Nao Alimentar Esperancas
Se uma criança não pode aprender da maneira que é ensinada, é melhor ensiná-la da maneira que ela pode aprender.
Carta de mim para mim
Um lembrete para que eu não esqueça o quanto sou amada e protegida por Deus, até nos mínimos detalhes.
Mesmo quando, por tantas vezes, não consigo me perceber assim.
Sou especial.
Uma joia única, lapidada pelas mãos Dele, carregando em mim uma essência rara e uma cultura singular que me atravessa e me forma.
Já percebi, em muitos momentos da vida, que sou como as meninas dos olhos de Deus.
Mesmo quando o mundo parece desmoronar, existe um certo cuidado ao meu redor, uma proteção silenciosa que me sustenta.
E eu sei: isso é obra Dele.
Mas às vezes a gente se perde…
fica sufocada em meio a tantas coisas, tantos pesos, tantos silêncios.
É fácil se sentir pequena diante do barulho do mundo, diante das dores que atravessam a alma e confundem o coração.
Por isso é preciso parar.
Respirar.
Lembrar.
Lembrar de tudo aquilo que já atravessei.
Lembrar das vezes em que pensei que não suportaria e, ainda assim, fui sustentada.
Lembrar que há uma presença cuidando de mim, mesmo quando meus olhos cansados não conseguem enxergar.
Então deixo este lembrete.
Esta carta de mim para mim mesma.
Para que, nos momentos de escuridão, quando a fé vacilar e o coração se apertar, eu consiga trazer à memória o meu valor.
Que eu me recorde de quem eu sou, de quem me sustenta e do amor que me guarda.
E que, mesmo nos dias em que tudo parecer desmoronar, eu nunca esqueça:
sou profundamente amada,
cuidada em silêncio,
e protegida por Deus.
E ainda assim reforço a mim mesma: sou amada e protegida por Deus até nos mínimos detalhes.
Mesmo quando o mundo parece desmoronar ao meu redor, há um cuidado silencioso que me envolve, uma presença que me sustenta quando minhas próprias forças vacilam. Já percebi tantas vezes que sou guardada como as meninas dos olhos de Deus.
Mas a vida, às vezes, pesa. Há dias em que a alma se sente sufocada em meio a tantos ruídos, tantas dores que tentam me fazer esquecer quem sou.
É nesses momentos que preciso parar.
Respirar.
E lembrar.
Lembrar que existe uma mão invisível me guiando, um amor que me protege mesmo quando não consigo ver.
Por isso deixo mais uma vez este lembrete, esta carta de mim para mim mesma.
Para que, quando a escuridão tentar me envolver, eu consiga trazer à memória o meu valor, recordar o quanto sou amada e reconhecer, mais uma vez, que nada do que sou nasceu por acaso.
Fui pensada, cuidada e guardada por Deus, até aqui. ✨
Hoje me perdi nas lembranças.
Não foi distração.
Foi mergulho.
Mergulhei nas versões antigas de mim
na menina que acreditava demais,
na mulher que suportou em silêncio,
na que quase desistiu,
e na que decidiu ficar.
Algumas memórias ainda doem.
Outras me aquecem.
Mas todas me construíram.
Perder-me nelas não foi fraqueza.
Foi reconhecimento.
Porque toda vez que volto ao que fui,
entendo com mais clareza
a força de quem me tornei.
Se quiser, deixo um título à altura desse mergulho.
Hoje me perdi nas lembranças…
e, por um instante, não quis me encontrar.
Voltei a lugares que já não existem como antes,
revivi vozes que hoje só moram no silêncio,
toquei ausências que ainda sabem o meu nome.
Há memórias que abraçam.
Outras apertam.
Algumas ensinam.
E todas, de algum jeito, nos lembram de quem fomos.
Hoje eu me perdi…
mas talvez tenha sido só a alma visitando
as versões antigas de mim
para ter certeza
de que sobrevivi a todas elas.
A única coisa que eu queria agora
era colocar a minha mente no modo não perturbe
e desativar os sentimentos,
só por um instante.
Silenciar esse barulho dentro do peito,
deixar o coração em repouso,
como quem fecha uma janela
para que a tempestade passe lá fora.
Não para deixar de sentir para sempre,
mas apenas para respirar um pouco
sem o peso de tudo que transborda.
Porque há momentos
em que a alma só precisa
de silêncio
para não se partir. 🌙
Quando quero, quero. Quero de fato. E vou buscar. Não espero nada de ninguém com relaçao às coisas materiais, é claro.
Reflexiva — porque penso antes de me entregar.
Profunda — porque não sei viver na superfície.
Contida e moderada — porque aprendi que nem todo sentir precisa ser alarde.
Mas intensa…
ah, intensa quando se trata de amar.
Não amo pela metade.
Não fico onde não posso florescer.
Não ofereço o que não sou.
Posso parecer calma por fora,
mas dentro de mim o amor é mar cheio
não faz barulho à toa,
mas quando decide tocar a margem, transforma.
Faz parte de mim essa dualidade:
a serenidade que observa
e o fogo que aquece.
E talvez seja isso que me define
não a intensidade isolada,
mas a consciência com que escolho onde depositá-la.
..."Se Cristo não ressuscitou da morte, então nossa fé é vã." - E num piscar de olhos transformou-se o evangelho na mais desprezível promessa irrealizável, na vergonhosa doutrina da imortalidade pessoal... O próprio Paulo pregara-a como recompensa!...
Que adianta eu tomar os medicamentos da farmácia ou consultar os médicos, se não colocar a minha fé e a minha confiança em Deus?
E quem disse que precisa ser perfeito? Pra mim bastar ser real a ponto de não me arrepender.
Você é capaz?
Declarar amor eterno é tão falso quanto parece ser. Você pode amar, só não pode decidir quando vai começar e nem por quanto tempo vai durar.
Não importa que caminho você escolha, você será uma pessoa maravilhosa! Com uma paixão ardente no seu coração, dê o seu melhor. Dê o seu melhor para viver! Mesmo que se sinta solitário.
A melhor fortaleza que existe é não ser odiado pelo povo, pois mesmo que possuas fortalezas, se o povo lhe odiar, elas não te salvarão.
Não confunda aventureiros com empreendedores, o aventureiro é aquele que quer crescer, mas não tem o mínimo de preparo emocional para superar os obstáculos que encontra pelo caminho, na mesma proporção que se envolve de corpo e alma em um projeto, desiste no primeiro problema que encontra, já o empreendedor avalia o erro cada vez que algo dá errado, persiste em seus propósitos, muda a estratégia, muda o caminho, muda a receita, mas obtém êxito naquilo que ele acredita.
