Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
Ele: Você já pensou que amar, uma vez que seja. É bom?
Eu: Já, já pensei tanto que meu coração se sente seco, mas a questão não que eu nunca tenha amado. Já amei, e olhe que já amei de mais, o problema é a confiança.
Ele: Você não confia que eu possa lhe fazer feliz?
Eu: Confiar eu confio, mas não que eu vá deixar me levar por você, você é um garoto, e garotos machucam. Sem e absolutamente um pingo de pena.
Valorize quem te ama, pois uma vez que perder quem te dá valor aumentarão as forças de quem te despreza.
Eu sinto que estamos cada vez mais perto do fim ...
Pois eu não sei até quando vou viver assim ,
o meu pensamento vive fixo em você,
e quanto a você ,
ah , você as vezes nem se lembra de mim .
Está cada vez mais difícil de viver nesse mundo onde o homem ama a matéria..., pessoas mentindo uma para outra... A verdade parece mentira a mentira parece verdade e assim a situação só piora...
Como podemos acreditar em amor?
Essa é a pergunta que muitos fazem e não obtemos resposta, eu me pergunto como uma pessoa tem coragem de impedir a felicidade de outra?
O que as pessoas pensam para agir assim?
...Quer saber não irei me importa com a opinião das outras pessoas, vou fazer do meu jeito do jeito que acho certo quer queiram ou não.
Eu vou arrancar esse coração daqui de dentro e colocar uma máquina, assim, em vez de amar e sofrer, eu produzo algo e lucro.
Quando você me vê a primeira vez sua impressão é de que sou louca, quando você realmente me conhece, descobre que sou anormal.
POEMA DO CÉU
Se eu vier a nascer de novo
Pedirei ao Senhor da vida:
Seja esta a vez da minha morte.
Mandai-me velho,
Com todo o tempo que tive
Deixai-me progressivamente
Eu regressar.
Largai-me cambaleante como uma criança
Nos seus primeiros passos.
Que daí eu desça, remoçando.
Com a carga de tudo o que é meu
Das coisas que vi e fiz.
E siga esquecendo, desaprendendo
Diminuindo ou aumentando.
E que tudo vá se diluindo e consistindo
No olhar atento e sentidos perfeitos de moço.
E que siga esquecendo,
Tudo que lembre dure o tempo de esquecer.
Que a mim seja da beleza
De primeiro ver o crepúsculo
Pra só depois ver a aurora.
Que as estrelas e a lua, eu veja antes
Que a luz ofuscante do sol.
Que as mulheres se surpreendam
Com os beijos que sugarei de suas bocas
Que eu siga de tudo esquecendo...
Que as estações se invertam
Da forma como eu venho vindo e indo.
Que eu veja as águas que não se repetem
Descidas distas dos meus olhos, um dia.
Que as chuvas primeiras sejam as derradeiras
E eu já colha antes de plantar.
Que o meu primeiro presente, uma bola furada
Dê-me a alegria de um menino encantado.
Que eu desça ou suba deslembrando...
Desaprendendo, tendo o sentimento adulto.
Até sentir-me
No regaço de minha mãe
Sugando o colostro,
Que se abram as portas
Por onde entrei e saí
E de tudo esquecido.
Eu não entendo às vezes meus sentimentos. Tem dias que me sinto feliz e de vez em quando fico muito triste. Certamente, há uma confusão de pensamentos dentro da minha mente. Eu tenho medo está errando e escolhendo caminhos sem volta, depois as consequências serão gravíssimas. Mas, será que estou me enganando? Quem tem a resposta verdadeira, meu coração?
Eu costumo me divertir criando meus personagens. Eles são tão enigmáticos!
Uma vez, escrevi sobre uma vampira linda, e numa tarde qualquer, ela apareceu para mim. Sério. Foi a primeira vez que algum personagem meu se materializou.
Eu fiquei apaixonada. Ela se chamava Gabrielle.
Hoje não sei dizer se eu realmente me apaixonei pela sua figura física, ou se me apaixonei por mim mesma.
Achando que esse fato curioso jamais se repetiria, a tão magnífica bruxa de Anne Rice, que se tornou vampira, e que eu tive a audácia em dar-lhe um conto explicando “tudo”, simplesmente surgiu do nada.
Do nada, vírgula. Na verdade foi em uma de minhas entrevistas de trabalho, quando fiquei frente a frente com Mona Mayfair. Foi uma visão quase mística. Não sei te explicar se foi o seus longos cabelos lisos e vermelhos, ou se aqueles olhos assustados e frios quem me seduziram.
Me senti gay, mas eu me permitir ter esse luxo, afinal, a imaginação era minha.
Uns dizem que sou irreverente. Eu nem sei o que é isso. Isso é legal?
Eu não sei da onde herdei essa coisa de criar estórias e colorir o mundo. Sou bem diferente das minhas irmãs e o oposto da minha mãe. O meu pai conseguiu ser um estranho para mim. Não sei te explicar e nem preciso.
O que sou hoje? Ou seria, em que tenho me tornado? Essas perguntas buzinam dentro de mim há anos.
Uma coisa eu sei. Adoro fazer as pessoas se sentirem alguém, importantes.
Algumas me irritam até a morte, confesso; outras conseguem ser insignificantes. Raras vezes fico maravilhada com o restante, porém, acho que são essas pessoas quem me dão força para continuar a batalha nesse mundo improvisado, errado.
Não é à toa que fico ai, escrevendo e nascendo. Apagando e reescrevendo. Vivendo!
Toda vez que classificamos as pessoas em nossa vida,corremos orisco de esquecer alguém,de não demonstrar atenção á todos por igual,mas não é bem assim, é que as recordações vão aparecendo e vou expondo-as sempre que possível,mas tenham certeza que todas tem um significado especial em minha vida.
Não tem problema possuir metas. Só não entendo esse mundo que se torna cada vez mais passageiro com pessoas que misturam sonhos descartados com ganância mastigada. Gostaria de entendê-las e me entender também, já que sou humano e, conscientemente, possuo metas, porém me recuso a deixar de pensar.
Uma vez chegaram em mim e me perguntaram se eu seria a pessoa certa pra voce! Eu fiquei pensando nisso durante um tempo ai eu cheguei a conclusao que eu te amo mais que tudo nesse mundo! E que enquanto agente estiver juntos vou fazer de tudo para te fazer feliz! Você quer namorar comigo?
Misteriosamente vou me aprofundando cada vez mais dentro de mim e me espanto ao me ver diferente...
espelhos múltiplos,mil faces...
Esperança
O bom nasce outra - vez
Encarnado no belo, sem forma e sem cor
O bom nasce outra - vez
Amado pelos guardiões da vida e odiado por aqueles que têm fome de dor
O bom nasce outra - vez
Não percebo o tempo
Não sinto o frio do vento
E nem tão pouco tormento
Ao tirar minha sorte em uma caixinha de realejo
Porque, aqui dentro eu sei
O bom sempre nasce outra - vez.
Elementos
Aproximou-se do espelho bem devagar
Desta vez quem é ela?
Qual história será trazida nela?
Não há mais espaço para o que carregar.
Ritual sagrado, a ÁGUA morna chega para arrepiar
Nada se esconde aqui tudo é seu
O que era maldade, pela nuca escorreu
A noite começa a ser dela, mesmo que seja só para olhar.
Toda a mágoa insuspeita agora é jogada por TERRA
Blusa negra abotoada
A cicatriz do lado esquerdo, que morra sufocada
Sobe no salto, e o principio triste se encerra.
O cálido e poderoso momento já a espreita pelo AR
Pescoço e colo atraem uma doce essência
Costas e cintura sugam a névoa com suave eficiência
Leva a mão ao cabelo e pro espelho vai o seu último olhar
A porta bate e o FOGO corre doente para queimar
A boca rosa já está possuída por um sorriso iluminado
Vendeu a alma ao paraíso e o inferno caminha ao lado
-Bem vinda á noite, senhorita.Vêm para se perder ou se encontrar?
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