aqueles que têm os recursos e o poder para mudar essa realidade simplesmente escolhem não fazer sua parte."
— Yan Alves Tosta
Sabedoria oculta
Sim, não saber o certo
Nem sempre quer dizer que se irá fazer o incorreto.
Não importa o quão incerto você se pareça
A certeza de saber o quão perigosa é as incertezas;
É com certeza o que te deixa bem mais aprimorado
Em relação com os demais,
Saber a hora de falar, mas também saber a hora de se calar.
Sim, saber o que é errado é o que mais te faz cair em tentação
(Pelo menos na maioria das vezes).
Errar sem saber que tal atitude é errada,
É com certeza mais certo
De errar sabendo que é errado.
E principalmente tentar se levantar
Se reerguer, de novo se acostumar
Com o veneno que é a certeza em nosso coração.
O difícil não será recordar-me dos tempos em que o amor sempre pareceu-me ser uma solução,
Quando o mundo desintegrava da realidade para imaginação, e nos olhos eu via a plenitude de talvez existir uma razão.
O difícil será desabituar-me do conforto que sinto em estar sem ti,
Este espaço sereno, onde a solidão faz-se parceira e irmã,
Onde encontro respostas na minha própria companhia,
E descubro que afinal o amor é um sonho que, por vezes, também consome a paz que existe em mim.
Que o afeto transforma-se num peso quando se torna a única coisa que queremos receber.
O difícil não será esquecer, mas entender
Que o mais profundo, muitas vezes, reside do não querer.
Nos tecidos do teu cheiro
O cheiro do teu perfume ficou no ar,
Como um sussurro quente, que não vai apagar.
Entre as cortinas, entre os lençóis,
Ficou a fragrância de mil desejos, sem nós.
A tua essência é fogo e vinho,
Que espalha, suave, pelo meu caminho.
No quarto, onde o tempo se desfaz,
Ainda posso sentir-te, ainda posso amar-te, em paz.
O cheiro é teu, e é meu, e é nosso,
É promessa no silêncio, sem alarde,
É um toque na pele, no ar, no espelho.
É amor ardente que eterniza, sem despedida, sem fardo.
E enquanto a noite arrasta devagar,
Teu perfume embriaga, faz-me navegar,
Nos mares da tua alma, na paixão sem fim,
Onde te tenho, onde te sou, onde sou tudo em ti.
@sorriso_em_verso
" NÃO MAIS "
Eis que um esquenta o outro e vice-versa
quando há sincero amor, cumplicidade,
se o sentimento é forte de verdade
e a alma está, nesse desejo, imersa!
Se aquece, o que é paixão, felicidade,
nos braços, beijos dados, na conversa,
e o frio da solidão, assim, dispersa
mantendo o fogo da sinceridade.
Quando há o afeto puro, uma aliança
de se manter o amor que os afiança,
supera-se as geleiras desta vida…
Pois que um aquece o outro ao próprio peito
num relacionamento assim, perfeito,
não mais havendo frio que lhes divida!
Ele e a falta de amor
Ele não sabe o que fazer com o amor.
Quando chega perto, ele endurece.
Quando alguém lhe oferece, ele recua.
Não por maldade, mas por não entender.
Nunca lhe ensinaram que amor não pesa,
que carinho não aprisiona,
que o toque não fere.
Para ele, tudo isso é estranho, desconfortável, inútil.
Ele aprendeu que homem não sente,
que homem não se rende,
que homem não precisa de afeto.
Mas ninguém lhe disse que isso era mentira.
Nunca teve braços que o acolhessem sem pedir nada,
olhos que o enxergassem além da casca dura,
mãos que lhe mostrassem que o mundo não é só espinhos.
Então, construiu muralhas dentro de si.
E agora, quando ela o olha com ternura,
ele desvia o olhar.
Quando ela o toca com leveza,
ele se afasta.
Quando ela insiste,
ele a fere,
porque foi isso que aprendeu.
Mas o que ele não sabe,
o que ninguém lhe ensinou,
é que o amor não é fraqueza,
é refúgio.
Que não precisa ser temido,
apenas sentido.
Porque quem nunca foi amado
não sabe amar.
Mas pode aprender.
"Só por pedirem anistia,
já merecem ser condenados!"
(Lula, jurista, anistiado).
Não! Alguém só pode ser condenado se praticou um crime, ou seja, uma conduta penalmente tipificada, após o devido processo legal, com amplo direito de defesa, em sentença proferida por um juízo imparcial e competente.
O verdadeiro
Quando eu digo "Acaba de uma vez com a religião"! Não é acabar com a igreja verdadeira, como o anticristo vem fazer! Mas é acabar com a falsa igreja, acabar com a mentira. Libertar a igreja verdadeira da falsidade, da hipocrisia. O anticristo vem tentar acabar com o falso e o verdadeiro. Eu apelo a que permaneça o verdadeiro somente!
Traição.
Se um dia fores traído,
não se lamente, ria.
Nunca foi amor,
foi conveniência
com prazo de validade.
Você nunca foi insubstituível,
apenas útil, confortável,
um par de sapatos gastos,
trocado sem remorso.
Mas não se engane,
o erro não foi seu.
Quem trai uma vez, trai sempre,
pois já enterrou a própria dignidade.
Agora, sem correntes morais,
basta a mínima tentação
para que caia, rasteje,
como sempre fez.
A traição vicia, corrompe, consome.
É a combustão da carne podre,
um fogo que devora corações,
deixa apenas cinzas de cigarros
na cama…
"Dignidade Não se Mendiga, Se Impõe"
Nada que você precise mendigar É digno de em sua vida ficar. Se implorar for a condição, Melhor seguir sem hesitação.
O que é seu virá com valor, Sem precisar clamar por amor.
Quem quer estar, vai se entregar, Sem que você tenha que implorar.
Dignidade é saber escolher, Quem soma e te faz crescer.
Então deixe ir sem duvidar, O que é de verdade, vai te encontrar.
@jhean.carlos.cordeiro✓ –
Não fique triste por receber críticas.
Não estrague seu dia por conta de críticas.
Você é o único responsável pelo seu dia a dia.
Não interfira nas vidas dos outros.
Não permita que outros interfiram na sua vida.
A vida é muito curta para perder tempo com a opinião dos outros.
Viva a vida com intensidade.
Pense nisso! Só há um meio de não ser criticado por ninguém: ser um “nada” na vida. Será que compensa?
Viva o hoje porque o amanhã é uma incógnita.
QUANDO NÃO FOR ESPERA
Tudo o que ela precisa
É desaprender a morrer
Que de tanta morte-viva
Acostumou-se a se refazer.
Por onde a pulsação anda
Ela arrasta todo o caixão
E onde aparece uma sombra
Prepara o buraco no chão.
Pega o corpo defunto molhado
E levanta inteiro outra vez
Sem crer em dia ensolarado
Que poderia enxugar os clichês.
Faz flor na terra esburacada
Mas não acredita em quem se diz vivo
Arranca das costas facada
E não confia nos curativos.
Tudo o que ela precisa
Ah!
É desaprender
Que de tanto ser natural, morte
Nem acredita mais em benzer.
Não fecha os olhos em cochilos longos
Nem mesmo permite que dure o repouso.
Procura provas de que o pernilongo
Fará outro homicídio culposo.
Tudo o que ela precisa, oras!
É uma história para não se enterrar
Um livro, uma água fresca, uma semente
Que vai florear.
Uma paciência de Jó
Para entender quem muito voltou
Dos mortos, terra na garganta
De onde ninguém mais pisou.
Um filete de luz quando o escuro
Vier de mansinho pós-sol
Um sentimento todo seguro
De nem morrer, nem viver
Em prol.
Apenas coisa bonita, que não fecha
A entrada do ar que respira.
Tudo o que ela precisa
É aprender mais o que admira.
Porque
Quando o tempo não for mais o tempo
E o doer não for a-versão
Quando tanto não der n’outro pranto
Quando o sim for menos que o não
Ela chora, ardendo, gritando
Faz calar toda, tanta, ilusão
E o peito, cremado, berrando
Diz, enfim, que chorou de emoção
Sabe, aqui, que tudo faz motivo
Quando a hora não é de moer
E o bordado, bordado agressivo
Sabe, enfim, n’outra mão se caber
E o sentido que ninguém achava
Escondido, no que era pra’si
Faz resposta, assim, intuitivo
Como se choro pudesse sorrir
Entre adeus, chegadas e meios
Prefere ter tudo onde possa ficar
Porque voltar, já não suficiente
Faz a dor calejada sarar
Mas fica inda batendo tão roxo
E assim ninguém volta a sua cor
Aprendido que o cadarço frouxo
Não segura nenhum caçador
E agora ela entende o momento
De agradecer somente a quem fica
Casa, ninho, asa que descansa
Quando ir não destrói o que habita
Quando o tempo não for mais o tempo
Quando a marca não mais desbotar
Ela vai terminar o bordado
Ela vai saber se podar
Porque horta, para crescer grande
Só se poda quando se rega
Quando o tempo não for mais o tempo
Ela vai enxergar quando cega
Quando tudo não for mais a tora
Quando a hora não for o seria
Toda cura será para agora
Todo precisar saberia
Pelo belo de (se) achar mais bonito
Dentro d’olho de quem faz caminho
Casa, tranca, risco na parede
Quando tempo não se faz sozinho
E ela vai saber ceder,
Vai pedir
Demorado
Quando o tempo não for mais o tempo
Finalmente não será (mais) calado
Que de tanto corpo sem vida
Parou de ter tempo para viver
Mas quando o tempo não for mais o tempo
Não terá tempo é para morrer.
(Vanessa Brunt)
Eu te amo,
um amor sem medida,
um oceano sem fim.
Mas eu não te mereço.
A areia fina
escapa entre meus dedos,
grãos perdidos,
um futuro incerto.
O oceano me afoga
em minha própria insuficiência,
um peso imenso,
uma corrente invisível.
Te amo, ainda assim.
Paradoxo silencioso,
um grito preso na garganta,
uma canção sem melodia,
um amor sem resposta, talvez.
Um anseio profundo,
uma fé inabalável.
Um amor sem medida,
apesar de tudo.
FUI QUANDO NÃO ESTAVA
Parti tantas vezes sem me mover.
Deixei que o silêncio me carregasse,
tornei-me ausência antes mesmo de partir.
Houve dias em que fui sombra,
presença sem voz,
um nome dito sem significado.
Eu estava ali,
mas não me sentia,
não me encontrava.
As palavras se calaram,
as vontades murcharam,
e no espelho, vi alguém que não reconheci.
A vida seguia ao meu redor,
mas dentro de mim,
eu já tinha ido.
Agora percebo—
partir nem sempre significa ir embora.
Às vezes, é apenas desistir de permanecer.
E o mais difícil não é partir,
é reaprender a estar.
Bom dia!
Simbora com fé e alegria...
Sabe a fé verdadeira não é aquela que acredita apenas quando Deus fala, mas também quando Ele parece estar quieto. Porque mesmo quando não entendemos, Ele já está agindo.
Feliz semana!
" EXPUNHA "
Não sei se falo ou calo, mas tô rindo
e o fato é que mais cedo saberão
o pensamento aqui, de prontidão,
que me passou na mente, me traindo!...
Se fez por clara a minha reação
que, assim, foi plenamente me despindo
perante o fato, a pouco tempo, findo
e gerador do riso sem noção.
Que me perdoem, mas pensei apenas
e quis guardar, pra mim somente, as cenas
dos fatos que me fiz por testemunha…
Se calo ou falo, não sei bem ao certo…
Quem dera não houvesse alguém por perto
enquanto, o riso meu, sem dó, me expunha!
" NÃO "
Me chama, o teu olhar, teu pensamento,
até teus lábios querem, com vontade,
sem medo, sem pudor, sem castidade,
que eu te possua o corpo e o sentimento!
Pra mim não é segredo ou novidade!
Já não me ocultas que te sou tormento,
paixão inconsequente, teu lamento
por tal desejo, dada a intensidade.
Mas esse teu querer é passageiro
após me consumires, por inteiro…
Eu já vivi tal drama noutra história…
Perdoa-me, mas não! Sofri demais
e não me entrego agora a novos ais
pois trago, ainda, as dores na memória!
Ah! Por que não te notei?
Quando andavas pelas ruas e vielas com tanta simplicidade de quem sofreu e foi testado na vida,
Ah! Se eu tivesse reparado nos teus gestos e na tua infinita bondade exalando amor
Ah! Se eu tivesse parado para ouvir os teus conselhos, os teus ensinamentos, as tuas palavras doces, gentis e delicadas que enchiam o coração daqueles que já não sentiam nada
Se eu tivesse parado para ver que só de te tocar a vida fluía como esperança curadora
Ah! Se eu tivesse ido até lá para ver até onde iria esse amor inexplicável
Que se entregou livremente às nossas injustiças a ponto de te ver lá no alto do monte pendurado numa cruz pelo amor de todos, inclusive eu.
Jesus
Poema
GOODBYE
"Você não me disseAdeus
Pois achava que teria mais um dia
Mesmo sabendo que aquele era o ultimo dia
Você não me disse Adeus
Porque por um único segundo
Imaginou que tudo aquilo era um pesadelo
E que logo eu iria te acordar
Você não me disse Adeus
Mesmo sabendo que aquele era o nosso
ultimo momento
Você não me disse Adeus
Porque no fundo eu que queria
estar te dizendo Adeus..."
Expliquei-me aos que amava, mas não fui entendido. Então, expliquei-me a mim mesmo — e não me entendi. Olhei para o reflexo no espelho para ver quem eu era e, nos cacos quebrados, só enxergava fragmentos de uma alma ilegível. Olhei para a água do lago, e minha melancolia o perturbou: as ondas fugidias distorceram-me, reafirmando minha ausência no mundo. Então, expliquei-me à existência: ela me ignorou.
Como podem os ventos e a chuva tocar-me a pele? Como pode o sol, ao reluzir-me, criar sombra — se não sou nada e nem ninguém para nada e nem ninguém?
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