Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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⁠⁠Pela primeira vez de você

Pela primeira vez falei sem te ver
Sem te conhecer
Pela primeira vez te vi…
Toquei a sua mão e disse:
Boa tarde!
Olhei nos teus olhos
Ouvi a tua voz

Pude sentir o seu tom
E te li, ali frente a mim
Numa leitura extasiada
Porque era você mesmo…

Você veio até mim
E num outro dia…minha entrega
Quis te abraçar
Quis ver tua boca
Seu sorriso
Seu rosto inteiro

Por ti outra primeira vez
Desta vez tão minha
E você, você meu algo
Neste renascer em mim

Ah! Teu olhar…belo
Ouvi tua voz
Sem teu rosto inteiro…
Três vezes frente a frente,
Olho no olho…

E na quarta vez de eu e você
Algo te fiz sentir…essência, transparência
Não sei, mas ouvi…
"Você está feliz"!
Sim, eu estou feliz…
Eu sou feliz…

Porque já nasci
Porque já sou eu
Porque existo
Porque vivo

Porque amo a minha vida
Amo a vida e o belo,
O bom,
O dom,
O tom,
O som,
Eu amo
E amo…
Amo…

Depois deixei o silêncio…
Ecoar meu grito
No meu silêncio, seu eco em silêncio

Porque me indagaste:
-Quem é você?

Então…disse…
Sou a minha alma!

Este algo dentro de mim
Lá dentro
Não eu nas vestes
Ou na expressão,
Mas, a minha essência interior.

Te senti meu…
Talvez doutor ou mentor
Sei que você…você outra vez
No seu olhar
Na sua voz
Sem seu rosto inteiro…

Daí, numa quinta vez de você
Despiu- se de sua proteção
E pela primeira vez
vi teu rosto inteiro…

Você…
Você pela primeira vez
Inteiro então
Ou parte de ti…

E na minha Vitrine da Alma
Tão dentro de mim
Te vejo…
Como se fosse a primeira vez

Vejo meu reflexo pouco a frente. Minha aparência me engana, me faz morrer outra vez

Muitos preocupam-se em ter e fazer prevalecer a sua opinião em vez de procurar a “opinião” de Deus que é a Verdade.

Inserida por josepombodematos

" O Catolicismo e suas duas faces "
O catolicismo mais uma vez demonstra sinais de mudanças, mas mudanças estas forçadas, as verdadeiras mudanças estão longe de acontecer, o fato da Igreja atual ficar com dois Papas, em nada vai mudar sua teimosia em querer permanecer em constituições canônicas e dogmatismos ultrapassados, o povo católico clama por uma igreja livre das imposições legislativas que somente a alta corte clerical podem se manifestar, aclamemos por uma igreja livre de celibato, de corrupções de menores, cheia de veados enrustidos que se escondem atrás das batinas(não tem nada contra os homossexuais clericais ou de qualquer outra classe), mas tenho raiva sim, das hipocrisias da Igreja Católica, que outrora se diz ser a verdadeira, mas na verdade não passa de uma mega empresa religiosa, que fosse, mas ao menos autentica. Por isto viva os ateus, e todos que não apegam a dogmas e são felizes, afinal o Deus de todos não é melhor e nem pior fora ou dentro de uma denominação..........

Inserida por WKPHILIP1

"Os pobres cada vez mais descamisados, e os ricos, cada vez mais ricos, essa é uma verdade, que fere nossa república que busca o progresso mas, por estar em mãos erradas não sabe como vencer com a dignidade."

Inserida por lucianodalo

O riacho e sua música
Certa vez, olhamos para o rio, no auge do seu esplendor, chegamos à conclusão de que suas águas,ao declinarem e batendo em suas pedras, são bastante
parecidas com a regência de um grande coral, regido pelo horizonte... Quando as águas, ao descerem em direção ao mar, cantam suas canções...
Os nossos corações se aquietam, para poderem ouvir aquela cantiga...
Há uma infinidade de vozes, ali, dentro daqueles talentos... Ali, parece existirem clamores de sopranos,contraltos, baixos e tenores e, de cada um deles,parece haver o maior ajustamento possível, que permitirá
que todos eles sigam o ritmo, criando o mistério da sinfonia da música...
Como um rio calmo, vai correndo com sua melodia...Ela é perfeita e cresce conforme ele desce, regendo o coral, dominando profundamente o nosso ser... Com os raios derramados pelo sol, que refletem,em suas águas. Ali, acharemos a calma e a paz...
Ao lado da sonata, que é executada, para nossa admiração, observamos que, sempre, há flores em suas margens...
O útil e o belo precisam onviver,iluminando-se, mutuamente, pois, do contrário, não
haveria a harmonia, de que muito a música precisa...Mas, quem invade o espaço do rio somos nós, que não paramos para ouvir a sua melodia, que é bem gostosa de se ouvir, alegrando o nosso ser..
Pessoas se aproximam e logo dizem para as crianças: – Não se abeire, pois pode ser perigoso...
E nós a escutar, pensamos com os nossos botões: – Perigoso por quê?
As crianças aprenderiam a ouvir sua música e, com isso, aprenderiam a cantar...
Mas quem abonaria o aproximar das crianças perto das beiras, que têm suas margens floridas?...
Ninguém permitiria que elas se aproximassem, pois não haveria segurança, conforme eles diziam...
Então, elucubramos: – garantia do quê? Vista como uma maravilha da natureza, a música, que esse coral executa, não averia o porquê, de não haver uma abonação...
Muitas vezes, quando estamos em suas margens, ouvindo sua canção, tentamos imaginar, naquelas águas, que correm para o mar, rostos de pessoas, que, a nós, são caras... Às vezes, parece-nos que ainda estamos vendo seus gestos, quando olhamos para o rio... As nossas mãos são como as delas, calejadas por remarem todos os dias, contra a correnteza das águas da vida... Mãos machucadas de tanto remar contra os infortúnios da vida, elas são vigorosas, mas, ao mesmo tempo, capazes de transformar, de uma hora para outra, sua força em delicadeza...
Do mesmo modo que ele se encontra com o oceano, cantando a sua canção, o nosso mundo está cheio de fatos misteriosos, abitolado e restrito, apenas àquilo que, a nós, é visível... Nunca ficamos irritados
com suas histórias, pois, para nós, suas temulências trazem uma espécie de pozinho mágico, que alegra nosso navegar pelas águas calmas...
No fundo, estávamos convencidos de que aquele ribeirão fosse algo, extremamente, feminino, onde o feminismo significa uma atitude própria, de quem não precisa se empenhar, seriamente, nas coisas concretas da vida...
Não contestamos e, muito menos, procuramos explicações acerca daquilo, que defendemos, pois, evidentemente, não temos a capacidade de fazê-lo, pois as torrentes descem, com uma tal velocidade, que não seria possível a uma fêmea possuir a força daquelas águas...
Acostumamos a ver, todos os dias, as carraspanas descerem violentamente, levando os barcos, com uma violência, que chegamos a pensar que a vida poderia ser assim, tal qual a sua correnteza, mas, que levassem as nossas dores...
Que avaliassem as nossas relações, cantando suas melodias, que, hora parecem ser uma sonata e, em outra, um adágio a nos embalar em suas margens floridas...
Sentiríamos o seu perfume e, certamente, encontraríamos o andamento e aprenderíamos a navegar juntamente com suas moafas... Nesses assuntos, a única coisa, que poderia nos unir, às suas correntezas, além de sua música, seriam as flores em suas margens...
Dispomos de mais tempo que os arroios, pois eles descem velozes e não conseguimos acompanhá-los, pois eles dispõem de mais tempo do que nós...
Há dias em que, ouvindo a melodia, que é executada por ele, com nossos barcos aproximados, colocamo-los no rio e, juntamente, com suas correntes, vamos navegando e, juntos, seguimos a sua regência, cantando-a juntos com ele...
E, de fato, quando retornamos, desse passeio, parecemos pescadores de contentamentos, garimpeiros em busca da jovialidade, que suas melas parecem nos oferecer por toda a nossa vida, afora...
Porém, enquanto o rio corre na perfeita paz, marcando o tempo dos nossos pensamentos, com seus cantares, nossas palavras parecem suspensas, no silêncio...
Já não eram meras palavras, mas pedras preciosas, que dançavam, à nossa volta...
Entorno de nós, corria o rio do mistério... E era, justamente, esse mistério, que nos dava a certeza de que pequenas janelas são abertas, com suas melodias...
Marilina Baccarat no livro "Corre Como Um Rio" página25

Inserida por MarilinaBaccarat

Se toda vez que vier desânimo, existir desistência, o legado será ferido.

Inserida por matheuserafimazevedo

Em vez de construirmos as ambições preferimos mergulhar nela de cabeça, cavar, seguir adiante com nosso faro, para poder descobrir o que se esconde atrás do almejar de cada um...
E por isso, talvez, nessa busca solitária, nunca estamos sozinhos, pois o esperar torna-nos auspiciosos, os pensamentos fazem-nos companhia, mostrando-nos que, as aspirações não devemos discutir, pois cada ser, tem o seu gostar diferente...
No livro "E A Vida Tinha Razão"

Inserida por MarilinaBaccarat

Mas era a solidão que a matava. Tinha dias em que só queria falar com alguém. Em vez disso, repetiu as mesmas memórias em sua mente, acrescentando novos detalhes, mudando alguns, tentando manter unidas as peças do seu passado.

Inserida por FrasesDeLivros

Em vez de por desencontro, celebre o encontro.

Inserida por carloshenriquesilva

Sob finas mortalhas

Desçam sobre ela as cortinas do tempo
Desfaçam de uma vez este amaranhado
Tudo já não é senão uma ironia do vento
Um lapso. Só isso. Funesto e mal contado!

Rasguem ,pois as folhas deste velho livro!
Queimem o papel... Varram suas palavras.
Que não reste nada. Nem um pobre crivo.
Deixem a poesia e o resto às bestas larvas.

Pois do que foi feito da mulher amante?
Que cantava o amor com os lábios carmins?
Feneceu. Só. Como morrem os instantes...

Nunca lhe escrevam poemas. Versos,rimas.
Não plantem para ela, flores nos jardins...
Desçam pois, já, as mortalhas. Negras e finas!

Inserida por elisasalles1973

Amor proibido

eu queria ser forte
e controlar o meu querer
e não ficar tão impulsivo
toda vez ao ver você

eu queria te abraçar
e sentir o teu calor
te levar café na cama
e te chamar de meu amor

eu queria ser a felicidade
pra alegrar sempre o seu dia
lhe enchendo de ternura
e realizar tua fantasia

eu queria esta contigo
para poder te abraçar
e dizer no seu ouvido
que o meu sonho e te amar

eu queria te beijar
e ficar sempre ao seu lado
te amar intensamente
ser seu amigo e namorado

eu queria gritar que te amo
infelizmente eu não consigo
pois você já é casada
e esse amor é proibido.

Inserida por Robinhopoeta

Tudo posso

QUERO GRITAR
ESVAZIAR O PEITO DE UMA SÓ VEZ
TIRAR TODO O PESO DE MIM
mas nada posso

QUERO CORRER
DEIXAR TUDO PRA TRÁS
FUGIR DESSA ANGÚSTIA
mas nada posso

QUERO BATER EM ALGO
USAR O PUNHO COMO MINHAS PALAVRAS
GOLPEAR ALGO COM FORÇA PARA ESMAGAR A DOR
mas nada posso

Só me resta fechar os olhos
Respirar o mais fundo que o meu peito permite
E enquanto mergulho dentro do meu eu...
Tudo posso

Inserida por azuleoutrascores

Os ventos ateiam uma suave brisa, acalentando as sombras de amarguras, que poderão aparecer, vez ou outra... Quando a vaga tormentosa, desse mundo nos aturdir, não nos importaremos, pois estaremos descendo rio abaixo, sempre a favor do vento...
Marilina Baccarat no livro "Corre Como Um Rio"

Inserida por MarilinaBaccarat

Não sei por que,
mas, cada vez que eu me perco,
só me encontro em você,
e, cada vez que eu me encontro,
me perco no seu bem querer.

Inserida por NaraMinervino

É na educação que os sonhos ganham forma, uma vez que é o uso do conhecimento que torna ideias, talentos e projetos, fenômenos perceptíveis para outras pessoas, além de você.

Inserida por MarcondesArucuol

O ser humano confinou o tempo em relógios. Por sua vez, o tempo confinou os pensamentos humanos em:
Excesso de arrependimento ou de saudades (passado);
excesso de esperança ou de temor (futuro),
e por fim...
...Ausência de vida (presente)

Inserida por MarcondesArucuol

A escuridão vem pra nos mostrar que tudo uma vez acaba, como a luz, mais quase sempre ela volta.

Inserida por KillerJoker

"O coração fala e eu de surdo me faço,da última vez que segui seu conselho, voltei pra casa vazio,basta pensar um pouquinho, falta-me um pedacinho,nada preenche esse espaço.

Inserida por ricardo_a_lima

⁠Sob a perspectiva do talvez

Talvez...aconteça
E venha outra vez o talvez...
Talvez tudo mude amanhã
E a vida venha cheia de talvez
Outra talvez se repetindo e nos levando...

Talvez porque queremos um pouco de esperança
Talvez porque queremos acreditar
Talvez porque queremos ter fé
Talvez porque somos otimistas
Talvez porque precisamos seguir...

E neste rumo tentamos ser alguém...
Porque queremos um sentido
Porque queremos uma razão
Porque precisamos de crer
Porque precisamos de um sonho...

Talvez nunca tenhamos respostas
Talvez nossa perguntas tenha sido em vão
Talvez nossos anseios são vulgares
Talvez não precisamos querer
Talvez a vontade seja apenas ilusão...

Então, para que querer a certeza?
Então por que ainda indagamos ao espelho?
Então por que precisamos ter e ser?
Já não nascemos completos?
Já não somos plenos?
Mas, só o talvez tenha a resposta
e no talvez mais e mais vezes
Virá a amanhã de novo
E novamente virá sob a perspectiva do talvez!

Maria Lu T. S. Nishimura

Inserida por marialu_t_snishimura