Nao Ame Sozinho
Considero um grande homem aquele que é valente para defender seu próximo, e chora sozinho pedindo forças diante de seu Deus...
QUANDO ESTOU SOZINHO
Quando estou sozinho
me permito tudo.
Estrapolo meus principios,
deturpo meus valores.
Te possuo ao meu desejo,
numa simetria de bocas.
Tenho teu corpo, teu odor,
meus braços tua moldura.
De tí faço meu circo,
um tudo que almejo.
E te faço única dos amores,
em meu total particular,
princípios e valores.
Cansado andando sem destino, sozinho brigando com a dor, tentando ser um vencedor. Quem sabe um dia conseguirei me tornar um campeão dessa horrivel batalha que machuca cada vez mais o nosso corpo e a nossa alma. Sem forças pulando as barreiras, desviando dos problemas.
Meu corpo habita sozinho
Enquanto minha mente
Vive vagando pelas ruas
Pergunto a Deus o motivo
Da minha solidão
Talvez o culpado seja o amor
Talvez o motivo seja paixão!
Há tempos pensei que amar
Fazia de nós pessoas felizes
E hoje vejo que amar
Nem sempre é assim
No âmbito de uma terra
As dores me consomem
Cade você?
Não sei nem teu nome!
Vago com meus sentimentos
Como um cavalheiro andante
Vivo jogado pelas ruas
Num mundo tão distante
De que é feito o amor?
Alguém pode me responder?
Acho que de loucuras
Que eu faço por você!
Aquele que controla sua vida prematuramente, que faz sua história sozinho(a), se defende com o que aprendeu a ter...
A maior demonstração de carinho e generosidade estará nos atos mais inconscientes, aqueles que dispensam o controle de sua própria vida.
Seu rugido é de leão, mais a atitude é de hiena, você nunca fará nada sozinho, sempre dependente dos seus parças ainda acha que é esperto...Seu lixo...by.fmayoral
As vezes penso comigo mesmo é melhor ficar sozinho.
Mais sempre vai existir aquela pessoa que você meio que gosta é vai tirar sempre deste abismo.
deste sentimento tão sublime
Eu sou um cara que tenho muitos amigos e conheço muitas pessoas, mais as vezes me sinto tão sozinho, sabe, parece que as vezes te falta alguma coisa, lá dentro da sua alma.
Falando sozinho.
Ha diferentes formas de sentirmo-nos prestigiados, e isso de alguma forma quer dizer que falamos e escrevemos menos besteiras do que as pessoas estão acostumadas a ouvir ou, na melhor das hipóteses, escrevemos coisas interessantes, que fazem por merecer um “curtir”.
Tá certo que garotas gostosas, com pouquíssima roupa têm milhares de seguidores e curtidas.
Elas merecem seja porque alimentam a nossa lascívia ou porque têm mesmo um tipo de beleza que merece uma dedada no “curtir”.
Mas o motivo do texto é alertar para muitíssimas publicações opinativas, políticas ou não, aqui no Facebook, que ou não são lidas ou não merecem grande número de curtidas dos leitores.
É tal a verve desses consertadores de mundo e esculhambadores da imagem alheia, que seria bom darem uma repensada se esse é o veículo certo, o publico certo ou se as suas opiniões não vão ao encontro da maioria.
Meu conselho é:-Quer escrever para si próprio, escreva num diário.
Solidão escura renova meus pensamentos mais dispersos com a falta de coragem de estar sozinho quando devia estar contigo!
FLUXO DA SOLIDÃO
E o estar sozinho me assusta
E as copulações autrozas me condenam
E o frio me assola
E a humanidade epígena esta
Com quem tenta capsular
Epitaxiais solidões
Onde só vejo
Rostos implausíveis de ferrugem
E o que me segue é epitelial
Constituído por nenhum mortal
Conseguindo abranger essa ignota
Impressão, de uma respiração
Tão anormal.
O BLOCO DO EU SOZINHO
Ao deparar a enorme massa de gente, mais tarde calculada em 300 mil pessoas, um paradoxo: em sua maioria, os manifestantes, ali na concentração da Candelária, lembravam um personagem folclórico do Carnaval carioca, o animador do Bloco do Eu Sozinho. Era o cidadão Júlio Silva, que se transformava no Lorde João Curuti do Pelo Hempé. Em 1919 ele começou a desfilar com sua tabuleta solitária, e o fez até o fim da década de 50. Envergava uma fantasia de fraque, com chapéu de tirolês e calça listrada. Com seu pavilhão levantado, brincava alheio à multidão, cantando para si mesmo, em desacordo com o samba dos outros. No protesto da última quinta-feira, cada qual parecia erguer uma bandeira própria. Quando não desprezaram e agrediram com palavras de ordem, desconheceram as cores e as reivindicações daquele que estava ao lado. Em tese, a manifestação seria para festejar a vitória com a revogação do aumento das tarifas de transporte. Mas o clima foi outro, de confronto e hostilidade com os integrantes de partidos políticos.
