Nao Conto Detalhes e muito menos
Protagonista
Sou um triste enterpretando um cara feliz
Todos gostam do personagem mais não do autor.
Sou um ator que interpreta por não gostar de si mesmo.
Sou um ator que interpreta em todos os dias e lugares sou a dor interpretando o amor
Perco as pessoas mais ganho a liberdade
Ganho a liberdade mais perco a vontade
Entre indas e vindas o ator tem que interpretar o herói.
Sou oque as pessoas querem ver mais não sou a que querem conviver.
Como um bom ator quero que gostem de mim porque o protagonista e o ator são iguais mais diferentes.
Como um bom ator quer tirar risadas e felicidades de todos.
Com um grande preço de perder a sua
O Cerrado e sua gente
Há tanta gente! Gente diferente
Que mente, que sente
Que cala, mas não consente
Chora, sofre e esmurra o espelho que mostra na pele a dor dessa gente.
Sociedade trabalhadora, sempre sonhadora
Buscando sempre justiça, repeito e honestidade
Gente diferente e por isso muito inspiradora
No seio do Cerrado, tantas histórias, tantas memórias
O coração pulsa pela diversidade
Brasília, meu lar! Minha eterna cidade.
As chuvas não param
ventos intensos assustam,
o sol, meio encabulado
continua escondido
longe dos telhados
talvez bem à tardinha
na reza da Salve-Rainha
olhos misericordiosos
venham nos proteger
a doçura e a esperança
serão bem abençoadas
e antes da madrugada
o céu esteja estrelado.
Meu amor, me ensina a não te amar,
A esquecer o olhar que me hipnotiza,
E a voz que me fascina,
A esquecer dos teus braços quentes,
Dos cafunés que fazias em meu cabelo,
Dos sustos inesperados que me pregavas,
E até dos beijos que, sem aviso, me roubavas.
Me ajuda a superar.
Como posso seguir em frente e esquecer?
Sentimentos tão profundos, fingir que nada houve,
Quando, na verdade, ainda te amo.
Estou escrevendo hoje para não esquecer de dizer ao meu amado irmão :Rorkael
Tenha algo importante para dizer é difícil então só peso que não me interrompa por favor não sou a obra prime de nosso pai não sou tudo que ele viu no futuro e achou que eu seria somos afortunados com o dom da criação temos a capacidade de criar coisas nosso pai foi um se não o melhor construtor que já vi hoje não existem mais construtores só engenheiros ele tinha muito conhecimento todo que conseguiu com os recursos de sua época mais ele me ensinou uma das suas melhores qualidades a habilidade de aprender que aperfeiçoei é claro com tempo isso se tornou uma sede um vício e hoje sempre busco informação hoje tenho mais conhecimento reunido do que ele jamais teve acesso vivi a vida dele não para seguir seus passos mais para saber como era criar alguma coisa por muito tempo achei ter conseguido eu chamaria de lar uma família mais isto me foi roubado pois na morte de nosso pai o vazio se alojou nem uma lágrima eu consegui derramar na época e lá ele ficou se impregnando e fazendo tudo que eu criava ser uma coisa quebrada sou imperfeito como deveria ser não sou um sábio não tenho a metade da sabedoria de nosso pai apressar meio burro sábio
Transcrevi as ideias turvas dele e te passei tudo que valia apena saber mais me permita uma última não lição conselho pois acredito que fui feito para isto nada mais o vazio me tirou a capacidade de criar aos poucos eu quis para com as ideias constantes vocês e ecos histórias um universo infinito de possibilidades sem fim que me tirava o sono então me afoguei em remédios por um tempo ouve paz não avia mais vocês em mina cabeça mais aos poucos percebi que não avia mais nada também não consegui me expressar muito menos criar de novo ou aprender mais mesmo assim isto não cabia a mim aprendi sem saber agilidades corporeas dança box em fim mesmo assim aprendi quando resolvi voltar e todo vez que fui com muita dúvida e dor mais esperança de conseguir senti falta do meu lar não consegui unir nossa família mais aprendi que parentes não se escolhe não é possível moldar pessoas mais família isto sim podemos escolher como já disse família é aqueles que escolhemos viver juntos toda vez que fui era preciso tempo não sou a obra prima de nosso pai nem sei se ainda consigo criar alguma coisa que não seja quebrada como eu só sei que continuo tentei a tentei várias vezes contra minha vida drogas remédios facas cordas quedas acidentes até veneno mais não cabe amim destruir a mim mesmo não consigo nem mesmo dar fim nisto falhei em falhar muitas vezes mais continuei oco só conhecimento nada mais aí comecei a tentar resolver coisas vi que era bom liderando orientando compartilhando conhecimento em fim um por que talvez mais continuo aqui e sempre volto onde comecei eu não tenho como ser oque ele previa em mim pois estou manchado com tradições vazias manias e ecos de velhos passados que me fazem muitas vezes nem conseguir ver meu futuro direito mais você sim você tem a capacidade e com tempo terá um conhecimento imenso você é o sábio não eu nunca disse ser faça alguma coisa com isto pois eu não posso você se não é ainda será a verdadeira obra prima de nosso pai e mãe juntos mais sem o vazio e toda dor dele ou seus distúrbios e delírios sempre rezei reso todos os dias da minha vida nunca pedi nada só agradeci por ter você até que um dia pedi para que todo mau que passei toda superação toda dor fosse só minha de ninguém mais precisa-se passar por isto e recebi por que eu aguento !!!
Só te peso desculpas por favor.
Imenso e fundo...
Desta meia vida...
Olhando o mundo...
Não põe fé...
Ao que observa e recolhe...
Em busca do que sonha...
Ou no que pensa que é...
Nu...
Sem cárcere e sem véu...
Em que tudo é força e calma...
Por obra da misericórdia...
Agarra-se a Deus...
Vida...
Em pedaços repartida...
Entre chegadas e partidas...
As saudades abrem as feridas...
Amarras...
Loucuras...
Perto ou distante...
Reconhece e inventa...
Nas palavras que diz...
Sua ventura...
Onde é que dói este ferimento mortal?
Passa perto...
Passa longe...
Entre o bem e também o mal...
A luta é apenas uma espécie de regresso...
Um sopro...
Um alento...
A terra que não muda...
Dá a vida e devora...
Apenas segue...
Entre as perdidas horas...
E de súbito...
Na rua que segue, tropeça...
Ri da noite embebecido...
Afinal o ocorrido...
É apenas mais um tropeço...
Dos sonhos e enganos...
Do menino desconhecido...
Vê...
Que aida há pouco...
O vento limpara o céu anoitecido...
E assim no tempo de não sei quando...
Às estrelas confessa o teu tédio...
De ver o longe tão perto...
E não achar-se reconhecido...
É só um vagar...
Entre uma lágrima...
E um sorriso...
Sandro Paschoal Nogueira
NO CÔNCAVO DA MÃO MORTA
.
.
No côncavo da mão morta
havia uma chave...
não sei para que castelos.
.
Para qual porta, oh Deus Entranhas,
tal chave – tão triste chave –
em certo dia foi forjada?
.
Havia aquela chave
não como uma pedra
no meio do bom caminho,
mas no côncavo da mão morta.
.
E essa mão,
tão inerte e já bem morta,
cujo corpo era seu mero apêndice,
ao mesmo tempo oferecia
e segurava a chave.
.
O gesto, embora pálido,
tinha a cor dos desesperos!
Parecia dizer, nos entrededos:
.
Pega esta chave,
se tu és digno dela,
e cuida do seu metal
como se fosse cristal
precioso, de tão frágil.
.
Antes de tudo o mais,
colhe-a como uma fruta
já por mais do que madura.
A ela recebe – tão suculenta –
entre teus próprios cinco dedos.
.
A chave, no côncavo da mão morta,
parecia a mim implorar-assim:
“Leva-me... a meu destino,
que para isso nasci”.
.
E a mão côncava
acrescentava:
“Leva-a, que somente por isso
insisto em me entreabrir”
.
.
[BARROS, José D'Assunção. Publicado na revista Ipotesi, 2021]
Seja persistente.
A vida e feito de obstáculos.
Não desista no primeiro obstáculo que encontrar
Tenha paciência que você vai superar todo os obstáculos
Se você tentou seu objetivo e não conseguiu não desista.
Lute até cansar e tenha persistência que você vai conseguir,
A vida é um teste de paciência para superar todo os obstáculos.
Lute até o fim porque a batalha só encerra com o apito final.
Consumimos para sermos consumidos...
Nós nos tornamos 'coisas'.
Não aprendemos a respeitar o próximo, como seres humanos...
Indivíduo único, formado pela consciência espiritual.
O mal reina neste planeta...
Porque somos ruins!
Somente você, como consciência, pode ascender a um mundo melhor.
O passado se foi, o futuro não existe!
Apenas o momento presente está vivo, é real.
' NO COLO DE SEUS PAIS '
Muitos não se envolvem
Nem sabe como faz diferença
Na vida de uma criança
O afeto de seus pais
Abraços, carinho, ternura
Em sua inocência pura
É colo que querem mais
Sentindo -se, assim, segura
Sentindo-se aquecida.
Tudo que a criança precisa...
Quando aquecida de amor ,
Cresce um ser diferente ,
Doando amor ao próximo
Para que este não seja carente .
Da criança que fui um dia
Eu não sei o que sobrou
Talvez as rimas, as poesias
Foi o que em mim ficou
Maria Francisca Leite
O INVENTOR
DE IDIOMAS
,
,
Ainda adolescente,
inventou duas ou três palavras
que não se achavam em quaisquer idiomas.
Não faziam sentido em inglês, bielorrusso, javanês!
A bem dizer de todos os dizeres, não faziam sequer sentido
mesmo neste código mais do que secreto: o português.
.
Depois percebeu que as duas ou três palavras,
que àquela altura já eram quatro ou cinco,
não eram irmãs, nem distantes primas.
Estranhavam-se, umas às outras,
como se não fossem feitas
da mesma alma-carne.
.
Por causa disso
– da solidão de suas palavras –
demoradamente dedicou a sua vida
a inventar os idiomas que pudessem acolhê-las.
Fundou ainda uma escola de tradutores,
para traí-las umas nas outras.
.
Mais cedo do que mais tarde,
alguns ociosos fundaram cátedras
especializadas em ensiná-las e estudá-las
muito solenemente, com leveza ou gravidade.
Assim, ele ganhou o seu primeiro – e único – Nobel,
em uma nova categoria que não era a Literatura,
recém-inventada, especialmente para ele.
.
Quando por fim morresse
– do que dois ou três seguidores duvidavam –
alguém haveria de escrever na lápide, à maneira de epitáfio:
“gênio da humanidade”, “inventor de palavras”.
Mas um outro, ao perceber a injustiça,
certamente iria logo corrigir,
depois de um risco
no falso dito:
“Inventor
de
Idiomas”.
.
E o mundo
ficaria em paz...
– tal qual sagrado cálice –
como nunca esteve depois do Verbo.
.
.
[BARROS, José D'Assunção. Publicado na revista Decifrar, 2022]
Ódio
O ódio é essa coisa silenciosa, que se esconde nas frestas do que eu fui.
Ele não grita, não pede, não fala. Apenas cresce. Como uma planta amarga, que se enraíza nas profundezas da alma.
E eu? Eu sou só o vaso, a terra que já não floresce, que só sustenta essa sombra que me habita.
Ele corrói, devagar, sem alarde.
Sinto nas mãos, nas pequenas ações, nos olhares que já não sabem mais ser suaves.
O ódio não tem pressa, ele espera. Espera o momento de ser. Porque, no fundo, o que ele quer não é me consumir, mas transformar-me em sua morada.
Acorda e o dia se apresenta,
mas é apenas mais um.
As luzes entram pela janela,
mas não iluminam os cantos da alma.
Ele se arrasta pelo tempo,
como se cada passo fosse um fardo,
uma repetição sem graça,
um eco que se perdia no vazio.
O que poderia trazer alegria?
Talvez o sucesso que tanto buscava,
mas ao alcançá-lo, encontrou apenas sombras.
Um sorriso sem vida se esboça,
e o olhar, sempre distante,
perde-se em um horizonte que nunca o espera.
O mundo parece vibrante,
mas para ele, tudo é opaco,
cada conquista um lembrete
de que a felicidade é um sonho distante.
E a raiva, ah, a raiva,
consome-o como um fogo lento.
Raiva de si mesmo, de suas fraquezas,
de cada expectativa que se desfaz.
O espelho reflete uma imagem
que não parece ser dele,
uma estranha que vive a vida
com o coração enclausurado.
Os dias se tornam uma dança monótona,
um giro sem música, sem ritmo.
A rotina o aprisiona em seus braços,
e ele se pergunta,
será que há um jeito de escapar?
Mas mesmo quando tenta,
o ar parece pesado,
e a liberdade, uma miragem
no deserto da insatisfação.
Olha pela janela,
as pessoas passam,
cada uma com sua história,
mas ele permanece,
preso em seu próprio labirinto,
onde as paredes são feitas de inseguranças,
e o silêncio grita mais alto que as vozes
que não consegue ouvir.
As promessas feitas ao amanhecer
se desfazem ao entardecer,
como folhas secas levadas pelo vento.
Ele se pergunta se um dia
será capaz de sentir,
de vibrar com a vida que o rodeia,
mas a resposta escapa,
como água entre os dedos.
E assim, o ciclo se repete,
o dia se transforma em noite,
e a solidão se torna familiar,
uma velha companheira
que não sabe como ir embora.
Ele busca um sentido,
mas encontra apenas perguntas
sem respostas que o satisfaçam.
É uma luta silenciosa,
onde as vitórias parecem vazias,
e as derrotas, um fardo insuportável.
O tempo, que deveria curar,
apenas o faz sentir mais pesado,
como se cada segundo
fosse uma pedra a mais
em sua mochila de frustrações.
A vida se torna uma sombra,
e o que deveria ser luz,
é apenas um reflexo distante
de algo que nunca foi real.
Ele olha para as estrelas,
mas não as vê,
apenas o espaço entre elas,
a escuridão que o envolve.
No fundo, ele sabe
que a mudança deve começar em si,
mas a coragem se esconde,
como um pássaro que tem medo de voar.
E assim, continua,
cansado de ser quem é,
cansado de lutar contra o espelho,
cansado de um mundo que não o vê.
Cada dia é um recomeço,
mas a esperança se dissolve
como o sol que se põe no horizonte.
Ele deseja que o amanhã traga algo novo,
mas no fundo, teme que seja apenas
mais do mesmo,
mais do cansaço que nunca acaba.
E ao final do dia,
quando a luz se apaga,
resta a pergunta sem resposta:
será que um dia
ele encontrará a paz
em meio ao tumulto
que é viver,
ou continuará preso
na teia de sua própria insatisfação?
Tributo ao Francisco
Pois é, hoje estamos aqui,
Nessa data tão especial,
O que eu falo,não vem de mim,
Vem de Deus, amigo leal.
Desejo-lhe paz,amor e felicidade,
Nessa data tão importante,
Saúde,força e um caminho de verdade.
Nesse mundo tão gigante.
O que dizer para o senhor,
Nessa data tão especial,
Que Deus te livre da dor,
E também de todo mal.
Confesso que foi bom lhe conhecer,
Já me sinto um cara da família,
Jamais gostaria de vê-lo sofrer,
E nem tampouco fazer sofrer sua filha.
Ser pai é uma das grandezas da vida,
E o senhor cumpre tal papel com maestria,
Viveu a sua jornada suportando a ferida,
Que a vida nos provoca sem anestesia.
Ser teu genro é uma grata satisfação,
Conhecer a Cristiana foi um presente,
Guardarei o senhor no meu coração,
E nos pensamentos da minha mente.
Obrigado por ser esse guerreiro,
Tão presente nas batalhas da vida,
É necessário lutar para chegar em primeiro,
Entendendo, que a vida é feita de subidas e descidas.
Feliz aniversário e muito sucesso,
Quero no hoje lhe desejar,
Só consigo me expressar em forma de verso,
Saiba que sempre eu irei te admirar.
Lourival Alves
Não fale mal de ninguém
Não discute com ninguém
Não se irrite com coisas fúteis
Não reclame jamais da vida
Não fique com raiva das pessoas
Não perca seu tempo com veleidades
Não faça nada para agradar os outros
Não dê credibilidade a línguas felinas
Simplesmente, aja no silêncio do denodo
' CORAÇÃO FELIZ '
Ao seu lado fui feliz,
não imaginas o quanto,
Fizeste meu coração sorrir,
Eliminando da minha vida o pranto .
Fostes um amor descomunal,
Te amei com uma força colossal,
Ao teu lado meu coração foi feliz,
Mais precioso que pedras de rubis !
Busco -te em pensamentos,
relembrando os bons momentos,
Do tanto que te amei e te quis !
Vou seguindo minha estrada,
Pois preciso seguir em frente.
ao lado de gente, que
Que faz feliz o coração da gente.
Maria Francisca Leite
Solidão
A solidão me abraçou
Mas não era para ela estar aqui
Ela me causa dor
E me faz desistir
Infelizmente eu aprendi
Que eu devo tomar cuidado
Pois as pessoas vão me omitir
E fingir estarem ao meu lado
O que mais me preocupa
É isso me mudar novamente
Pode não ser minha culpa
Mas é o que perturba minha mente
Quando estou sozinho
Me pergunto se faço falta
Quando chamam para tal grupinho
Minha felicidade ressalta
Dinheiro não compra o céu...!!!
(Nilo Ribeiro)
O dinheiro não compra o céu,
é motivo de cobiça na Terra,
o dinheiro pode ser tão cruel
que até financia uma guerra
o ouro pode até reluzir,
mas não ilumina a escuridão,
ele pode até lhe consumir
e tirar a paz do seu coração
o céu se alcança com amor
e não com vaidade,
dê ao dinheiro o devido valor,
faça dele boa caridade
o dinheiro é para bem viver,
não é para além,
use-o para socorrer,
use-o para o bem
ter dinheiro não é pecado,
pecado é a ganância,
quando estiver do outro lado
ele não terá relevância...!!!
“Use o dinheiro para agregar
e não para afastar”...!!!
Amém...!!!
É uma tristeza funda, uma angústia que quase não se explica, ver quem se mede pelo que tem. Carregam, sem saber, o peso de títulos e bens que brilham por instantes, como o ouro que o tempo consome. Ignoram que a verdadeira luz não vem da ostentação, mas do silêncio profundo que habita na alma.
Lá no alto, os que se julgam poderosos deliciam-se na adulação dos que rastejam. É nesse louvor vazio que buscam o sentido da sua grandeza, um valor inchado por pobres de espírito que aspiram a ser como eles. Esses poderosos só existem pela bajulação; se os deixassem a falar sozinhos, não seriam mais que pavões, gritando por atenção, adornados por um brilho que nunca será verdadeiro.
E os que rastejam, sem coluna, vendem-se na busca de um lugar ao sol, dispostos a tudo para se elevarem e serem iguais aos que veneram. Perdem-se na sombra de uma ambição vazia, almejando um brilho que não lhes pertence, esquecendo-se de que a verdadeira grandeza não se mede em posses.
No fim, o que resta? A certeza de que o valor autêntico não se encontra em aplausos ou no eco oco de títulos. O tesouro real reside na essência, no caráter que se mantém erguido quando o silêncio envolve e a vaidade se dissolve. A dignidade não se curva ao ouro ou à adulação, mas ergue-se na simplicidade do ser.
E, se pararmos para refletir, perceberemos que a verdadeira sabedoria não se encontra na acumulação de riquezas ou reconhecimentos, mas na liberdade de ser fiel a si mesmo. Quando se vive com autenticidade, abrimos espaço para a verdadeira beleza da vida, que se revela nos gestos simples, nas conexões sinceras. A vida é uma arte, e a sabedoria está em saber viver cada instante com plena consciência de que somos mais do que o que possuímos; somos a soma dos nossos valores, das nossas escolhas e da luz que irradiamos no mundo.
CIÊNCIA DA PAZ.
" Enquanto a paz não chega a tantos homens,profundos filósofos e pensadores que se aprisionam no limite das suas vaidades,teimosas e incapazes criando e desmanchando as mesma teorias,complexas ante o insolúvel até então,os simples se libertam felizes se realizando com naturalidade na simples vivência no respeito cotidiano. "
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