Morto Vivo
Vivo a bagunça da minha intimidade onde eu consigo me encontrar... Não quero a realidade que me faz perder o jeito de amar...
Vivo com os pés descalços...
Mas com o coração calçado de sentimentos verdadeiros...
Sujo os pés, mas com a consciência limpa...
Não tente me desvendar ou me enganar com certos encantamentos relacionados à sedução...
Vivo os meus enigmas um tanto extremo, e talvez exagerado ao meu coração...
Muita das vezes me faço como uma brisa suave e passageira, mas em outras vezes me transformo em tempestade mais que agressiva...
Vivo o meu silêncio com algum propósito talvez
Para me inspirar de tédio em algum instante
Para amadurecer-me de tristeza
Que agrade quem não me admira
Que prefere viver de mentiras
Eu sou assim, diferente;
Quem sabe indiferente também
Mas não me incomodo que me desdenhe
Pois é vivendo que vou aprendendo...
Não preciso amar
Para então provar
Que sou capaz
De ser o que todos acham certo
O que é ser certo?
Ter um diploma
Família e dinheiro?
Ser um macho alfa?
Não entendo esse mundo
Que me acho e me perco
Do que é errado e do que é perfeito...
Eu nasci com dons disso eu sei
Mas de nada me beneficia
Se não tem ninguém para as veem;
Será que um dia me sentirei útil?
Espero ter a vida que sonhei
Não para agradar os outros
Mas para agradar a mim mesmo...
Não vivo um drama no qual não precise declamar... Pois não declamo por não reclamar da vida que vivo na invenção de um lírio verso suave...
Vivo cansado do desdenho repassado pelas brincadeiras sinceras das pessoas
Com malicias de insinuar que nada mais tem valor para comigo
Sei que nada sei, mas desistir jamais!
Eu nasci para amá-la, eu vivo para te fazer feliz...
Entenda os meus sentimentos como tudo que a fiz
Minhas aventuras são de conquistar você
Quero arriscar-me em um dia te ter;
Eu iria até o infinito com intenção de te amar
Dar-te-ia o meu coração em um tanto para te agradar
Contudo a minha intenção sempre foi de te exaltar;
Vivo em uma corrente que busca o desapego do que não me convém
Não quero saber do óbvio, pois do óbvio que atraí os males;
Vivo o meu silêncio como a minha segurança de entender o mundo
Pois em minha solidão eu tenho a companhia de um tudo
Explico a razão com o meu sentimento em minutos
Mas não sei como faço... Apenas faço e é tudo;
Vivo de esperanças
Para entender do por que
Por quê? Junto a meus versos
Sou mais seguro?
Por quê? Você se faz a fonte do meu querer?
Por quê? Sem você não sinto prazer?
Por quê? Somente com você é despertado a minha libido?
Por quê? Amar você e não casar por querer?
Por quê... Por quê?
Pai de todo ser vivo, rei dos céus e senhor da terra
Sabiamente governas os mares, perdoai-nos
Pelos maus pensamentos mesmo por não querermos
Tua presença é essencial para quem necessita da tua misericórdia;
Tenha piedade de nós que erramos exageradamente
E nos dê a oportunidade de nos arrependermos
Esteja-nos dando segurança nas idas e vindas como queiras;
Entregamos a nossa vida em tuas mãos...
E nos dê sabedoria para decidirmos
As melhores escolhas... É tudo que pedimos e agradecemos!
Em nome do senhor Jesus... Amém;
Sou quem sou e não me envergonho da maneira que vivo;
O romantismo é digno, verdadeiro e infinito ;
Como as cortinas de seda que resplandece o meu próprio coração;
