Mulher Bruta

Cerca de 452 frases e pensamentos: Mulher Bruta

Sou grosseira mesmo,antissocial...maluca, sozinha,e muito mais...
antes ser assim, do que viver mascarada pelo medo...
medo do que os outros possam pensar... nao sabe das minhas feridas nem me ajudou a cura-las, então nao tem o direito de me julgar....

Inserida por PedrinaAbreu

A pior censura não é aquela grosseira que escandaliza, mas a refinada que até conquista seus censurados.

Inserida por ioferreira

Cabeça feita

O tempo me castiga,
Como chibatadas em minha alma,
Me dizendo de forma grosseira,
Que meu tempo aos poucos se acaba.

Tentando me fazer desistir de sonhos,
De sonhos que ocupam e levam tempo,
Que requerem cuidados e atenção,
E não impulsos de momento.

Teimoso, cabeça dura e incrédulo,
Não dou ouvidos ao tempo,
Não espero sem ter esperança,
Não desisto de um sonho por medo.

Voa vento, passa tempo,
Você pode até tentar,
Mas garanto que nessa eu sou mais eu,
E nem você estraga esse momento,
Nem você pode me atrapalhar.

Inserida por alexsanjeri

Quando nos colocamos no lugar do outro, fica improvável qualquer atitude grosseira, arrogante ou desrespeitosa.

Campo de Trigo Com Corvos, Contos, o Livro do Silas Corrêa Leite

A ciência é grosseira, a vida é sutil
É para corrigir essa distância
Que a literatura nos importa

(Roland Barthes)


“CAMPO DE TRIGO COM CORVOS”, Contos, o que realmente é? Primeiro: é um livro de contos, ficções, histórias, causos, narrativas e as chamadas acontecências, todas no belíssimo palco histórico e boêmio de Itararé. Segundo: a maioria dos contos premiados em concursos literários de renome, ou mesmo no próprio Mapa Cultural Paulista, representando Itararé. Terceiro: a prosa poética do autor, sua linguagem típica do “Itarareês” com o peculiar e todo próprio surrealismo e mesmo o realismo fantástico, para não dizer de, aqui e ali, um chamado transrealismo. E, o melhor de tudo: papo de bar. Na calada da memória, as bebemorações (ou rememorações) e um piá...o guri Silas contando, como se trazendo a sua infância consigo na linguagem, nos parágrafos. Para não dizer dos finais hilários ou, ponhamos: encantados. Bela capa, com autorização do Museu Van Gogh da Holanda. Orelhas bem trabalhadas. O autor tem o que se dizer dele. Prefácio arrebatador. De um poeta, ficcionista e ensaísta premiado de Portugal, o Prof. Dr. Antero Barbosa, acadêmico e professor universitário. Descasca literalmente o estilo do Silas, técnicas, vôos, criações, enlevos, símbolos de perplexidade. E valoradamente dá nomes elogiosos aos criames diferenciados do autor. Última capa, as citações de lugares midiáticos em que o Silas saiu, foi reportagem, ou entrevistado, da Folha à Jovem Pan, por exemplo. Depois e finalmente, o conto Anistia. Premiado. O macro espaço-Brasil trazido à Itararé e um menino contando. Da ditadura ao fim dela com a Era Collor e suas carroças coloridas. O muro como símbolo, metáfora. Lembra J.J.Veiga mas vai em veio próprio. Guardação. Um baita causo de Itararé. Bem construído, costurado, com um final pra lá de feliz e risador, ridente, sei lá. Boêmio...um continho joiado...lindo. Mimo. Caso de notívago. Câncer... então é um papo rueiro, de bar risca-faca, de roda de contadores de palha. O Anão é tão bonito que pinta virar filme, pelo que soube. Gente de arte (teatro, rádio, música) em Itararé de olho. Mágico. Justiça, então, tem um final altamente criativo, quase um achado fora de série. Escrever é um ato de sobrevivência, disse Eduardo Subirates (filósofo espanhol). O Apanhador de Cerejas, quando revela o que está realmente havendo (narrador direto), você sofre e chora e volta a reler para compreender a dor do narrador. A pior coisa é não sentir absolutamente nada, diz o rock do U2. Campo de Trigo Com Corvos é o melhor conto do livro. E o final se revela na última palavra. Você vai lendo, seguindo na contação do menino, quando se vê? Corvos, trigais, campos e, loucura-lucidez. Azul e amarelo, como a capa. O Inventor é cênico, fílmico, e um final que arrebata, literalmente. Endoenças é conversa de filha pra pai. Tudo em Itararé, chão e estrelas. E lágrimas. Congonha (ko goy – do tupi: o quê mantém o ser?), o conto mais premiado do autor. Como é que pode um final desses? Depois vem o Causo do Gibão e você tem ali uma graceza impressionante, andando com o autor pela narrativa e sua tessitura. O Enterro, então, é o melhor “causo” do livro. Por si só daria já um romance e tanto. Um pandareco, como volta e meia diz o autor, entre maleixo, cainho, guaiú, morfético, caipora lazarento (beirando um regionalismo sulino até), etc. Quando você pensa que já está bom, a mimese do O Osso. De novo você fica pensando: como pode escrever isso? Onde acha isso tudo? Técnica, estilo, domínio, condução, talento. Coió é triste, duro, o conto mais pungente do livro maravilhoso. O causo O Velho Martinho é bem contado em Itararé, o autor recupera pessoas, falas, expressões, dando registro à voz do povo, vox dei. E bota gente real: Tepa, Jorge Chuéri, lugares, bares (principalmente). Quando a Tragédia Bate à Sua Porta, foi elogiado e considerado belo e fílmico quando em debate online, pelo João Silvério Trevisaan. E O Silas Já foi premiado no Concurso Ignácio Loyola Brandão, Paulo Leminsky, Ligia Fagundes Telles, Salão de Causos de Pescadores da USP, etc. e tal. Então o conto de amor que faz você chorar. Ele Ainda Está Esperando. Um final que relembra kafka mas sem deixar de enlevar a leitura em prosa poética e ficar pensando no estupendo processo de criação com suas lógicas e ilogicidades maviosas, plangentes. Quando você pensa que acabou, um continho quase que meio infanto-juvenil, e o menino de novo que, na maioria das obras narra, conta, detalha, especifica, volta inteiro e completo com o conto sobre a bicicleta de um tio. Marquesinha, Periquitada. Você não leu? Não sabe o que está perdendo. Cada um arrasta um corpo atrás de si, debaixo do sossego das estrelas, disse Fernando Pessoa. Isso tudo e muito mais é CAMPO DE TRIGO COM CORVOS. Jóia rara.
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L.C.A – Professora, Área de Designer Gráfico -E-mail: artistasdeitarare@bol.com.br
Blogue: www.artistasdeitarare.zip.net

Autor: Silas Correa Leite - E-mail: poesilas@terra.com.br
Site: www.itarare.com.br/silas.htm

Inserida por poesilas

As vezes feliz, as vezes triste, as vezes engraçada, as vezes grosseira, as vezes fria, as vezes quente. As vezes nada as vezes tudo.

Inserida por Cicaha

Não sou grosseira. É que tenho certas palavras feias em meu dicionário, feitas exclusivamente para algumas pessoas; que sabem encher o saco da minha paciência.

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

Proteges-te - em equívoco - do inimigo invisível...Sobre uma capa grosseira de egoísmo.

Inserida por gabrielacarlotto

UM SÓ DESTINO!

Tem gente que dá rasteira
no amigo ou no parente
tem pessoa que é grosseira
por ser rico ou ter patente
isso é uma grande besteira
porque a vida é passageira
e ninguém fica pra semente.

Inserida por GVM

Às vezes perdemos a alquimia existencial, quando de forma grosseira não percebemos a chegada e saída de pessoas especiais; momentos únicos, felizes, descontraídos, livres, alegres, zuantes, em fim... À toa. Boa aliotria...

Inserida por dedydualecrim

Humilhar o próximo e a maneira mais grosseira de sentir-se melhor ou maior que o outro,tudo por que a arrogância limita a visão de um futuro comum.

Inserida por jaciara_lemes_ramalho

⁠"Quando uma pessoa é grosseira com você, não se culpe, na verdade ela
está te punindo por ser melhor que ela."

Inserida por MiltonCavalcanti26

⁠Uma cultura grosseira gera um povo vulgar, e o refinamento privado não consegue sobreviver por muito tempo aos excessos públicos.

Theodore Dalrymple
Nossa Cultura... Ou o que Restou Dela. São Paulo: É Realizações, 2015.
Inserida por PensamentosRS

⁠Aprendendo isso na vida adulta
Antes eu pensava, ela é estúpida, grosseira porque é o jeito dela
Hj eu penso diferente, me machucou? Tô me afastando
A vida fica mais leve, sabe!
Não devemos aturar as ignorâncias dos outros por medo de perder amizades
Se amar em primeiro lugar
Nos levará muito mais longe e, evidentemente
Longe dessas pessoas

Inserida por RaquelSutel

⁠05/04

Não permita que influências
externas te tornem uma
pessoa grosseira,
Opte sempre pela delicadeza.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ame-se!
Por cada gesto de desafeto.
Por cada palavra grosseira e impensada.
Pelo desprezo e pelo descaso.
Ame - se!
Não acredite! Quando te diminuírem, dizendo que não és capaz.
Ame -se! E acredite, você pode ser o que você quiser ser.

Inserida por Izzadiaraujo

Às vezes a verdade é grosseira.

Inserida por pensador

⁠Podemos lamentar a postura alheia grosseira ou injusta para conosco, mas comungar com ela e tomá-la para nós, passa a ser uma opção nossa.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Uma pessoa grosseira geralmente se sente fraco por medo de não está no controle.

Inserida por valdirene_pereira

⁠ Às vezes a pessoa por educação e para não ser grosseira acaba aceitando o seu convite mas nem sempre será assim, ela poderá argumentar com você, questionar, como também pode vir a dizer não, simples assim. Procure se colocar sempre no lugar do outro. Samir França diz que o respeito e a tolerância são duas palavrinhas que quando bem vividas em relação ao próximo fazem um bem danado e são ótimas maneiras de manter bons relacionamentos. Portanto, vamos respeitar o movimento do outro , que nós não sejamos invasivos, sejamos mais prudente e vamos aprendendo sempre com os nossos erros.

Inserida por professorjuliopaula2