Nao Chega aos meus Pes
Nao adianta tentar escrever um poema se a caneta sempre esta falhando no papel.
nao e sobre canetas.
Sei que nós temos sonhos, mas não ligo se nunca os realizarmos. Ou se nunca sairmos de onde começamos. Desde que esteja com você.
Não dá pra ficar batendo boca com alguém que entrou numa via de mão única que você já transitou e conhece muito bem onde irá levar.
O novo amor
Queria dizer para vocês
Que tudo gosto de ti.
Mas, só que ainda você
Não saber de nada.
Que tudo soubeste
Me dizer pularia
No fundo do mar
Para entrar nos teus sentimentos
Sacudir a poeira do passado
E agora gosto de você
Não da outra pessoa.
Queria saber que
Me ama
Sim ou não,
Tudo que me mostra
Esta no teu
Olhar....
eu sei que prometi não te deixar
mas você também prometeu não parar de me amar.
Você disse que seu amor era quente como o sol, grande do tamanho do universo e único como eu, só que você se esqueceu que o universo também tem um fim.
Preferi me afastar antes que você se afastasse primeiro e eu ficasse para tras
como sempre…
Meu Medo
Estou preste a explodir,
Em meio ao desespero vou rir.
Não tem graça e muito diversão,
Ter medo de desistir
A fobia é abandonar
Meus sonhos, perder a esperança, desistir da vida;
Tenho medo
De não me encontrar
Desistir de tentar continuar,
Meu medo é me abandonar
Meu medo sou eu
Do que posso me tornar.
Acho a filosofia belíssima, ela não busca estabelecer verdades absolutas, entretanto, essa virtude fez com que o intelecto humano torna-se simples o que é complexo.
Só quem precisou recomeçar sabe que não há sonhos perdidos, há sonhos postergados, reprogramados, reconstruídos. Sonhos perdidos são os abandonados e não os adiados.
Quer fazer a caridade?
Faça sem ter distinção!
Não pergunte pelo voto
De quem recebe o pão!
Quem nega uma marmita
Mostra que não acredita
No amor pelo irmão.
Para muitos o Sonho está morto. Porque não encontrou o seu próprio eu e causa de uma coisa deixa ele passar e enterrado pensado que nunca poderá conseguir realizar um dia. Por quê me pergunto?!
Vida Vivida -
Andei p'la vida fora e não lembrei
que a morte um dia vinha m'encontrar
não sei se alguma vez a desejei
que a morte é coisa certa há-de chegar.
Esquecida de que a morte também tinha
um voar de asas serenas de marfim
minh'Alma num feitiço que adivinha
só lembrava hora-a-hora quem perdi.
Meus olhos que são pedra e solidão
tão cansados, revestidos de cristal
não sei por que caminhos pisarão
só espero que adormeçam natural.
Eis quando pressenti que a morte vinha
e à luz do coração me despedi
sozinha numa cama que é só minha
morri, foi nesse instante que eu morri.
Não há pedra preciosa
Que compense o desamor,
Nem rubi, nem diamante,
Nem safira de valor.
Eu não quero nenhum ouro.
Quero que o meu tesouro
Seja feito de amor!
