Nação
Brasil.
Ó rica nação amada
Diz teu povo entusiasmado
Nada supera o belo
Do teu céu iluminado
Com modéstia teu esplendor
Ostenta teu estrelado.
*São Demasiado Pobres os Nossos Ricos*
A maior desgraça de uma nação pobre é que, em vez de produzir riqueza, produz ricos. Mas ricos sem riqueza. Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados. Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro e dá emprego. Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. Ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.
A verdade é esta: são demasiado pobres os nossos «ricos». Aquilo que têm, não detêm. Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros. É produto de roubo e de negociatas. Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram. Vivem na obsessão de poderem ser roubados. Necessitavam de forças policiais à altura. Mas forças policiais à altura acabariam por lançá-los a eles próprios na cadeia. Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade. Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem.
O maior sonho dos nossos novos-rícos é, afinal, muito pequenito: um carro de luxo, umas efémeras cintilâncias. Mas a luxuosa viatura não pode sonhar muito, sacudida pelos buracos das avenidas. OMercedese oBMWnão podem fazer inteiro uso dos seus brilhos, ocupados que estão em se esquivar entre chapas, muito convexos e estradas muito concavas. A existência de estradas boas dependeria de outro tipo de riqueza. Uma riqueza que servisse a cidade. E a riqueza dos nossos novos-ricos nasceu de um movimento contrário: do empobrecimento da cidade e da sociedade.
As casas de luxo dos nossos falsos ricos são menos para serem habitadas do que para serem vistas. Fizeram-se para os olhos de quem passa. Mas ao exibirem-se, assim, cheias de folhos e chibantices, acabam atraindo alheias cobiças. Por mais guardas que tenham à porta, os nossos pobres-ricos não afastam o receio das invejas e dos feitiços que essas invejas convocam. O fausto das residências não os torna imunes. Pobres dos nossos riquinhos!
São como a cerveja tirada à pressão. São feitos num instante mas a maior parte é só espuma. O que resta de verdadeiro é mais o copo que o conteúdo. Podiam criar gado ou vegetais. Mas não. Em vez disso, os nossos endinheirados feitos sob pressão criam amantes. Mas as amantes (e/ou os amantes) têm um grave inconveniente: necessitam de ser sustentadas com dispendiosos mimos. O maior inconveniente é ainda a ausência de garantia do produto. A amante de um pode ser, amanhã, amante de outro. O coração do criador de amantes não tem sossego: quem traiu sabe que pode ser traído.
Mia Couto, in 'Pensatempos'
Bastou a nação ter se unido
Ontem parecia estar perdido
Loucos ficaram pra ti matar
Surpreenderam todo mundo
Organizaram tua derrubada
Nosso "DEUS" não permitiu
A nação rezou e fez pedidos
Ratificaram nosso Presidente
Ontem,hoje e para sempre!..
Somos maiores do que todas as divergências. Formamos uma nação que se expressa na mesma língua e ama a mesma bandeira.
Não consigo acreditar que uma nação, que tem cientistas, escritores renomados, juristas de excelência, empresários honestos e trabalhadores dignos, seja governada por grupelhos de ignorantes cívicos.
"Como re-fazer a história de uma nação, sem recorrer às fontes fidedignas que são os ARQUIVOS HISTÓRICOS?"
Barrufaram o erário da nação
Beneficiando seus próprios socavões
Biarticulado dentro e fora da região,
Boatando falsas estatísticas as populações
Bufaram grande pobreza ao concidadão.
Quase sempre,um simples tapinha nas costas em tempo eleitoral, ilude um tolo e empobresse uma nação.
Na esperança de ver a Paz à Nação
Da guerrilha, sobreviveu
Com expectativa de receber uma pensão,
O Antigo Combatente morreu!
MATARAM O REI -
Mataram o Rei! Há sombras pelo ar ...
Há nevoeiro sobre as Quinas da Nação!
Mataram a Alma de Portugal!
A nossa Pátria perdeu-se do coração!
A Coroa dos Heróis desfez-se em pó!
Passámos a beber do mesmo graal:
o cálice de D. Amélia, tão só,
qu'inda assim perdoou a Portugal!
E de que fibra fora eleita tal Senhora,
que de lágrimas desfeita, sem destino,
tendo ao colo, amortalhado, o seu menino,
entregou o Coração a este povo,
sofreu calada, recomeçou de novo,
dia-a-dia, triste, só mas sonhadora?!
Ricardo Maria Louro
Em profunda Admiração a D. Carlos, a D. Luis Filipe e a D. Amélia de Orleães.
D. Amelia:
"A dor cobriu tudo. Esvaziou-me o Espírito. As recordações desapareceram. Estou incapaz de chorar. Inerte."
Lutamos contra a noção de que uma nação, um povo, uma raça, um gênero ou uma espécie tem o direito de dominar, controlar, usar e explorar a outra com impunidade.
O pior erro da nação Brasileira na educação, foi cair no contexto de: "Meu filho, não vai passar pelo o que eu passei!" Saíram das muitas dificuldades da vida, para as muitas facilidades.Assim surgiu uma geração de fracos e deprimidos.
"IFP-CHIBATA"
Lugar de transformação do homem
Os futuros professores da nação
Formam-se nesta magna casa
Os guerreiros que lutam com giz nas mãos
Às mil maravilhas e orgulhosamente
A tua venustidade, à todos fascina
Bem-haja IFP-Chibata eternas vezes!
E bem-haja senhora Directora Celestina
Pelo seu contributo para IFP-Chibata ser mais brilhante
25 de Maio de 2007
É o dia e o ano da tua fundação
Hoje passam 12 anos reluzindo para o povo
Transformando os filhos do povo para povo
Em verdadeiros espelhos da sociedade, oh professores!
Oh, IFP-Chibata
Você é uma árvore frondosa e frutífera
Que dá os frutos mais doces do mundo
São professores os frutos que você dá
Homens e mulheres que erguem Moçambique a cada segundo
Oh! IFP-Chibata
Você é digno de merecimento e reconhecimento
A cada professor formado, você merece agradecimento
Bem-haja glorioso IFP-Chibata para sempre.
Xadreque Pedro Janasse
25 de Maio de 2019
