Morto Vivo
Vivo em busca de meus sonhos, me apego às minhas vontades, sobrevivo das minhas imaginações, fujo do medo e me escondo de minha própria coragem, faço escorrer minhas próprias lágrimas e as determino onde e quando devem cair. Me aqueço apenas do calor do sol, porque o calor de um amor ainda não conheci.
Deixei de ser quem eu era, hoge vivo como o clarão da lua, lua que solitária vive na imensidão do nada, tornei frio como a noite, noites que inibi os amores entre os falsos amores, e dos restos que sobrou tranfornei em poesia que enuncia os desfecho da falsidades que cercaram, era eu o sorriso que contagiava, hoge sou a tristeza que depreda a propria alegria, me tornei como o amor sem coração, apenas as lágrima me restou desse meu mundo cão, deixei de ser quem eu era, pra me torna o erro que me tornei, assim me tornei como tempo que carrega a vida fria e sofrida, e o infinito que se torna incorreto, tornado assim o correto do fim, escrito por Armando Nascimento
A morte não busca os mortos, porque os mortos já lhes pertence, a morte busca os vivo, porque os vivo ainda não lhe pertence, não a como ir contrário ao caminho da morte, porquê a morte já é o caminho, escrito por Armando Nascimento
Na minha concha
Não vivo só
A chama que alimento
Inunda o meu Ser
Calei o amor
Sem que o deixasse morrer
Canta melodioso em mim.
Vivo-me submergida nas águas puras que me calam e me escondem na ocultação de um rio que me leva desconhecida até ao mar que me espera!...
Pai, quero queimar por Tua Verdade e Tua Palavra. Que minha vida seja um testemunho vivo de Teu Amor, conduzindo outros à Luz da Tua salvação. Capacita-me a perseverar com coragem e Fé, sabendo que o Senhor é Meu Sustento e Guia.
Obrigado por Teu Cuidado e Tua Graça inabalável. Que a cada dia eu viva com humildade e propósito, disposto a fazer a Tua Vontade, sem tentar tomar o lugar da Tua voz, mas preparando o caminho pra que o Senhor seja ouvido. Queime em mim, Senhor, quero ser todos os dias um instrumento que reflete a Tua Glória. Em Nome de Jesus eu oro, Amém.
Dizem que eu vivo no meu mundo. Mais um ano se finda e eu me pergunto: Quão distante estou daforça gravitacional da cultura egocentrista deste planeta? (Walter Sasso)
2022 Brasil Cultural, o manifesto antropofágico de Oswald de Andrade de 1922, está mais vivo do que nunca. Viva o canibalismo estrangeiro nas artes, resgatem a brasilidade pois o "Abaporu" de Tarsila já vive no exilio incondicional.
Por muita sede de encontrar um dia em minha existência o verdadeiro amor, vivo semeando docilidades amorosas por onde caminho na certa esperança de que algum dia não mais estarei sozinho navegando nos mares solitários da dor.
Vivo para uma nação prospera e liberta. Todos que se atem em irritar o outro por que se acham melhores, são doentes.
Vivo aparentemente isolado mas meus movimentos são repletos de cores. Cores estas de minhas infinitas conexões vibratórias e freqüências atemporais espirituais, visíveis e invisíveis que celebram a vida com o verbo do bom, do bem e do belo, generosamente em abundancia a todo momento por todo universo.
Ainda vivo diante do tempo que não para, retornar, reinventar, re-evoluir, reconstruir, recomeçar com as saudades, as lagrimas, os gritos e os amores que mesmo que amontoados, transbordam. Viver tudo outra vez.
Vivo, luto e falo muito mais pelas necessárias mudanças para a construção paulatina de uma nova sociedade mais justa em vida e em felicidade do que pela tosca, incorreta e pequena vaidade da titularidade de um mudo órfão pensamento.
Se eu fosse um bom escritor, acho eu que escreveria mas como sou só um pequeno pensador vivo perguntando e respondendo em voz alta para mim mesmo sobre alguns passos e movimentos engraçados que fazem à vida.
Estive pensando o que é o amor, aliás vivo meditando sobre isso...
vivo matutando... talvez ele se guarde na temperatura suave das manhãs,
talvez viaje à velocidade de cometas ou meteoros como veículos de luz e calor no nosso sistema solar, talvez se esconda na solidão sob pretextos de ansiedades sob os tons cinzas de tardes chuvosas que se derramam melancolicamente nas vidraças. Talvez nas incertezas e inseguranças que constitui a alma humana nasça esse sentimento... talvez nas paixões; não naquele sentimento de possuir, de consumir e sim de perceber, de preservar, de deixar seguir, de alimentar e tornar, melhor; talvez seja esse o elo que nos dá a semelhança divina e nos traz a capacidade de amar...
