Nao Conto Detalhes e muito menos
Confiando nos Outros
Eu não sou vitima dos outros,mais sim uma vitima de minhas expectativas, escolhas e desonestidade. Quando espero que os outros sejam o que eu quero que sejam e não o que eles são, quando eles deixam de alcançar minhas expectativas, então me magoo. Quando minhas escolhas são baseadas em meu egocentrismo, me encontro sozinho e desconfiado. Adquiro confiança em mim mesmo, contudo, quando pratico a honestidade em todos os meus assuntos.Quando examino meus motivos e sou honesto e confiante, sou consciente dos possíveis danos que surgem em algumas situações,podendo assim evita-las...!!!!
E se Jesus não fosse Jesus?
E se fosse apenas um irmão comum que queria pregar o amor de Deus e fosse martirizado por isso?
Você o amaria?
Você pregaria seus ensinamentos até hoje?
Se não me engano, seu principal ensinamento foi "Amai-vos uns aos outros". Está fazendo isso?
João 15:12
Não seja hipócrita de dizer que sim!
E aquele irmão que julgastes sem conhecê-lo, ou até conhecendo-o?
E daquela vez que desejastes o mal ao irmão?
Que tivestes inveja?
Pois é, você o xingou, ofendeu, lembra?
Já pediu perdão?
Para Cristo você pede perdão o tempo inteiro, e para o irmão?
Tiago 5:16
FALHA
Sim, escrevo pra quem não se esconde
E caso o falho ato tenha havido
Os versos foram para bem longe
Meu canto para um raro e límpido voar
E se por ventura não voei
O vento se incumbiu de dissipar
Sim, palavra de rei é de poeta
Quero assim cada palavra
Contraditoriamente não se aquieta
Mas é reta!
Não quis nada da vida além de um amor
Pra amar e cuidar
Mas não cuidar somente
Amar por ser amada também!
Sentir a vida brotar sem perder a fé de amar
Mas o amor era mentira
Uma mentira se iludia em si mesmo.
O respeito era fachada da humilhação.
E então percebi que
Eu ainda não conhecia o amor
Eu não conheço o amor !.
Porque o amor não mente
Não trai não humilha
Eu então me decepcionei
E mais uma vez eu percebi o amor onde está eu não o encontrei.!!!?
Benedita Francisca Vieira Belentani
O que faço com as palavras que não digo?
Ai de mim, sem estes cadernos!
Aonde estive todo este tempo?
O que estou fazendo?
Vivendo de aparências?
O que me fere, me liberta!
O que me machuca, são as palavras...
As palavras jogadas ao vento são o meu suplicio.
Palavras jogadas ao vento, de interesses vazios e reticências.
O que faço com as palavras que não digo?
Ai de mim! Sem estes cadernos.
Admito que são meus monstros internos em total evidência é o externo que me alucina e o interno que me "azucrina''... É o que calo, resguardo e me desfaço... descaracterizo e silêncio...
Daqui para pouco vou também sumindo.
O que faço com as palavras que não digo?
Ai de mim! Sem estes cadernos!
"Faça alguns favores a si mesmo: respeite-se sempre, e não se iluda esperando uma compreensão alheia maior do que a sua. Aprenda a bastar-se com a sua autoestima e o que vier a seguir fluirá com naturalidade. Nunca lute contra seus ideais, seus sonhos, seus dons por nada. O que é verdadeiro apoia, 'chega junto', e jamais tentará podar sua essência para se sentir melhor ao seu lado. Isso é coisa de gente egocêntrica que não sabe - e nem quer - lidar com nada além do seu próprio ego. Não morra por dentro para agradar por fora quem quer que seja. Não procure desculpas para perder-se de si mesmo. Tenha cautela com o que você anda 'cedendo por amor'. A primeira relação em que deva existir uma fidelidade é com quem você é! A segunda será apenas com quem não se sinta no direito de interferir na primeira!
A felicidade não se encontra numa vida de aparência e auto-renúncia. Quer ser feliz? Ame-se... Muito! E sem medo, transborde todo esse amor!"
nas margens sujas somente a morte,
de toda tristeza não tem pingo de esperança,
no estados não tem água ou peixe,
somente lamentos de uma lama sem fim,
dos prólogos existentes o vasto imponente
Rio tão doce cheio de magia e historias,
agora vive num diluvio de sujeira...
perdido num mar morto,
pela despedração,
todo rejeito dessa impressa,
pura ambição deixa um rio de lagrimas,
dos quais somos punidos nos ares de um futuro
incerto a crueldade da ganancia revela se,
as orbitas da vida se transformou,
repentinamente, tudo desapareceu como...
mistério da vida do Rio doce
cidades morreram montes sumiram
lar doce lar desemborca num mar azul de esperança,
no amor latente nas somas do do coração afio,
os disparates do ser humano,
para onde foi a vida dos animais e daquelas pessoas?
Maturidade? Não, é autoconhecimento que nós faz estreitar a relação com nós mesmo, não são mais os outros que nos deixam “pe” da vida, somos nós mesmo que não permitimos mais que ninguém nos cause qualquer tipo de desequilíbrio ou desarmonize a nossa paz. Brigamos com nosso Eu quando sentimos nos deixar abalar pelo outro ou por circunstancias externas, pois o autoconhecimento nos ensina que algo ou alguém só tem poder sobre nós, a partir do momento que lhe damos esse poder. E definitivamente eu me recuso a dar poder sobre minha vida a outro alguém.
A maturidade são anos contados em um diário de memórias, o autoconhecimento e uma ferramenta de domínio sobre si mesmo.
Não rezo rosários abreviados, nem consigo acompanhar os balbucies dos sacerdotes ou me sentir tocada a explodir junto á massa com améns, axés ou glórias...
Minhas conversas com Deus são tão intimas e detalhadas que penso que ele sempre me aguarda como alguém que anseia por ouvir uma boa historia.
Precisei estar muda para o mundo e assim poder escutar com clareza a mim mesma.
Deixei de ser a amante penitenciada do conselheiro anoitecer, hoje este amor é declarado e fadado a somente crescer.
Mas, nem sempre foi assim vim ao mundo aos atropelos, aprendi a correr antes mesmo que soubesse pronunciar a palavra caminhar.
Habituada a aceitar de bom grado da vida embrulhos com belos laços tênues, que variavam entre a mercê da sorte e o meu real desejo.
E a cada ponteiro a frente do tempo contava um ponto a mais na bússola distante de mim.
E destas tantas voltas que o meu mundo já deu, aprendi a duras penas que a precisão é sempre mais afortunada que a pressa.
O Rio (Espero que não seja o fim para o Rio doce...)
Nasci no alto pra correr na terra,
Molhar o chão,
Abrigar o peixe,
Encontrar o mar,
Nasci no alto pra correr na mata,
Regar a planta,
Banhar a pedra e criar o limo,
Sustentar o barco e apoiar o remo,
Nasci no alto pra correr pro homem,
Saciar a sede,
Girar a roda,
Alimentar a vida,
Nasci no alto pra seguir o curso,
Completar a rota,
Cobrir o leito,
Exigir a ponte,
O chão está árido,
O peixe sumiu,
O mar está longe,
A planta secou,
A pedra rolou, o limo acabou,
O barco furou, o remo quebrou,
A sede é grande,
A roda travou,
A vida definha,
A rota é difícil,
O leito vazio,
A ponte caiu.
(Valdir Aquino Lubas)
Acredito sim, nos eu te amo silenciosos que não precisam usar palavras, aqueles que gritam apenas com os olhares entre duas pessoas aquilo que só, os dois senti. Esse eu te amo, não precisa de propaganda pois os olhares são inegáveis, e a fala que diz; eu te amo é vivenciada, e não falada.
Não diga que ame alguém se você o ama, deixe que a outra sinta que você a ama, porque ela se sente amada, depois um dia, você saberá o valor dessa palavra eu te amo, não porque falou; mas porque provou e se lambuzou com a realidade sutilmente provada de um eu te amo provado, e não falado.
SE VOCÊ
Se você não é. Vire
Se você não ouve. Sinta
Se você não vê. Perceba
Se você não vive. Chore
Se você não morre. Sofra
Se você não ri. Mude
Se você não consegue. Insista
Se você não ama. Morra
Se você conseguiu. Alegre-se
Se você viu. Entenda
Se você viveu. Sentiu
Se você alegrou-se. Sorriu
Se você amou. Viveu
Pois tudo que fizeres voltará para ti
De qualquer modo, não adianta insistir
Viverás para ver, tudo que já fez, reagir em ti
O bom ou o ruim, mas com certeza em dobro
Maldades triplicadas, bondades também
Se você fizer sem pretensão e sem olhar a quem.
Não posso mais viver, lhe concedi meu coração.
Mas ainda estou de pé, o que aconteceu?
Com toda certeza estou em alguma espécie de transe.
Porque me sinto gélido e aquecido ao mesmo tempo, me sinto receoso e também impetuoso.
Com certeza não estou mas vivo.
Porque não desejo mais nada nesse firmamento, a não ser, poder continuar nesse transe ao seu lado.
Creio que possuímos algum vínculo, e esse laço de amor é o que me mantém com vida.
É esse Pacto mútuo que me alimenta com o mais doce fruto da sua alma.
E com toda convicção, é isso que me deixa vivo, que me deixa de pé.
Uma viajem de sensações
E eu andava voando por lugares inóspitos, pensando q não encontraria nada nem ninguém que pudesse me surpreender, e você chegou do nada como um míssil me tirando do ar.
Estremecendo minhas estruturas e reconfigurando a minha mente.
Minhas previsões meteorológicas não esperavam esse temporal de sentimentos.
Que como uma tempestade me deixou sem chão e desnorteado.
E com fortes ventos me trouxeram o que antes eu nunca havia sentido.
Te ver ainda me traz um pequeno frio na barriga. Você, pessoa mais que importante, mais que especial, mais que bela.
É o que me faz perder o rumo, o folego e os sentidos.
Amar
Acredito no amor.
No amor que não julga
No amor que apenas ama, acolhe
Que aproveita o prazer do toque, do beijo
A alegria de poder estar junto, de conviver
O Amor que ama, mesmo sem ser amado
O Amor que é leve, solto e livre
O Amor que foge da razão, do raciocínio
Ou que dá razão ao irracional, ao que não compreendemos
Pois em matéria de amor, quem tem a equação?
A intimidade é algo inexplicável
A ciência diz que não é possível descrever o sentimento de outra pessoa;
Mas como explicar, quando se acontece a conversa entre olhos, habilidade que pertence aos verdadeiros casais, que conseguem reconhecer angústia, raiva, medo, tristeza, felicidade e amor com apenas um piscar.
Exemplos para descrever não irão faltar, pois todos nós já presenciamos tal magnitude. Porém, mesmo assim, não conseguiríamos descrever o poder que a intimidade tem.
Porque a intimidade é algo inexplicável.
Pergunta ao poeta.
Porque o poeta não me contou
Que a cada frase montada
Um coração sente dor
Seja pela saudade
Ou proximidade falsa de um amor
Porque o poeta não me contou
Que não adianta tentar desvendar
Numa rima desconexa
A causa de amargo sabor
Mas, que é fruto da lembrança dos carinhos
Do aconchego do ninho
Que não cansa de esperar
Porque o poeta não me contou
Que até em um sopro de passarinho
Se possa sentir o clamor
De um corpo cuja sina
É buscar o teu calor.
Pensar em não te amar, pensar em não te querer, Pensar em não te beijar, como isso é possível, por mais que eu tente, e tente não consigo pós meu coração te pedi, te chama em silencio, mais com vontade de gritar, gritar o quanto quer te beijar, gritar o quanto quer te querer, gritar o quanto quer te ama.
Não pensar em você, isso sim é impossível, sabe a verdade eu quero te beijar, quero te amar, eu quero você, nossa como é bom ouvir tua voz, como é bom sentir teu cheiro, nossa como meu coração bate ao chegar perto de você, mais bate tanto que as vezes penso que não é possível, então pego tua mão e a coloco em meu peito e te digo sente, sente meu coração bater, pós ele bate por você, fica do meu lado, esquece os problemas, esquece tudo, e foca em mim, me deixa fazer você focar em mim. e assim te envolver com meu beijo, te envolver com meu corpo fazendo de dois apenas um, e sabe o que parece que nossos corpos se conhece a anos. por que antes mesmo de nascer eu já estava te esperando. e sempre vou esta te esperando. simplesmente pra te fazer Feliz.
Pensar em não te amar, penso apenas em te amar eternamente.
Ao conversar com determinada pessoa, sobre determinada profissão que a pessoa ama, não importa qual seja.
Vejo o quanto isso reflete em mim.
Cada vez mais, vejo o poder, a força e a coragem que a dança me dá a cada dia.
Cada momento é uma nova descoberta, um novo passo, ou uma nova forma de fazer aquele passo.
E a cada segundo mais tenho certeza de que não fui eu que escolhi a dança, mas a dança que me escolheu.
Pois quando me vejo desanimada, ao tocar uma música ou até mesmo no silêncio, sinto minha pulsação totalmente ritmada, como se falasse que a solução para meus medos e meus problemas, fosse dançar.
E é ai que encontro minha força, na dança!
Faz tempos que não te vejo.
Faz tempo que estou sem ti.
Tu era o meu desejo.
Tudo que eu sempre quis.
No entanto assim do nada.
Não sei o que aconteceu.
Parece ate que o tempo.
E a década também.
Não era do mesmo tempo.
Faz tempo, faz muito tempo.
Que eu te amo e estou sem ti.
Confesso que não entendo.
Parece até que eu morri.
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