Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
"Cada vez que um ser humano comete injustiça e violência contra seu semelhante, destrói a fé e a esperança de milhares."
Entre a flor e o espinho (Luiz Borges)
Certa vez uma moça muito linda e prendada se deparou em uma situação inusitada: 1 - Primeiro não se dera muito bem no seu casamento; 2 - Vivia e sonhava com o seu novo príncipe encantado; 3 - Eis que de repente, ao aparecer em uma rede social, em uma foto bastante chamativa e sedutora, chovera de comentários os mais diversos.
Diante do acontecido, a moça ficou encantada com tantos elogios e flertes, os quais a deixaram meio indecisa.
Ficou numa encruzilhada assim tipo a flor e o espinho! De que lado eu vou?...
Achou lindo o comentário de um jovem solteiro que a chamou de "linda esta minha paixão" e ao mesmo tempo, deparou-se com um outro comentário de um homem maduro, bem casado e vovô, que a chamou de linda, charmosa e sedutora.
Aí a moça linda parou e pensou:
De que lado eu vou?
- O jovem ainda é uma flor, que poderá mais tarde trazer alguns espinhos;
- O velho, já é um espinho!
Você quer saber, não vou nessa não! Vou esperar mais um pouco, por que quem sabe o meu príncipe encantado ainda está para nascer?!!!
É difícil levantar da cama em uma sociedade onde as pessoas preferem um Status em vez de ler um livro
Vaidade…
Um vazio crescente cada vez que é falsamente suprido...
Uma busca incessante pelo prazer momentâneo e sufocante.
A imagem do que se é em contraposto com o que se vê.
Vaidade... É isso que vejo nos olhares tristes de quem acredita ser mais do que é.… vaidade... É isso que sinto nas atitudes desesperadas e egoístas por prazer.
Vaidade... É isso que ouço nos gritos abafados pelos discursos arrogantes...
Vaidade, vaidade e mais vaidade...
E é quando deixamos de lado a arrogância da vaidade e a ilusão da supremacia
Que descobrimos que a escuridão de tudo isso nós impede de ver a luz.
Um aprendizado por vez! O depois fica pra depois... Uma criança que não sabe andar, se preocupa em bater o recorde dos 100 metros rasos?
Toda vez me quebro
Me parto nesse mundo
E mal consigo pegar um ônibus
De volta para casa
Mas ainda sim espero me recompor
De bar em bar criando historias
Não pros outros, mas pra mim
De pássaros e amores
Tardes e cores
Me chame de egoista, sim
Eu apenas quero não sofrer
E ser inteira de novo
Mas eu sei que ninguém vai me ajudar
Ninguém ouve tão bem para me ouvir
E mais uma vez crio historias para mim
O mundo é uma disputa
De quem mais disfarça suas tristezas
Com pássaros, amores
Tardes e cores
E me chame de egoísta, não ligo
E eu só nao quero sofrer
Ser inteira de novo
Lista de como ir embora de uma vez:
1. Não se despeça.
2. Não diga adeus.
3. Não escreva uma carta ou dê justificativas para alguém.
4. No dia seguinte não sinta culpa, só o alívio de se encontrar em paz consigo mesmo, sem ter vozes alheias atrapalhando sua conversa com si próprio.
5. Vá embora rápido, correndo e sem olhar para trás.
6. Não pense em voltar.
7. Não se preocupe em ligar.
8. Ou avisar que está indo, uma hora eles notarão e você já estará longe demais para que tentem te trazer de volta.
9. Um passo seguido por outro, vá embora.
10. Não acene.
11. Não mande beijos ou chore.
12. Vá embora com a certeza que não deveria mais continuar parada.
13. Vá embora com a certeza que não há motivos para ficar.
Obs: E se caso você não cumpra qualquer um dos itens acima, talvez você não deva realmente ir embora.
4
Vivemos com medo, e o medo acumula, como cicatrizes de batalha, cada vez que voltamos para um relacionamento temos mais medo. Com o corpo cada vez mais machucado precisamos cada vez mais de armaduras para nos protegermos, mas a mesma armadura que nos protege nos limita, estamos cada vez mais limitados e cada vez que começamos de novo somos menores, mais frágeis e limitados. Temos medo de tudo quando começamos, medo de sermos traídos e medo de trairmos, medo de sermos fiéis e por isso sermos humilhados daí então fingimos indiferença, desapego, quanto mais desapego mais bonito, mais saudável. Temos medo de não ser a pessoa certa, daí então não levamos a sério, mas temos medo de ser a pessoa certo e se arrepender de não ter levado a sério. Temos medo de ser a pessoa certa, mas na hora errada, e perdemos essa chance para sempre, porque o que se acontecesse daqui a dois anos poderia durar a vida toda, mas acontecendo agora não dura um ano. Temos tanto medo que trocamos muito da nossa vida, sacrificamos tanto de nós só para não correr o risco de sermos chamados de idiotas.
Neste imenso teatro chamado vida, diante a um mundo cada vez mais complexo, fica cada vez mais difícil, saber qual papel você está desempenhando, diante a tantos artistas reais, alguns iniciantes, outros medianos, poucos excepcionais, a grande maioria canastrões, que corroboram entre si, na criação de cenários e contextos falsos, que iludem, julgam e conduzem os que não estão representando, sempre em prol de segundas intensões que se traduzem em poder, prazer e dinheiro.
Por vez estamos em um mar de dificuldades e provas. Só a Fé é que nos permite não temer e caminhar sobre essas águas.
Cada vez mais as pessoas procuram por algo e não encontram.
São pessoas que caminham sem um proposito, sem um verdadeiro sentido de viver.
Certa vez uma alma se encantou por um passarinho
E amava vê-lo
Entre folhas e flores
Lindo pelos ares
Com a altivez e beleza de um ser livre
Mas a alma queria mais
Almejava aquela presença permanentemente
Pensava que só assim seria feliz
Pobre alma
Esqueceu que a beleza que a nutria
Era a liberdade que ele demonstrava
O trancafiou entre seus dedos
O impediu de voar
Triste passarinho
Ali não quis mais ficar
Disse adeus a egoísta alma
Que de coração partido
O deixou voar
Alma triste vivia a acreditar
Quem sabe um dia
Meu passarinho sente saudades
E feliz venha me visitar
Yara Alves
“(...) Era uma vez, duas sementes. Um dia uma delas foi lançada num coração fértil. Ela brotou, cheia de vitalidade, almejando ser uma bela e grande planta que perdurasse por muitos anos. Contudo, não foi cultivada, e desnutrida esmaeceu. Em contrapartida, a outra semente caiu sobre um coração não tão fértil assim, talvez ainda preenchido por raízes de outras sementes que nele, um dia, conseguiram brotar. Tal sementinha, minúscula, ficou lá, quietinha, sem se desenvolver, apesar de receber toda luz que precisara, toda água que necessitara, por dias, por meses, até que seu jardineiro, triste, confuso, desistiu de tratar deste plantio...Enfim, sementes são assim...Talvez esta pequenina um dia brote, mesmo sem ter mais seu jardineiro por perto.”
Sentimos todos! Essa ameaça sem nome tem se aproximado cada vez mais dos nossos corações. Vivo em um local de certa paz. Meus vizinhos são moderadamente calmos, até ouvirem a voz dele. E se eu te disser que Deus pode ter sido uma invenção humana? E se eu te disser que os verdadeiros demônios estão lá encima, no frio e sem vida, o espaço. Que habitam as águas do mundo, acreditaria em mim?
Pois é... a vil literatura do árabe nos disse quem são. Os verdadeiros donos desse mundo, o senhor dos Grandes viajantes de tempos imemoriais está aqui! Eu não consigo rezar, PRA QUEM VOU REZAR? Ele fala comigo, de onde pacificamente jaz. O rei do submundo flutuante está perto! Sob as montanhas espalha loucura, sob os vales fétidos de Dagon, ele vem. Meus filhos...minha esposa... São dele agora. Ele me pediu isso, ele me ordenou! Eu não queria! Minhas mãos apenas empunharam a lâmina que os entregou a ele. Mas seus sussurros não param. Eu posso ouvi-lo, eu posso senti-lo. O grande senhor dos Antigos está aqui! Meus vizinhos estão barulhentos agora. Afinal, não é muito difícil assustar um sanatório inteiro! Hahahaha
Ouço vozes em coro: "Ph'nglui mglw'nafh Cthulhu R'lyeh Wgah'nagl fhtan."
Ele vem...ele vem...
Homenagem a H.P Lovecracft e um presente de noivado para um grande amigo. Daniel Santos, sei que as adversidades da vida nos distanciaram mais do que gostaria, mas com esse conto baseado em um dos seus escritores favoritos, eu eternizo meu carinho e admiração por ti. Um abraço tentaculoso e ancestral, amigo.
A vida tem espetacularmente cada vez mais um preço fictício mais alto e choros cada vez mais breves e temporais bem próximos da corriqueira contumaz banalidade em uma sociedade atônita, indefesa e letárgica perante tanta corrupção, impunidade, insegurança e ilegalidade. O pedido de justiça só perdura provisoriamente em tempo limitado, enquanto arrebanha votos oportunistas, remarcam antigas bandeiras ou vendem mais revistas, noticias e jornais.
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