Nao Alimentar Esperancas

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Em Março de 79

Farto de todos aqueles que com palavras fazem palavras mas onde não há uma linguagem;
Dirigi-me para a ilha coberta de neve.
A veação não conhece palavras.
As páginas em branco dispersam-se em todas as direcções.
Eu dei com vestígios de cascos de corça na neve.
Linguagem, mas nenhuma palavra.

Não seja o teu pesar pelo que fizeste senão o propósito de tua futura melhora; todo outro arrependimento não é senão morte.

Somos inocentes, mas responsáveis. Inocentes perante aquele que já não existe, responsáveis perante nós próprios e os nossos semelhantes.

Nosso coração não nos pertence, pertence aqueles que nos ama.

São os sentimentos e não o intelecto que determinam as opiniões.

Culto é aquele que sabe onde encontrar aquilo que não sabe.

Não acredito ter qualquer imortalidade. O maior mal no mundo, hoje, é a religião cristã.

O amor retorna sempre ao coração nobre / como o pássaro aos ramos da selva; / a natureza não fez o amor antes do coração nobre, / nem o coração nobre antes do amor.

Nalguma preferência uma estima é baseada,
E estimar todo o mundo é não estimar nada.

Molière
O Misantropo

As palavras não devem ser senão a roupa, rigorosamente sob medida, do pensamento.

Há bons casamentos, mas deliciosos não.

Questiono-me se a guerra não é provocada senão pelo único objetivo de permitir ao adulto voltar a ser criança, regredir com alívio à idade das fantasias e dos soldadinhos de chumbo.

Disseram que dei vexame bebendo champagne no sapato de Sophia Lorem. Não é verdade. Derramei quase metade porque ela se recusava a tirar o maldito pé do sapato.

até que enfim
não dei em nada
dei em mim

Quem serve bem o seu país não precisa de antepassados.

Não se renuncia a um homem por causa de um defeito.

Gotthold Lessing
LESSING, G., Minna von Barnhelm, 1763

Não há quem apresse mais os outros do que os preguiçosos depois de haverem satisfeito a sua preguiça, a fim de parecerem diligentes.

O dinheiro não traz a felicidade daquele que não o possui.

Há dois graus no orgulho: um, em que nos aprovamos a nós próprios, o outro, em que não podemos aceitar-nos. Este provavelmente o mais requintado.

Com a sua intuição a juventude sabe que o mundo está cheio de forças; mas não chega a entender qual o papel que a fraqueza, nas suas diversas formas, desempenha no mundo.