Mulher com Cara de Menina

Cerca de 34988 frases e pensamentos: Mulher com Cara de Menina

⁠Carnaval É Onde A Hipocrisia Se Torna Realidade, Bebedeira, Prostituição, Exposição Do Corpo E Caráter, A Cada Fantasia Escolhida Podemos Ver Claramente O Inconsciente Reprimido, Os Desejos Mais Ocultos, Quem Você Gostaria De Ser. Não Importa Se É Ridículo, Afinal...É Carnaval!!!

Inserida por Felipe_Marechal

Ele tem o sorriso gostoso,
Um papo gostoso,
Um perfume gostoso...
Definitivamente, ele é o cara mais gostoso que eu já conheci.

Inserida por Semeandoamor

O amor não vem com um manual de instrução, por isso quebramos a cara o tempo todo. Mas quando a gente aprende e encontra a pessoa certa o coração se reconstitui e ninguém mais pode destruí-lo novamente.

Inserida por Semeandoamor

Mesmo mundo

Frente a frente com o futuro
Sei que escrito ele já está
Cara a cara, pouco maduro
Sem conhecer o lado de lá

Uma palavra e duas traduções
Mesmo tema, várias concepções
Pouco habituado às mudanças
Reinventei-me nessas andanças

Cansado de encarar a perfeição
Fechei a janela da sua imagem
Beleza singela, não há tradução
Olhar de uma mulher: miragem

E se eu ainda ando sem rumo
É porque não aceito a direção
Muito nervosismo, pouco fumo
Insinceridade caindo ao chão

Possibilidades atraentes, duvido
Nenhuma poderia ser tão única
Tampouco seria um bom partido
Longe de ser a melhor música

Queria que meu silêncio calasse
Ele fala muito alto, estou surdo
Queria que de longe ela notasse
Ainda vivemos no mesmo mundo.

Inserida por PensadorRS

Se ver cara não visse coração, um olho no olho não faria tanta diferença.

Inserida por PensadorRS

Estilo underground

O destino me pregou uma peça
Depois de todos os dias idos
Ele dizia: 'cara, vamos nessa!'
E eu me encontrava perdido

Nunca acreditei na hora certa
Lugar exato, algo a acontecer
Até minha mente estar deserta
Sem pensar, comecei a fazer

Música alta como som de fundo
Alma gritando, um barulho mudo
Silêncio nítido, mas esclarecedor
Colocamos mais fogo nesse calor

Gostei daquele estilo underground
Diversão, loucura, beer and sound
Óculos revelando uma outra visão
Olhares cruzando-se na contramão

Sem Carnaval, tocava a marchinha
Animando os fiéis amantes noturnos
Revelações íntimas nas entrelinhas
Palavras suaves, desejos absurdos

Pra que pedir desculpa por estar feliz?
Tente, ao menos, fazer alguém sorrir
Acabe a noite melhor do que começou
E, não se esqueça: a vida é um show!

Inserida por PensadorRS

Platonismo

Se fosse ela que estivesse lá
Ele não seria mais ele mesmo
Talvez fosse um cara melhor
Entretanto com outra cara

De revolucionário a conservador
...vejam o que causa o amor...
Ora tagarela, outrora quieto
Moço apaixonado e desequilibrado

O que se procura não se acha
Não quando se está procurando!
É de repente e é também irônico
Que ninguém molde o seu enfim

Com um passo fora da marcha
Tem quem continue esperando!
À beira de um colapso platônico
Sem colher a sua flor no jardim.

Inserida por PensadorRS

Ele diz que ela só gosta de sair, mas não dá nenhum motivo maior pra ela ficar. Cara ridículo. Do tipo que se acha. Não sabe observar os detalhes. Não leu a bula agora passa mal. Tem contra indicação a idiotas. Agora está com outro e se valorizou. Ele investe no seu sorriso e escuta ela falar. Ele entregou seu coração e no dela você já não existe. Foi dominada por alguém que a enche de motivos pra não sair e mesmo assim ele não cansa de levar ela pra se divertir. Até mesmo porque divertido é estar junto de quem você ama. Perdeu. A fila anda.

Inserida por MarkCecon

⁠Lá estava eu, cara a cara com a morte
Olhando no fundo de seu crânio eu disse:
Obrigado, morte, esse inferno já não fazia mais sentido
Agora, ao seu lado, aproveito a paz e a liberdade de um mundo melhor
Ao lado de anjos ou demônios, pouco me importo
pois os demônios de verdade me chamavam de querido, de amigo, e de filho.

Inserida por PabloAfonso

⁠Estar acima do peso não é falta de vergonha na cara. Na maioria das vezes, a obesidade não é autocontrolável. É um reflexo de alguma disfunção física, mental, econômica ou social. Não devemos taxar o obeso como negligente da própria saúde. Primeiro não taxar; segundo, ter empatia.

Inserida por carlos_pirazzo

⁠Saí cantando do chuveiro
Eu sou o cara mais feliz do mundo inteiro
Noite perfeita, tá na hora, quero te encontrar
Em frente ao espelho, tô

ensaiando
A melhor forma de dizer que tô te amando
Essa é minha chance, é agora eu não posso errar
Mas bem na hora de falar com você


Travei, comecei a gaguejar
E a saída é deixar acontecer
O coração se entregar
Um beijo fala mais que mil palavras
Um toque é bem mais que poesia


No seu olhar enxergo a sua alma
Sua fala é uma linda melodia
Ninguém sabe explicar o que é o amor
Ninguém vai ser feliz sem ser amado


Meu coração de vez se entregou
Confesso que eu estou apaixonado
Mas bem na hora de falar com você
Travei, comecei a gaguejar


E a saída é deixar acontecer
O coração se entregar
Saí cantando do chuveiro
Eu sou o cara mais feliz do mundo inteiro
Noite perfeita, tá na hora, quero te encontrar


Em frente ao espelho, tô ensaiando
A melhor forma de dizer que tô te amando
Essa é minha chance, é agora eu não posso errar


Mas bem na hora de falar com você
Travei, comecei a gaguejar
E a saída é deixar acontecer
O coração se entregar
Um beijo fala mais que mil

palavras
Um toque é bem mais que poesia
No seu olhar enxergo a sua alma
Sua fala é uma linda melodia
Ninguém sabe explicar o que é

o amor
Ninguém vai ser feliz sem ser amado
Meu coração de vez se entregou
Confesso que eu estou apaixonado


Mas bem na hora de falar com você
Travei, comecei a gaguejar
E a saída é deixar acontecer
O coração se entregar
Um beijo fala mais que mil

palavras
Um toque é bem mais que poesia
No seu olhar enxergo a sua alma
Sua fala é uma linda melodia
Ninguém sabe explicar o que é

o amor
Ninguém vai ser feliz sem ser amado
Meu coração de vez se entregou
Confesso que eu estou apaixonado


Um beijo fala mais que mil palavras
Um toque é bem mais que poesia
No seu olhar enxergo a sua alma


Sua fala é uma linda melodia
Ninguém sabe explicar o que é o amor
Ninguém vai ser feliz sem ser amado
Meu coração de vez se entregou


Confesso que eu estou apaixonado

Porque amor cada baijo cada abraço você me faz ficar mais apaixonado mesmo sendo o único amor de sua vida

Um beijo fala mais que mil palavras
Um toque é bem mais que poesia
No seu olhar enxergo a sua alma


Sua fala é uma linda melodia
Ninguém sabe explicar o que é o amor
Ninguém vai ser feliz sem ser amado
Meu coração de vez se entregou


Confesso que eu estou apaixonado

Toda cara de vantagem, fora do comum, que não for questionada, conduzirá a uma grande decepção! Já que o sinal do precipitado sempre foi a emoção.

Inserida por ProfessorMarcos

Muitos acham deixar as mágoas no álcool enchendo a cara, pois se esquecem e acordam lembrando que a mágoa está bem junto dele🤦‍♂️😴

Inserida por Isaac_pela

Aí o cara anda contigo pra cima e pra baixo - literalmente falando - e não quer saber de outra vida que seja longe da sua, mas na frente dos amiguinhos quer dar uma de garanhão e se fazer de esperto. Sai pra lá, despacho! Esperto é quem dá valor ao que se tem, ao que faz sorrir! Menina, olhe adiante, olhe mais longe! Descarrega! Desapega! Se ele não tratar de logo tomar jeito e vergonha na cara, trate você de fazer isso no lugar dele. Cuide-se! Tonifique-se, realce-se! Só aceita bagunça quem se contenta com pouco, quase nada. Ou ele te quer pra valer ou você se faz valer: Sai fora, gata!

Inserida por AlineAbdalah

⁠Você é cara, eu sou coroa… dois lados do mesmo amor, inseparáveis, eternos, feitos para ser uma só história. Porque sem você, eu me perco, e o nosso valor se desfaz.

Inserida por JaniceRocha

Muitas vezes na vida o cara começa como carroceiro e depois passa a ser o burro da carroça!

Inserida por luizborgesdosreis

Havia um cara que não gostava de árvores por causa das folhas que caíam em sua calçada, por isso, cortou todas que viu pela frente de sua casa. E quando precisava de alguma sombra, buscava nas casas dos vizinhos. Até que um dia, veio a falecer e não havia madeira para fazer o seu caixão, tiveram que enterrá-lo enrolado em um lençol. Assim poderá acontecer com nós mesmos se não preservarmos a natureza. Pensemos melhor nisto. Plante uma árvore e prolongue a vida do Planeta!!! Abraços fraternais.

Inserida por luizborgesdosreis

⁠Carta à Culpa

Cara a Culpa;

Você me acompanha por muito tempo, já superei você várias vezes mas você sempre dá um jeito de voltar e dessa vez você veio forte, mas saiba que a rejeito mais uma vez, você, apesar de sempre presente em minha vida, não é minha amiga, você é como uma erva daninha que tenta sugar a minha existência, mas não vou me entregar, vou lutar novamente até você virar uma lembrança que aparece de vez em quando, mas que não fica permanente a ponto de me assombrar, isso porque você não me pertence, eu não pertenço a você, eu não preciso e não quero tê-la na minha vida, estou disposta a lutar mais uma vez contra você senhora a Culpa e sim estou disposta a vencê-la novamente.

Inserida por katiaruiva

- ⁠Vamos ler a Bíblia?
- cara, tô sem tempo!
- Ah! Blz. mas aqui; deixa eu te contar uma “fofoca”?
- Você ainda pergunta? Fale logo!
- Então, eu até contaria se você tivesse tempo.
Moral da história: Você sabe bem a moral da história.

Inserida por Fernaandesluccas

CABELEIRA É O CARA:


Nos idos anos de 1929, no município de Alagoa Nova-PB, pra ser mais nítido no sítio Camucá, hoje S.S. de Lagoa de Roça-PB, nascia CABELEIRA terceiro filho de uma família de cinco do senhor João Vital, carinhosamente chamado de João moco, homem de personalidade forte e conduta ilibada, logo se destaca por sua inclinação no domínio da matemática, autodidata, nunca cursou uma faculdade, porém era professor de matemática à época, onde dedicava parte de sua vida quando não estava na lida do campo, a ensinar os guris da redondeza pobre daquele município.

CABELEIRA, como era conhecido entre os mais íntimos, não teve muito acesso a letra, em virtude de que na época em que estava em idade escolar, trabalhava para ajudar o pai homem de poucas posses, ainda muito moço, deixou a vida árdua do campo, aonde viveu duramente com sua família, a qual sobrevivia da agricultura familiar, para se aventurar na longínqua região sudeste, para ser mais preciso no Rio de Janeiro, acreditando que iria melhorar sua vida e, consequentemente oferecer ajuda a sua família que ficara no “inferno” nordestino abandonado por todos e tudo.

Lêdo engano! Ao desembarcar depois de infinitos oito dias de viagem sem dormir, dentro de uma marinete sem o mínimo de conforto, se depara com uma realidade assustadora, terra, e gente desconhecida que logo ignora o pobre CABELEIRA, de indumentária matuta, sorriso tímido e, pele ressequida pelo sol impiedoso do nordeste árido, abruptamente a saudade do torrão natal aflora, e como um vídeo tape, começa a vislumbrar seus amigos, as conversas de botequins nas manhãs de domingo, as festas de argolinhas, os jogos de castanha no calçadão do alpendre da casa grande, as meninas de rouge no rosto, após a missa domingueira que antecede o pastoril dos cordões azul e encarnado, das disputas muitas vezes, na tapa, para decidir quem iria dançar com Doralice a quadrilha junina na escolha da “Rainha do milho”, da pamonha com carne seca assada na brasa, da rede de varanda onde depois da pamonha abria às pernas e peidava a noite inteira com o “Bucho inchado”.

Imediatamente, lhe veio uma vontade tirana de entrar de volta naquela malfadada marinete, mas todo tostão que trouxera já havia acabado, e o amargurado CABELEIRA, é condenado a ficar naquela louca e enfadonha metrópole.

Após pouco mais de um ano, o feliz CABELEIRA pisa em solo natal, era véspera de São João, havia muita fartura, milho verde, fava, feijão, batatinha e etc, depois de longos oito dias de volta, já menos sofridos, o jovem CABELEIRA sequer abre a cancela, e logo se joga dentro do barreiro da bigorna, ainda com o seu terno em linho branco, oriundo das terras sulistas, todo encharcado, o jovem grita: Pai, Mãe, cadê Jaime, Eugenio, Elídio, Tana e a vovó? Ao ouvir aquela voz, a matriarca responde lá de dentro da cocheira, teu pai foi dar aula na casa de seu Rouxinol, os meninos no roçado, e Tana lá na casa de Dodó, Dodó era uma meia tia do menino CABELEIRA e todos a amavam. E a felicidade era infinita na pequena casa de sapê, imediatamente foram chegando os irmãos e a noticia se espalha pela redondeza, e por volta do meio dia a casa já estava cheia para ver o jovem “carioca”, e Mariana a matriarca, reluzente de alegria grita: Tana! Bota água na panela que hoje temos mais bocas no almoço, pra finalizar, naquele dia comeram ali quarenta e seis pessoas.

No dia seguinte, o jovem CABELEIRA confidencia para seus pais vou me casar!

Você é doido menino! Disse João Moco o patriarca, com quem? Indagou. Com uma moça na Rua de Esperança-PB, o nome dela é Amélia, e assim o fez, o ano era 1960, casou-se com Amélia com quem teve dezenove filhos, dos quais, nove morreram ainda em idade de criança, hoje o velho CABELEIRA tem oitenta e quatro anos de idade e goza de uma saúde invejável, sua Amélia onze anos mais nova voltou a ser criança acometida do mal de Alzheimer.

Ah, não podia me esquecer de suas peripécias, entre elas, se não a mais trágica, a mais cômica, o nosso protagonista também foi comerciante e possuía uma pequena mercearia no final dos anos de 1970, onde fazia e vendia “Dimdim” ou “Sacolé,” como queiram, o mais engraçado é que ao mexer o liquido deixava cair os cachos de “Baba,” e os moleques de forma irônica iam comprar e pediam me dê um babado desse ai, CABELEIRA com um sorriso pálido os despachava.

Aquela pequena bodega foi palco de inúmeros espetáculos de grandes comédias involuntárias, e por onde passaram alguns nomes inesquecíveis de figuras hilárias como: Neve Pé de Cágo, Beto zambão, João Cafifi, Pombazulão, Maria debaixo da Mesa, o terror das crianças, e outros. Entre elas destaco a noite de domingo em que Neve “Pé de cágo” deu uma surra de cururu em “Beto zambão,” era aproximadamente 18h00, e “Zamba” ia pra missa, ao passar pela porta da bodega um moleque na rua grita “Pé de Cágo”! Neve acabara de beber um copo de cachaça brejeira, e ao se virar, dar de cara com “Beto zambão,” sem pestanejar, ela dar digarra de um sapo cururu que havia na calçada e começa a surrar o pobre rapaz que sem saber o que estava acontecendo apenas pedia para que a mesma não sujasse sua roupa branquinha que ia à igreja, a mesma, enfurecida, não parava de bater no rapaz, salvo com a intervenção das pessoas que ali se encontravam, bem como as quedas de asas de Antônio Cordeiro, em momentos de embriagues alcoólica, e muitas outras que em outro momento externarei aos senhores leitores.


CABELEIRA também tinha grande facilidade de fazer boas amizades, e só lembrando algumas como: Juvenal Peteca, Antônio Carioca, Luiz Paulino, Zacarias, Antônio Cordeiro, Paulo Canuto e o pitoresco Pombazulão, até o poeta popular Arnaldo Cipriano, o qual promoveu muitos encontros de violeiros na casa de meu querido e amado CABELEIRA, que muitas vezes ao ser indagado pelo autor ainda criança, se ele pretendia se aventurar mais uma vez naquelas terras distantes.

Respondeu: nunca, jamais, contudo aqui eu era feliz e não sabia.

Inserida por NICOLAVITAL