Nao Conto Detalhes e muito menos

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Preciso de algo,
Alguém quem sabe ,
Que me complete,
Que faca com que minhas manhãs nao sejam somente solidão,

O sol me lembra que ainda há esperança,
O Whiskey me conforta,
_Ah Mr.Jack , obrigado por existir!
E assim vejo tudo a minha volta passar,

Quero algo ,
Que aqueça meu coração,
Que conforte minha mente conturbada,
Que traga um pouco de felicidade

Preciso de um companheiro,
Que me encontre e me complete em cada esquina
Das manhãs frias dessa cidade
Preciso de um café

Inserida por GuihCastro

Como não admira as coisas boas da vida
Como não amar a imensidão do mar que retrai a tonalidade do céu almentando sua beleza pela cor e o movimento das ondas o som dando a sensação de relaxamento ao corpo e a alma com sua perfeição admira o sorriso e o olhar sincero de uma amizade verdadeira
Admira o sentido da vida na sinceridade do coração

Inserida por pensamentosDK

Romance

Bom... nesta noite vou escrever
Depois de alguns romances ver
Não é que eu esteja inspirado
Mas quero ao menos dizer algo
Para no dia seguinte sentir

É realmente complicado
Mas não é nenhum pouco chato
Talvez um dia , possivelmente
Eu viva algo semelhante
Pois acho isto interessante

Mas o amor romântico não é fácil
Simplesmente é raro de se ter
Mesmo que muitas vezes se deseje
Dificilmente , algum dia...
Se tornaria a realidade minha

Mas nada impede
Que eu viva , mesmo ilusoriamente
Todo o amor que já sonhei
Apenas dentro do meu ser
Imaginando o que pudesse acontecer

Mas não importa o tempo
Quer dizer... posso esperar
Até que um dia eu conheça
Um alguém que me entenda
Mas... quero isso com toda a certeza

Inserida por CastelhanoWolf

Eterno Tempo

Esperar...meu lema, minha sina
Aguardando sempre...algo que não vem
Sempre foi assim, essa é minha vida
A esperança ja vive no além.

Um dia...um dia vão me perceber
Mas será tarde, o tempo passou
Alguém maior já me percebeu
Porém me perguntam: quem eu sou?

Essa esperança que insiste em ressuscitar
Está me matando acreditar
Eu não tenho, então não posso
Para quê então lutar?

Fugir não será a solução
De novo não!
Mas agora tenho que existir não existindo
Quem me chamou dará a direção
Mas Ele sabe que ainda acredito

A maior conquista de um vencedor
Não é o troféu...
Nem ouvir seu nome ser chamado
Mas é saber que tudo que tem
É resultado de vitórias no deserto

Porque o meu tempo é eterno
E a esperança imortal
E como dói esperar eternamente...

Inserida por Houliem

Num Movimento Estático

Você não sabe como é, né?
Ter a distância como um sapato no pé.
Ver a distância e imaginar o seu perfume, qual é?
Ler suas palavras sem ouvir seu olhar,
Buscar o seu olhar e ele não mudar...
Estático. Sempre o mesmo...
Lindo, sereno, capturado pelo tempo.
Atento, pra tudo o que já sei.
Invento, histórias já criei.
Detento, de uma escolha me tornei.
Sedento, só uma miragem contemplei.
Alento, memórias de um futuro planejei.
Tento, mas na rocha me firmarei.
Vento, me derrubar não deixarei.
Lento, mas por ti esperarei...

Inserida por eusousalvi

Obstinado

Bukowski disse que se não vem de dentro nao adianta
Se não explodir do meio peito em forma de caos
Vc não é o que acha que deve ser
Se as palavras não te atormentarem e o sentimentos fizeram sentido
Não é pra você
Se a noite não lhe parecer dialética e o dia não lhe for didático
Algo no cosmos deu errado e as diretrizes do tempo te guiaram erronêamente
Se a sua mente continuar sã enquanto enquanto a ideia dá saltos em direção ao futuro
Se tudo isso de início nao parecer obscuro e se o medo não tentar
De todas as formas te frustar
Você não está onde deve estar.

Inserida por kenia_kalinne

Metastase


A alma estranha, o corpo age de maneira indevida
Quando te olho o coração não reage, não há alterações
Meu corpo é indiscreto, revela meus pensamentos secretos

Quando te sinto, minha mente vagueia e retorna intacta
Seu toque não me traz sensações, talvez eu seja o centro da ilusão
Respiro fundo e no plano de fundo da sua alma eu vejo dor

A mentira jogada ao vento retorna pra mim como um furação
Do meu interior sai tanta acidez, que ácido tornei o que você sente por mim
Sorrio esperando teu coração sorrir
Em meio a tantas diferenças, no caos do teu abraço te agarro e nao te deixo ir

Se você partir eu viro cinza
Se você ficar me torno rasa
Pensando no amanhã eu nao consigo respirar
Competindo pra ver quem se importa mais
Qual dos dois rapidamente perde a paz.

_____________________________________

Inserida por kenia_kalinne

"-Affs já é segunda feira...!"
"A segunda feira é pior para quem não trabalha, a segunda feira é pior para quem está em um hospital, a segunda feira é pior para quem não tem um teto, a segunda feira é pior para quem terá que pedir para alimentar a fome dos filhos, ...
Se esses exemplos não são seu caso, pare de reclamar atoa, levante, agradeça, e vá trabalhar.
Pois em tempo de vacas magras você é um batalhador ou contemplado para/ao manter a grama verde."
( @daniloramiro )
Criado: 22 jul 2019

Inserida por DaniloRamiro

Não tenha medo!! sim eu sou risonha, não duvide de mim pois ja realizei diversas fazanhas. Encontrei aquele que me completou e não duvide pois ele me amou desde o dia que me encontrou. Eu posso sim assustar mais não tem uma pessoa que a mim não queira amar!.
Não ligue pra minha farda!! é sim mesmo meio louca ela é minha amada. Eu sou assim jogado meio de lado mais não duvide pois por ela eu sim sou muito amado!!.
Nois dois ja estamos casados mesmo com os dedos disarmados, não ligue somos assim, eternos namorados que pra sempre um pelo outro somos amados!!!.
Pra finalizar vamos dizer como amar, sorria e um no outro tente se especializar!!!.

Inserida por heithor_gabriel

Assim foi Ziba se apossando do que não lhe pertencia a fim de receber as honras e privilégios do seu senhor.
Muitos agem como Ziba, mas ainda é tempo de se corrigir quando reconhece a falha e se arrepende de verdade diante de Deus. (2 Sm 9; 16)
#ziba #usurpador #bajulador #mostrarserviço #semostrar

Inserida por MonicaCampelloAutora

VOLTASTE

Não posso mais ser feliz
Foi tudo em vão tudo que fiz.
Voltei ao inverno em vez da primavera
Mas quimeras fizera inferno o meu céu.

Canto divinal, sua voz sublime!
Afagos que tisne na alma dolente
Música feliz, de ninar. Sou menino!
Mas voltaste outra vez a dormir sob o véu.
Tu que eras para sempre o meu céu.

Inserida por joanaoviedo

Como será, que vemos as OUTRAS pessoas?!...

Que bom é, nós não as vermos, como são;
mas as vermos somente como somos;
porque assim fica em nós consolação;
desse gostoso ver, que em nós tão pomos!

Que pena, haver tantas que se aproveitem;
do nosso a elas ver, sem qualquer maldade;
e por tal esse olhar, pouco respeitem;
devido a nelas, faltar a bondade!

Bondade que todos podia unir;
caso houvesse respeito por tal ver;
dado em tal ver, só haver igualdade!...

deixando nossa bondade fluir;
tornando, o de ambos ver, em UM só Ser;
UNIDO para toda a eternidade.

Com O Carinho do AMOR;

Inserida por manuel_santos_1

Não me comprazem dias ventosos. Nesses dias, a morte campeia pelos mares, ares, pelos rios, ruas, pelas montanhas, colinas, prados, por todos os lados, à procura de alguém. Encontrando, leva-os todos, às dezenas, às centenas, aos milhares, para longe de nossas vistas e de nossas memórias.
Nessas horas não há alegria, nem esperança. Parece que o fim está ali, estonteante, mirabolante, entristecendo tudo e todos, numa agonia de dar dó.

Inserida por Benevides_Garcia

Quer saber o peso das palavras?
pronuncie elas em frente ao espelho,
se o seu reflexo não vituperar o sentido,
então sabes pesar o irrefletido!
e quanta distorção há no emotivo!
porque o externo não me cabe,
e o interno me transborda,
e além da esferográfica,
preciso das réguas figurativas da lógica!

toda pronúncia é um anagrama de conotações,
fragmentadas em letras,difundidas em fonemas,
as palavras tem teoremas,
que só o refletir pode medir o peso,
das consequências...

Inserida por marypoetisa17

Talvez o desconhecido nunca tenha-me chamado tanta atenção...
Seria o seu perfume? Que mesmo não podendo sentir, posso imagina-lo.
O desconhecido é um lugar maravilhoso, difícil de entrar e incrível para se permanecer.
Lá as horas passam voando, o seu céu é incrivelmente peculiar, mesmo ao dia, ofusca os olhos dos que o veem com o brilho de suas inúmeras estrelas.
O desconhecido nos traz um sorriso lindo e verdadeiro, suave mas intenso, ademais, intensidade é o termo descrever precisamente o que o desconhecido és.
Vou ao desconhecido, sem medo de me perder, nesse lugar maravilhoso que eu imagino ser.

Inserida por ricardo_prigol

Diz-se tão cético,
que chegas a crer,
na descrença!
é um contrassenso!
pois não existe descrença,
mesmo uma ideologia política,
precisa de fé...na natureza humana,
e por quê devo crer eu, em algo tão volúvel e sinuoso,
como as veredas de um ser humano,
que facilmente se corrompe pelo irracional?
sim! é mais difícil ter fé no homem,
do que em Deus!
ser imaginário?
e todo maquinário mercantil,
com o qual o homem vil,
fez de seu semelhante servil serviçal de sua imaginação?
todo seu excesso,
é falta de nexo,
é falta de algo,
que não se preenche no tato,
é fato,
uma vida de exagero,é no fundo um desespero!
ó homem vazio,
permaneces faminto,
escravo de impulsos primitivos!
Quando os sentidos são úteis?
quando os usamos,
e não somos usados por eles,
você usa a marca ou a marca te usa?
você usa a farda ou a farda te usa?
você é consumidor ou só a mercadoria,
de uma sociedade "privada" e mercantilista?
agora não me diga que não tem fé em Deus,
e sim me diga qual é o seu Deus?
pois Deus é tudo aquilo que colocas no pedestal e veneras,
se a sua fome ou o seu desejo é o seu Deus,
e obedeces a ele,
o que é mais imaginário,
o meu Deus ou a sua necessidade de um?

Inserida por marypoetisa17

Túmulos vocálicos não calam adjetivos!
Ó sinuosa escrita!
senda oblíqua,
de arritmias linguísticas!

Anjo regente,
sou cítara em seu opus!
sou alaúde em seu odes!
sou escrita cuneiforme em seu códice!
sou a personificação mais vívida,
do que imaginas!

Olhos mádidos,
filetes orvalhando o súbito,
eis o néctar do impulso:o abrupto!

Não sou asceta,tenho arestas!
não sou perfeita,tenho fendas!
Não tenho mitra,tenho estigmas,
e sou compelida por etimologias!
o que para você soa como filosofia,
para mim é só fisiologia,
não é anomalia,
pensar por si mesma!
Tenho medo do anatômico!
tudo que cabe na palma da mão é ilusório,
por isso contorno o imensurável!
dedos são cegos,
por isso não aponte eles para mim!

Gosto quando subestimam minha percepção,
assim posso surpreende-los com a minha sensatez,
porque é melhor engolir sapo,
que vomitar um boi!
guardo no íntimo,
uma força invisível,
que me liberta dos seus rótulos mesquinhos...

Você não suporta o diferente,
porque isso, destaca a sua mesmice,
e a sua falta de compreensão!
não confunda discordar com discórdia,
nem primário com primitivo,
tampouco use adjetivos,
sem conhecer o substantivo!
é melhor ser ingênuo do quê leviano,
antes a pequenez da dúvida,
que a arrogância maiúscula da presunção!

Inserida por marypoetisa17

O teu andar está atrelado ao passado,
precisa desengatar o fardo,
da decepção...
não deixe a dor ser a locomotiva,
não somos vagões,
nós somos uma trilha desconhecida,
longe da rodovia,
querendo ir onde a pupila conduzir!
a emoção existe para lembrá-lo que viver,
é ter atalhos para seguir,
é ter a habilidade de subtrair,
o que não levar a lugar nenhum!
Ó anjo da estrada,
mesmo uma aspa,
pode ser uma farpa,
na fraseologia do coração!

Nem tudo é óbvio,
nem mesmo o tópico!
nem tudo é dito no ditado,
pare de sublinhar o que narro!
de mim só conheces o prefácio,
e fora de contexto,
o texto é falho!
o grifo é seu!

A pedra filosofal,
é uma lápide figurativa,
onde morre o literal!
Ó anjo abrevia-me as símiles!
transmuta-me em simples!
dispersa-me em síntese!
A química é um processo que coexiste,
com o imaterial!
o atrito do epitelial,
com o intelecto,
é a combustão do etéreo,
no subcutâneo!
mesmo o intáctil,
é a fricção do imaginário,
no volátil!
os projéteis dos olhos,
são figuras disformes,
que deformam o horizonte,
se queres encontrar a pedra filosofal,
precisa sepultar o foco no tátil,
porque o toque é a cegueira dos sentidos,
e sempre te aprisionam a instabilidade,
do anatômico!
nem todas as palavras cabem no corpo,
por isso escrevo!

Inserida por marypoetisa17

A deformidade está no contexto,
da incompreensão...
Quando Hamlet disse:"Ser ou não ser..."
queria leva-lo a crer,
no indefinido!

O soma é a soma,
do fisiológico e do incógnito!
é um processo caótico,
o gnóstico!
entre o neural e aórtico,
entre o epitelial e psicossomático,
entre o cutâneo e o enigmático,
o somático é o quociente...do inconsciente!

Leia-me além do têxtil,
além do léxico,
e além do arquétipo,
do estético!
o que é o estético,
senão a leitura do supérfluo?
leia-me além do hermético!
do atlético e disforme,
tire o uniforme...da suposição!
todo sentir é paraplégico,
se baseado meramente na textura,
na crua figura,
do objeto...
toque-me com o figurado!
e não com o osmótico ou o palato,
nem mesmo o sublingual ou o vibrato,
são capazes de transmutar o gráfico,
do desencarnado!

Meu Júpiter,sou tua Juno!
dispenso juras,
que não fazem jus,
ao verdadeiro!
O outono vem!
mas continuo refém,
do primaveril!

Amo os contrastes,
que dilatam as vontades,
em realidades!
Amo os matizes,
que difundem diretrizes,
e ambiguidades!
Amo os tons ,
que suavizam os graves,
da gravidade!
Meu anjo melódico,
toda percussão é fruto da frequência,
do sintomático!
o sentir é instrumento de sopro ou de corda?
os dois!
as vezes é estro,
as vezes é destro,
e outras é plectro,
mas sempre é um verso,
vestido de letra e emoção!

Pupila é cítara!
ressoa a antífona!
ótica uníssona,
é a sintonia,
de almas intrínsecas!
Ó meu anjo maestrino,
o que a retina retém,
vai muito além,
do humor vítreo!
Noturnal idílio!
odes anímico!
eis quão aprazível é,
a sonata do teu cristalino!
auriverde e citrino,
refratando o metafórico hino,
do libido!
Quando duas almas se alinham,
como astros no infinito,
a íris é o acústico ,
do somático!

Minúsculas rasuras,
são maiúsculas conjecturas,
quando rompem as abreviaturas,
da dúvida!

Porque ser comedido,
se é descabido,
o suscetível?
porque ser moderado,
se é ávido,
o desenfreado?
porque hesitar amá-lo,
se é o revérbero,
o fulgor do involuntário?
o verso é veste!
a leitura me despe,
e os dedos repetem,
trechos horizontais!
ó bruma lânguida,
ó incisiva lâmina,
o amor é túnica escarlate,
mortuário traje,
do consciente!

Quando fitou-me a íris,
regou-me como a amarílis!
Quando aspergiu-me orvalho,
borrifou-me os brotos e galhos!
Quando irrigou-me o riso,
despejou-me motivos...para florescer contigo!
se eu por ventura,
desvanecer entre os lírios,
não se prenda aos meus espinhos,
só se agarre as pétalas rosas que deixei pelo caminho,
pegadas das boas lembranças,
que cultivei no solo do seu coração,
jardim da minha emoção...

Inserida por marypoetisa17

Ó anjo imaterial!
o sólido é corruptível,
o verso é desencarnado!
a consistência do amor,
não é a textura da pele,
nenhuma substância converte,
anímico em animação!
é o opaco,
que de fato,
é concreto,
é muito além do métrico,
a estética do inverso,
do que me desfigura,
e só a ti prefigura,
esse meu insólito...tocar.

Eis o vibrato atroz dos artigos possessivos!
o ríspido silêncio é o artigo" indefinido"
da alma craseada,
crivada de vírgulas e grifos!

E os intervalos retinem o vício,
do inexpressivo!
o vício do intangível,
o intocado é a canção do alusivo,
na diatônica da escala figurativa,
o amor oscila,
como o intervalo harmônico de uma muda sinfonia!

cifras não decifram,
os desarrazoados borrões,
de paixões instáveis!
por mais voláteis,
ou inviáveis,
toda volúpia,
é volata abrupta,
da possessão!
e os agudos,
são aguilhoadas,
cravejam em disparada,
o desespero da nota,
que tenta percorrer a aorta,
do coração!

Se o vibrato do arco,
transpassa o adágio,
tanto mais a afonia,
dos caracteres inflados,
do vácuo,
do incorporado!
a clarividência se desprende da lógica,
o corpo é ilusão de ótica!
só segue a carótida,
da obstinação!

O artesão vê no gesso,
não o frio relevo,
mas o flexível sentimento,
que modela a sua visão!

A textura não é tradutora,
é a intermediadora,
entre tocar e sentir!

Escrita é fêmea,
tem estilete,florete e gineceu!
nos braços de Morfeu,
é ninfa carmim,
em anáguas de cetim,
parece sangrar em papel almaço,
todo o estigma de seu ouriçado...subtender,
ou será submeter?

Inserida por marypoetisa17