Morte Irmão
Deus criou os Homens para conviverem como Irmãos... e assim foi... muito bem tipificado por Caim e Abel...
Violão amigo
Violão você é o meu melhor amigo
Violão que vive sempre comigo
É você o meu amigo preferido
Enfrenta qualquer perigo
E nunca me deixa na mão
Violão, pedaço de pinho seco
Você me dá o direito
De lhe chamar de irmão
Você é a razão da minha vida
É pedaço do meu corpo
E metade do meu coração
Você é a razão da minha vida
É pedaço do meu corpo
E metade do meu coração
É o meu melhor amigo
Nem adianta discussão
Nunca me deixou sozinho
Nas noites de solidão
Versão da música “Ben” – Composição de Dom Black e Walter Scharf.
Interpretação: Michael Jackson.5
JORGE
Jorge, nós dois não precisávamos procurar,
Ambos tínhamos o que procurávamos,
Um amigo para chamar de meu.
Sei que nunca estaria sozinho,
E você, meu irmão, veria
Que tinha um amigo em mim!
Jorge, talvez estivesse correndo pra cá e pra lá,
Talvez sentisse não ser querido em lugar algum.
Mas se hoje pudesse olhar para trás,
E não gostasse do que veria,
Tem uma coisa que quero dizer:
Você tinha sim um lugar onde ficar.
Na época eu pensava: ‘eu, e somente eu!’,
Mas como queria pensar o que penso agora:
'Nós, eu e você, a gente!’ irmão.
Jorge, talvez muitos não te davam valor,
Hoje, repudio a todos, até mesmo eu!
Ninguém te via como deveriam,
Queria que eles tivesse tentasse, eu queria ter tentado.
Tenho certeza que pensaríamos em você como um amigo!
Meu amigo, meu irmão Jorge!
Deus, Allah, Gadu. O criador em sua unipotencia concede a suas criaturas o livre arbítrio, ou seja: a liberdade de agirmos como bem entendermos. Porém,todas as nossas ações e escolhas
Estão sujeitas a uma lei natural e básica de justiça, chamada de" lei da causa e efeito", " ação e reação",ou "semeadura e colheita". E é por meio dessa lei que seremos julgados e seremos responsabilizados, por tudo de bom, e por tudo de ruim, que fizermos ao nosso próximo, e ao nosso corpo e espírito. Nós melhorarmos, pra que no final, seja leve o acerto de contas. IFNR
Pra ter um lugar no céu,
basta ter simplicidade,
praticar a boa ação,
fazer sempre caridade,
dividir o vinho e o pão,
ajudar o seu irmão,
viver na fraternidade.
Houve um tempo em que andamos por terras mágicas e mundos desconhecidos.
Houve um tempo que a imaginação era sem limites e transcendental.
Houve um tempo, onde não eram os laços sanguíneos que nos unia, e sim a essência e a familiaridade de nossas almas sonhadoras.
Houve o tempo dos amigos se tornarem irmãos. Dos dias virarem noites, das noites virarem meses e dos meses virarem anos de convívio e amizade.
Houve um tempo que a conversa corria solta em meio a boas risadas.
Houve um tempo que chorar era preciso, e apesar da perda de um avô mais que querido, a coragem para seguir em frente se fez necessária.
Houve o tempo de vermos as tardes com a Disney na sala ficarem para trás, da pedra do reino se tornar boba e infantil, das princesas não mais esperarem por seus príncipes para salvá-las na casinha de boneca da varanda, dos digimons encerrarem suas evoluções, do Godzilla parar de derrotar a mothra (mas sem deixar de ser o rei dos monstros, é claro), dos dinossauros, legos e bonecos de super-heróis darem lugar aos livros para o tão inevitável aprender a crescer.
Houve um tempo de muitas mudanças, de uma nova casa, um novo bairro, de novos amigos, e ainda assim o companheirismo se seguiu com o nosso crescer.
Houve um tempo em que as coisas foram mudando, as responsabilidades de gente grande chegando e a gente se afastando. A gente pouco a pouco se falando e a angústia e as cobranças da vida adulta aumentando sem a gente se quer entender direito o porquê.
Houve um tempo que achei que era preciso lhe dar o tempo que a demanda da adolescência exigia de nosso adolescer, mas os dias se tornaram anos e nossa irmandade havia mudado. Não acabado, isso de forma alguma!
Mas hoje venho aqui pra lhe lembrar que... Como aquela deixa icônica de um filme incrível que marcou nossas tardes e noites na casa da vovó... "AMIGO ESTOU AQUI"... E não importa a distância, a hora ou mundo paralelo que nos separe, estou aqui por você caso precise. E mesmo que não seja preciso, saiba que enquanto este que vos fala viver ficarei afortunado em te chamar de amigo/irmão, tá bom seu João!
A minha história não vai continuar
Pq eu não tenho mais ninguém depois de mim
Minha sobrinha é o que tenho de mais próximo de família / filho
Vocês não entendem o amor que tenho por ela. É tão grande quanto o de vocês
Eu sou a história de meu irmão
E ele a minha, e ela faz
Parte de tudo isso
Eu sou o meu pai
Eu sou o pai do céu meu pai
Eu sou a minha mãe
Eu sou a mãe da minha mãe
Se levarmos a história somente um pouco mais à frente acharemos o amor
Se formos um pouco adiante só encontraremos o amor
...ainda assim ouvi uma voz que disse-me: - Cubra tua casa, muitos viram abrigar-se sob teu teto, e EU, teu DEUS, nada deixarei faltar, pois aqueles que irá receber são também filhos MEUS!
A irmandade consiste em conviver com as diferenças e mesmo nem sempre algumas coisas nos agradando, amá-las.
O PAPAMANO 05/05/2017
Na luz que trilhou a vida
rasgando os dias sofridos,
nossos, os mocinhos maltrapilhos,
ensopados pela existência molhada.
Lá, na era do pijama
chilola, do carro de garrafa
a zazá, e do sete ás dezoito, a cama.
nasceu um sentimento, o papamano.
Papamano, foi o pai das causas perdidas
o remédio das doenças sem curas,
foi o companheiro dos heróis solitários
foi os olhos, as mãos, a cabeça e a mente.
Papamano, és tu cuidando de mim
sentido as minhas dores, e sendo forte,
exprimindo lá do fundo a mesma sorte,
papamano, és tu meu irmão.
Autor: EZEQUIEL BARROS.
Estilo: Indo, vindo e vivendo
A nossa cadela, Jolie, passa o exemplo do que devemos ser. Ela se escalda comigo mesmo, que cresci com ela, e sou seu “irmão”.
Não preciso dizer pra você continuar brilhando, porque estrelas brilham, seria o mesmo que pedir para a água não molhar, ao fogo não queimar, ao vento não soprar, e à terra não girar.
De repente oí un vasto y estrondante ruido. eran un caballo, un tatú, y tres cabritas. vinieron en mi dirección, y el miedo me tomó de sorpresa, y mis oídos empezaron a temblar.
D'us é tão bom que até quando pensam que me tiraram algo, é resposta de uma oração. Pena que não vou poder agradar você por isso, mas não se esqueça .., alguns instrumentos de Hashem estão destinados à perdição... O que trai o próprio irmão não prosperará... E quem engana, não tem parte com o Aba.
"Se o versículo de 1ª João 3.16 fosse conhecido e praticado pelos cristãos quanto João 3.16, indubitavelmente os relacionamentos entre os irmãos estariam mais saudáveis".
Anderson Silva
"Tenha compaixão das pessoas que abandonaram a Igreja de Cristo. Quando você as encontrarem na rua, pelo menos sorria e cumprimente-as; talvez um dia elas retornem para casa".
Anderson Silva
DESAFINADO
Tudo sem razão
Nenhuma conquista
Paz na escuridão
Sem ser masoquista
Só imensidão
Um equilibrista
Meio sem noção
Crente no irmão
Vá ser musicista
E troque o tom!
O anúncio de que estavas a caminho foi recebido como uma grata surpresa, uma benção do Senhor, foste uma pequena guerreira que em poucos dias neste mundo, já mostrou a sua força, oriunda de um amor divino, que permitiu a sua primeira vitória, compensando as lágrimas derramadas, as noites mal dormidas, quando um certo período de tempo pareceu uma eternidade, pois a todo momento, Deus esteve contigo e assim, permanecerá, por isso e entre outros motivos que o teu sorriso é uma grande riqueza, decerto, és amada verdadeiramente desde o ventre da tua mãe, teu pai também se faz presente, teu irmão será um dos teus futuros escudeiros, és uma alegria crescente, uma fonte de avivamento.
Minha avó uma vez pediu-me para comprar uma tesoura, um escorredor de macarrão e um vidro de azeite no mercado, em Niterói, quando eu tinha 12 anos. A rua era Cel. Gomes Machado. Quando eu saí de casa, lembro que também ficaram aguardando duas tias, que ajudavam ela naquele sábado, na cozinha. Esse pedido caía do céu para mim que estava de castigo. A casa ficava na Rua Coronel Senador Vergueiro da Cruz, ao lado do escadão que sobe para o morro do Cavalão. A razão do castigo já não lembro. Lembro-me, sim, que só poderia sair para comprar as coisas e voltar. Fiquei feliz com a tarefa libertadora. E mais feliz fiquei quando, ao dobrar a esquina da Rua São Pedro com Visconde de Itaboraí, verifiquei que se tirava “par ou ímpar” para jogar uma “pelada”, no trecho compreendido entre a Rua de São Pedro e a Cel. Gomes Machado, justo no caminho do mercado. Entrei no páreo e fui escolhido para jogar em um dos times. A galera era sempre a mesma; os amigos da rua que moravam por ali. Só quando a partida acabou lembrei-me da encomenda e fui correndo para o mercado. Lá chegando peguei as coisas e, ao procurar o dinheiro que vovó tinha deixado comigo não o encontrei no bolso. O dono do mercado, Milton Duarte de Castro, percebendo o meu embaraço, perguntou onde eu morava e de qual família eu pertencia. Por minha sorte, dispensou-me do pagamento, não sem antes puxar a minha orelha, com bom humor, para que eu tivesse noção da responsabilidade que um menino deveria ter na execução de um mandado. E que o bom negociante além de ser amigo da família, percebera, também, que suado como estava e com os pés imundos, só podia ser em razão dos folguedos da própria idade. O dinheiro, certamente, caíra na rua.
Agora, a história avança vinte anos...
O mercado já não existe mais. Há agora, na Rua José Clemente, uma loja de instrumentos musicais. Lembrei desses momentos quando era garoto e resolvi entrar naquele lugar fazendo uma pauta para O GLOBO-NITERÓI que foi capa daquela edição de sábado, e que falava sobre a diversidade musical da cidade. Ao olhar para o balcão, fiquei surpreso: Já mais velho, “seu Duarte”, o responsável pela loja, era o mesmo bom homem que, há vinte anos atrás, me desembaraçara de uma dívida de poucos cruzeiros na época. Pedi licença e resolvi me apresentar novamente, depois dos vinte anos, para contar-lhe esta história da qual, como não poderia deixar de ser, ele já não se lembrava. Foi um encontro agradável e, da minha parte, muito comovente. Eis a razão desse texto relacionar-se à amizade. “Seu Duarte” só lembrou de mim depois que falei o nome do meu avô. Ao perguntar se eram amigos, ele ficou com os olhos cheios d´água e respondeu: “fomos grandes amigos”. Não entrei na questão, apenas retribuí o sorriso e lembrei que, há vinte anos, ele não me cobrou o dinheiro quando falei o nome do meu avô. Disso tudo ficou uma lição: o importante numa amizade não é reconhecer somente o amigo, mas também o que é parte dele.
