Nao Chega aos meus Pes
Somos responsáveis pelo mundo, mas, não queremos nos responsabilizar pelas mudanças que impomos ao universo, quando nós nem sequer aceitamos alterar alguns dos nossos comportamentos na terra.
Não é triste viver amando alguém, mas, é triste amar e importar-se com alguém que nem sequer te considera ou é grata por aquilo que fazes por ela/e.
Não rejeitamos o tempo pelo que somos, apenas pensamos em recuar no tempo por nos proporcionar vivências sobre as quais muitas vezes não nos identificamos.
Os lobos não sobrevivem aos justos, porque os justos são purificados pela verdade e pela transparência do seu ser.
O silêncio de Deus não é uma penalização para o povo que o procura, é antes, a escolha de um momento oportuno para responder aos anseios de todos os que Nele confiam e esperam.
Uma nação cujo povo não sabe definir de per si a sua vocação, é apenas mais uma pequena parcela de terra no globo terrestre.
Em momento de pandemia, não se consegue reinventar à economia de uma País com o discurso sobre a democracia, pois, a vontade do povo acaba subsumir-se a vontade sublime do Governo.
A linha do tempo não nos define por completo, pois, quanto mais o tempo passa, menos compreendemos a nossa personalidade.
Os programas de governação têm um tempo determinado para serem cumpridos, a pandemia não tem tempo, nem previsão para desaparecer, por isso, politicamente, devemos estar preparados para adiarmos o ano 2020 e, consideramo-lo o ano de graça.
O silêncio nos amadurece para um novo tempo, ainda que a pandemia não dê mostras de que irá terminar em breve, a esperança do mundo vai se agudizando sobre a vontade da humanidade em voltar ao antigo normal.
A doçura de fazer política, não está em ganhar o injusto em nome do sofrimento do povo, está antes, no prazer que se tem, de resolver com perspicácia os problemas candentes que afligem a Nação.
O político atento, não expressa a sua opinião por emoção em nome da democracia mal entendida e interpretada pela convicção dos ignorantes, emite sim a sua posição, sobre o critério eloquente da oratória e da diplomacia urbana.
Não se elege um político para gerir um País, sem se ter em conta a sua verdadeira visão e sensibilidade sobre o povo, pois, um político que não concebe o povo como corolário da sua governação, assemelha-se a fracassado a procura de protagonismo.
As leis não são no essencial criadas para uma generalidade de pessoas, elas são criadas sob a forja da satisfação da vontade e do interesse dos seus criadores.
A chave do progresso de uma Nação, não está estandardizada, nem irraizada ao sector da justiça, está antes alicerçada ao sector da saúde e da educação; pois, sem saúde e sem educação, não há legislação que fundamente a existência de um povo.
Quando o mundo não mais sabe como se posicionar para ultrapassar a pandemia que asfixia a economia e a vida do povo, alguns indivíduos com alguma acefalia, lutam para criar instabilidade social, convocando greves para reclamarem aumento de salário, quando, o momento agora exige a canalização de fundos para garantir a sobrevivência de um todo.
Sobre o nosso sucesso, está escondido o medo do que não queremos perder, mas, na ânsia de buscarmos a prosperidade deixamos o tempo levar a brisa que um amenizou a intensidade do calor que aqueceu o nosso coração.
Temos pressa de alcançar o normal para as nossas vidas, mas, não conseguimos perceber que a nossa vida nunca teve de facto um normal e, que nós e as nossas escolhas diárias é quem tornamos o nosso viver como sendo normal ou anormal aos olhos de quem nos contempla.
A estabilidade social de um País, não está na elaboração de um programas político bem concebido, está antes, na capacidade dos gestoras públicos tornarem eficazes e concretas as suas ações, que visam resolver na prática os problemas reais que afligem o povo, que vive em extrema pobreza.
O dinheiro posto à disposição dos Estados para incorporarem no orçamento de um País, não provém do nada, é sim dinheiro colocado nos cofres do Estado pelo povo, por intermédio do pagamento das suas obrigações ficais, por isso, o povo não tem de agradecer, quando o Estado cria programas que os satisfaçam.
