Nao Chega aos meus Pes
A destituição de um chefe de Estado não significa mudança imediata do estado social de uma Nação, pois, este é apenas um expediente manobrista usado por alguns políticos amadores para de forma oportunista chegarem ao poder sem passarem pelo escrutínio do povo.
Para estabilizar a economia de uma Nação em crise não basta o esforço empreendido pelo seu líder é preciso que todos se engajem e melhorem a sua prestação laboral no sector em que actuam.
A maior dificuldade de quem governa não está na forma como política ou administrativa deve gerir o País, está antes na forma como deverá fiscalizar as actuacões objectivas ou subjetivas dos seus Ministros.
Em meio a muita turbulência e execrável aceitação perante àqueles que não acreditam no Glorioso MPLA, este Partido passou a tormenta e conseguiu chegar aos seus preciosos 67 anos e continuará por mais anos a dar o seu melhor pelo povo.
A bondade tem sido amargamente pesoteada pelos homens deste tempo, não porque ela não conheça a verdade sobre o carácter das pessoas, mas, porque dá a todos o benefício da dúvida.
Cada novo ano que se prevê, desenha-se na tela da esperança novos projectos de vida, certos ou não muitos alcançam o pretendido e outros nem por isso.
O mundo está a perder para a guerra, não porque o material bélico tenha melhor expressão, mas, porque os humanos perderam a sua essência de bondade.
Hoje o Rwanda não é apenas um mero País africano, pois, tornou-se de forma muito acelerada num verdadeiro tampão para Europa e para os Estados Unidos da América, pelo seu poderio financeiro e desenvolvimento social e político.
Não se faz advocacia ao turismo por um País cujos cidadãos sequer acreditam na estabilidade do seu Estado.
As Nações no mundo actual já não sabem qual é a sua verdadeira função, por essa razão, sequer se importam com as guerras que deflagram em certas latitudes do planeta terra.
O País precisa do engajamento de todos para poder desenvolver a economia domésticas e não de políticos doméstico que descredibilizam as instituições do Estado perante o povo e perante a comunidade internacional.
Não devemos normalizar a guerra, pois, ela não é apenas um mal que destrói o planeta e os seres que nele habitam, ela é também o inferno que dilacera a felicidade dos homens e mulheres que passam pelo mundo.
Com o tempo aprendemos que viver não é apenas um ritual é antes um aprendizado constante que só acaba com a morte do nosso corpo.
A política não se compadece com previsões de desenvolvimento ilusórios, pois, ou o povo vive próspero ou povo morre desgraçado.
Não tenho chão por onde pisar ... Tenho amor por que viver e sentido por realizar sobre a vida, mas, puro não sou ... apenas sou um homem errante perante a minha imperfeição.
Sinto-me um vapor fora do escape da vida ... Como uma lápide fora da minha sepultura não vivo entre os mortos, sou apenas aquele de cuja vida se fala estando vivo feito cadáver.
A ausência não reflecte a ilusão da dor de não poder te amar ... Sinto em mim um vazio quando penso em não poder estar ao teu lado, não sei se vivo em ti, mas, sei que tu vives em mim.
