Nao Chega aos meus Pes
" A ÚNICA BELEZA QUE FICA QUANDO A VELHICE CHEGA...É A BELA DE TER VIVIDO UMA VIDA CORRETA,SEM PISAR,OPRIMIR E ROUBAR OS SONHOS DOS OUTROS"
(Gilson Robson)
Viajando no meu eu
A vontade de viajar chega ... quando mais nada me resta
Vontade louca de viajar ...
Onde estará o meu eu?!!!
Perdido na escuridão??? Preciso ir em busca
de novos sonhos e encantos
Faço as malas e voo... pelo infinito eu!
Num olhar perdido no horizonte
Me vejo mergulhar de cabeça neste profundo oceano imaginário
Esquecendo oque ficou no passado
Sentindo a brisa leve tocar meu rosto
Terei um longo caminho a percorrer
Oque me parecia muito distante
Vai aos poucos tornando –se suave em meu ser
O meu olhar sobre essa viagem é muito triste
Quero trocar as minhas bagagens
Colocando coisas novas e úteis na mala ...
Emoções e pensamentos se misturam
Quero mudar radicalmente ...
Viver a eterna felicidade viajando no meu eu
Como diz o poeta, Vinícius de Moraes
“Sorrir é questão de paciência”
Nesta viagem sem fim
Imaginando como será meu futuro
Não quero mais a prisão das lembranças
Quero viver no meu mundo
Com a imaginação de uma criança
A criança que ainda existe dentro do meu eu
Eu estou aqui frente a frente com alguém que eu costumava conhecer, e chega a ser irônico o quanto nós somos apenas estranhos.
"Sabe, chega aqueles dias que está tudo nublado e você se sente diferente de todos, faz questão de não ser notada. Ontem eu acordei assim, não me senti feliz, e parei para pensar... estou viva, tenho Deus no meu coração, tenho saúde, minha família e pessoas que amo por perto. Logo após, assisti uma reportagem sobre crianças que estavam lutando para viver. Então eu pensei, qual era mesmo o meu problema?"
Há momentos e pensamentos e mais momentos e você chega a esses tantos momentos em que DE REPENTE o tempo PARA e acontece a ETERNIDADE!
A noite chega como uma criança carente desejando atenção, carinho, colo, cafuné ou simplismente mão na mão.
Espera um abraço e entre braços que apareça um principe ou quem sabe um homem que lhe cubra de beijos, afago ou que pelo menos lhe der um oi, um olá ou lhe pergunte como vai, como está?
Que lhe deseje sonhos lindos, lindos sonhos com cuidado , pois é frágil, menina, mulher !
Quando se é criança, há um intenso sonho
de logo chegar a fase adulta, e
quando ela chega, há um grande
arrependimento, por um dia ter sonhado
que chegasse tão depressa."
“Ajustei meu horário. Tudo esta conforme você fez estar. As horas são mais felizes quando você chega e tristes enquanto te espero. Os segundos mais rápidos são aqueles ao seu lado e os mais lentos são os que faltam a sua voz. Cada minuto é seu, ao seu tempo e caminhar, ao seu jeito e ao nosso par. Cada mudança brusca em que não vejo o relógio passar, tem você me dizendo palavras de um futuro nosso. Cada lágrima que faz o passar do tempo ser uma tortura, tem você longe de mim por culpa nossa ou da vida. Passo o tempo para passar o tempo com você, assim mesmo, com uma confusão gritante de palavras. É o meu relógio, o meu jeito bobo e secreto de controlar a vida. As horas no teu pulso desestabilizando o meu são muito mais bem aproveitadas.”
É preciso entender as artimanhas do tempo: a hora certa sempre chega, o amor sempre fica, o esforço sempre é recompensado, a gente sempre aprende e, graças a Deus, o mundo sempre dá voltas.
Chega um momento em que você aprende que escolhas certas contraditoriamente nem sempre são as melhores...
Psiu!!
Chega de ficar estacionado(a) néh?
Chega pra cá vamos caminhar.
Lembre-se quem vive de passado é museu.
Então destrua todas as recordações que te prendem láaa no passado.
Abra espaço pro novo, pro incrível pro gostoso, pro surpreendente.
Afinal Deus tem o melhor pra mim, e o melhor pra você.
Você só se dá conta de que está trabalhando demais, quando chega em casa e disca 0 (zero) para dar linha!
Estréia
Chega, afinal, o dia da estréia esperada.
Com ingressos esgotados, multidão desesperada
Se agita, faz bagunça e procura os cambistas.
Esses vão ganhar aplausos, tantos quanto os artistas.
A cidade revestida de cartazes coloridos,
Com a mídia alucinada a soltar os seus vagidos,
A senhora colunável olha a roupa no cabide,
Que escolha enjoada, como no “Você decide”.
Como decidir agora? Se aparecer fulana
Que a viu nesse vestido lá no coquetel da Ana?
E se escolher o verde com decote estonteante,
Será logo rotulada “Essa aí quer um amante”.
Descartado foi o verde, indecente e ousado.
E se escolher o preto, que é bem mais comportado?
Nada feito. Tem babados. Eles não se usam mais.
‘Posso parecer ousada, mas ridícula, JAMAIS!’
Eu não quero esse branco num evento de primeira,
Pra ouvir “Olha na frente, olha aquela enfermeira!”
Se usar aquele reto mais fechado e com gola,
Vou criar-me um problema: como uso a estola?
Como o tempo é insensível, sem um pingo de piedade!
Ela só se debatendo, vítima de ansiedade.
Pega o vestido rosa e o atira ao chão chorando.
Essa ela não agüenta: não tem bolsa combinando.
Sente que se aproxima o momento crucial.
Bem que usaria o cinza. É, mas falta-lhe o sal.
‘Mas, querida, é bem bonito, juro que sal não lhe falta.
Você fala por despeito, só porque tem pressão alta!’
E olhando o prateado: Custou caro, um assalto,
Mas não tenho mais sapato prateado, salto alto.
Desespero toma conta, e o marido tem que ouvir:
Quer me trancafiar em casa, eu não tenho o que vestir!
Já pensou nos mexericos aos quais fico exposta?
Eu arrumo uma desculpa : digo que estou indisposta.
Não agüento o vexame: numa dessas chances raras,
Vou posar feito palhaça pro fotógrafo de Caras?
Esse nosso casamento só me trouxe privações,
Como ir assim ao teatro, suportar humilhações?
Não sou uma provinciana, também não cheguei de Marte.
Meu azar foi ter casado com quem não gosta de arte!
