Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
Louco
(F.Franklin)
Um medo de cada vez.
Menos explicação sobre a conduta.
Mais Beijos e abraços durante a luta.
Menos desprendimento e menos culpa.
Vai com calma "senhor Cortês"
A vida tem reviravolta...
Sei que a preferência é por mais ousadia e menos sensatez.
Afinal tudo é um espetáculo ao longo do dia.
A gente só dá certo quando assume mais riscos e menos rebeldia.
Mais doideira e menos poesia.
Pelos menos nessa tarde vazia ou em madrugadas longas e frias.
A distância é detalhe, é pura magia. Dá leveza pra alma, e mesmo sem contato arrepia.
Eu ando sendo insanidade, brincadeira, diversão, raridade e alegria.
Se quer participar, entre!
Mas entre sabendo que sua existência não faz a menor diferença para a minha companhia.
Compremos a loucura, e nos tornemos
loucos que brincam de pique esconde em plena luz do dia.
Quem fez dos bens materiais um fim, em vez de um meio, pratica idolatria, porque “ninguém pode servir a dois senhores, a Deus e ao dinheiro”. Quem serve é servo, escravo, inferior. Quem serve ao dinheiro proclama o dinheiro seu senhor e soberano, e a si mesmo servo e súdito. Mas quem obriga o dinheiro a servir-lhe é senhor do mesmo, porque usa o dinheiro como meio para algum fim superior.
De vez em quando a gente precisa dar um tempo de tudo... Se afastar do que já não nos faz bem, cuidar da mente, do corpo e da alma para não adoecer.
Dessa vez foi um tal de Roberto que ligou. Tinha a voz afeminada (não que eu tenha algo contra.)
— Em que eu posso te ajudar, Roberto?
Ao fundo, eu podia ouvir um forte batidão sertanejo.
— Sinto falta daquele canalha.
Voz afeminada. O que foi que eu disse?
— Vai ficar nessa foça até quando? Desliga a merda dessa música sertaneja, coloca uma eletrônica e vai dançar. Sabe dançar né, bem?
— S-s-sim. — Ele gaguejou.
— Ótimo. Achei que só sabia apanhar da bad.
O telefone ficou mudo.
Cinza sim...mas não cinza para sempre...um dia de cada vez.. Quem é de coração sabe as dores que carrega por dentro.
Entendimento....É necessário entendimento...
Certa vez!
Ao ouvir cânticos de despedidas
Fiquei pensando na vida
Que levo
Para um outro eu
Se tenho preocupações demais,
Tiro a paz de mim
E de meu outro eu.
Por que não,
levar sempre a vida
Na simplicidade?
Se após o corpo cessar!
Só restará de mim,
O meu outro eu.
E quando para mim,
Cantarem despedidas
Só quero estar com a paz de mim;
Em meu outro eu.
" Já dividi um sentimento e fui enganado por momentos, desta vez irei rever esse tormento em forma de amor farei meus lamentos, apaixonado sou apaixonado serei, vivo cada dia pra fazer falta pra pessoa que um dia amei..."
Ter os olhos fito é uma qualidade de nosso autodomínio, é fixar um só objetivo de cada vez, estando atento e pronto para ser um vencedor.
UM DIA DE CADA VEZ!!!!!
Há quem viva com as
mãos sempre ocupadas
Uma é segurando o ontem,
e a outra é puxando o amanhã
para o hoje.
Acredite....
VIVER um dia de cada vez,
é mais do que suficiente para
nós.
Jesus nos deu dois conselhos:
" Não andeis cuidadosos quanto
à vossa vida". Mateus 6:25
"Não vos inquieteis, pois, pelo
dia de Amanhã: Mateus 6:34
Deixe as mãos livres
só assim você terá condições
de desfrutar do HOJE.
Acredite....
O ontem e o amanhã são
pesos para o teu coração.
A ciência tecnológica nos tornou animais dependentes de um sistema, que nos transforma cada vez mais em humanos inconscientes.
Em dias de tempestades oramos por ventos brandos.
Um dia de cada vez é um remédio pra viver sem atropelar o que vem de bom ao nosso encontro.
Levanto as velas quando o vento sopra em favor do que eu quero e agradeço a Deus.
Shakespeare disse certa vez, "Deus é um ótimo escritor mais escolhe muito mal seus enredos", porém eu penso diferente, "Deus é um ótimo escritor mas esqueceu de ensinar as pessoas a interpreta textos.
Por-Tiago Maia
Um passo de cada vez rumo ao que de melhor a vida tem para me ofertar: um sorriso, um aroma, um abraço, um amor. Enfim, tudo que faz minh'alma brilhar.
CONTO DE NATAL: O Caçador e o Anjo
Era uma vez um jovem Anjo que duvidava da existência dos homens. Ele via uma forma de carne, ossos, sangue, pele, cabelos, uma forma material. Essa forma se movia, alimentava-se e descansava, mas ainda assim o Anjo duvidava de que fosse um homem.
O anjo sabia que os homens são espírito e matéria, e que ele tinha uma missão: cuidar de um deles. Porém, questionava se a forma rude que enxergava era mesmo de um ser humano.
O homem, chamado Estevão, só acreditava no mundo material e ria quando alguém lhe dizia que existiam anjos. Um dia ele foi caçar numa floresta e, correndo sobre o mato úmido atrás de um veado, bateu contra o tronco de uma árvore morta que estava caída no chão. A arma escorregou de suas mãos e um forte estrondo, como o rugido de um leão, agitou a floresta. Rapidamente os pássaros revoaram e animais pequenos voltaram a suas tocas. Ao cair no chão a espingarda disparara e o caçador, com tão pouca sorte, foi ferido.
Estevão, lá deitado, vendo o sangue escorrendo de seu peito, olhou para o céu a fim de pedir socorro e, num raio de sol que penetrava pela copa das árvores, divisou a imagem de um anjo com suas asas brancas.
O Anjo, por sua vez, ao ver o homem clamando por Deus, percebeu seu espírito. Ambos se olharam com curiosidade e, em seguida, passaram a se examinar mutuamente.
– Você é um Anjo? – Então os anjos existem! – disse o homem, admirado.
– Você é um homem? – Então os homens existem! – exclamou o Anjo.
Ambos deram-se as mãos. Estevão, no entanto, havia perdido muito sangue e desmaiou. Foi acordar num quarto simples, da casa de um lenhador que por acaso passara por onde ele se encontrava na floresta e, ao vê-lo ferido, decidiu a ajudá-lo.
Desde esse dia o caçador se fez amigo do Anjo, e o Anjo se fez amigo do homem. O humano sentiu-se tão feliz com seu companheiro celeste que deixou de matar outras criaturas. Agora, sua maior diversão era observar os seres da natureza: ondinas e gnomos, silfos e salamandras. Mostrou também seu mundo a seu amigo: casas e fábricas, lojas e clubes, cinemas, teatros e shoppings. Mas o ser celeste preferia as florestas, as montanhas e os mares, o ruído dos ventos, das ondas e dos pássaros.
O homem e o Anjo sempre permaneciam juntos, e os sensitivos que por acaso os viam, detinham-se perplexos a observá-los: ambos caminhavam juntos, tão serenamente que ninguém sabia se o homem era guiado pelo Anjo ou se o Anjo era guiado pelo homem.
Isabel Furini é escritora e poeta.
Toda vez que você adora, você tem a oportunidade de levar alguém contigo.
Adore, adoração é um ato contagiante.
Mais uma vez, vivemos um momento importantíssimo na história. Pintei a cara no início dos anos 90 quando estudava em MG sendo que de lá pra cá, minha juventude amadureceu e, a única mudança educacional consciente que presenciei foi a de uma ínfima minoria. Aí o "x" da questão, EDUCAÇÃO. A história infelizmente se repetirá, imprensa tendenciosa, 1% de empresários patrocinando os lobistas e políticos de Brasília, do Amapá e do restante do país. Monopólio, privilégios, exclusividade e luxo de poucos que monitoram nosso miserável futuro, nossa estupidez e a conveniente ignorância da maioria do povo brasileiro.
Alguém me perguntou certa vez se eu já vivi uma intensidade, respondi que li um livro por dez minutos e viajei por horas.
Leve consigo seu segredo. Mas há como que um reflexo desse segredo toda vez que vejo o meu verde gramado, observo o céu estrelado, a delicadeza laranja do meu carpete e ouço qualquer vibrato de violino. Ah, leve consigo seu segredo. Mas não se esqueça da relação estabelecida com o “acaso” e a “ocasião”, de um bom tempo, que fizera parte da nossa primeira existência efêmera.
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