Morte e Melancolia
“Não vejo tirarem fotos com um parente morto, deve ser por causa da tristeza, por isso que vou morrer sorrindo”.
SEJA FELIZ, MAS NÃO À CUSTA DA TRISTEZA
"Festa, fogos, ânimos exaltados. Gente morrendo por um motivo sem importância.
Gente matando pelo mesmo motivo. Não achamos que não deva existir a alegria pelo pouco. A felicidade está mesmo em coisas pequenas, desde que não se torne obsessão.
Fazemos gosto quando muitas pessoas ficam felizes, mas deixamos de apreciar quando se morre ou se mata pra ser feliz.
Uma felicidade passageira, que pode trazer tristezas por uma vida inteira.
Prestemos atenção ao valor dado às coisas e aos acontecimentos.
Tudo é aceitável quando é sadio. Sabemos que o resultado de tanta euforia pode acabar em tragédia, assim como poderemos confirmar, logo que o Sol aponte, pelos noticiários. Só nos resta pedir cautela e moderação, assim como tudo na vida.
Ser feliz é um direito de todos, mas não a custa de tristeza de alguém. Vamos cuidar para que tudo saia como deveria ser e que nossas atitudes não desagradem o mestre.
Mantenhamos o equilíbrio para não ter de reparar o erro eternamente. Tudo é simples de ser compreendido e seria mais fácil se em tudo houvesse bom senso.
Oramos e esperamos que o bem prevaleça. Confiamos em vocês e nos homens, ou não estaríamos ainda tentando levar bons sentimentos a todos que caminham pela terra.
Que o Cristo sirva de exemplo e que tudo saia com perfeição. Um abraço fraterno”.
Assinado: Irmão Carlos
Data : 04 de julho de 2012
Local : Casa da Prece - Sorocaba ( SP )
Médium : S.A.O.G.
Nesse abismo de solidão e tristeza me pego a pensar que não à por que viver, não há razão para acordar todas as manhãs e passar por todos os piores sentimentos já me incumbido. Não há motivos para causar tanta tristeza para outros, tenho o poder de livrar todos do mal que as causo, mas não tenho a coragem suficiente de acabar com o meu sofrimento e com os delas. Talvez eu seja um tolo egoísta, ou apena só um garoto solitário.
Tarde demais meu bem! A fila andou... O mundo deu voltas, a solidão passou, a tristeza partiu. O meu amor não morreu por ti, mas, o joguei ao vento, e o vento o levou. Não adianta chorar, nem lamentar; tudo acabou.
Tudo que ganhei desse mundo foi dor,sofrimento,injustiça,solidão,corrupção,depravação,ódio,tristeza,angústia, são tantas coisas ruins e más que não é possivel descrever em imagem,texto e video.
Entre os meus murmúrios de tristeza
A vida parece em inércia
Mas a cada novo respirar, menos tempo de vida eu tenho
Logo, a inércia existe, somente em minha cabeça
Eu to morrendo, sem viver
Minha alma transbordou de tristeza, de modo que eu não podia pegar na caneta sem sentir no peito uma dor excruciante. Mas se eu não escrever, aí sim que é uma tragédia, que não falo, não existo, estou muda, estou morta. Eu não posso me permitir morrer em palavras, a morte mais trágica para um escritor. Não posso deixar que aquele cara mate essa parte de mim, uma vez que ele já matou minha esperança e enterrou vivo o meu amor. Por isso estou escrevendo de novo, e me perdoe a demora, me perdoe a má caligrafia, me perdoe a dor.
Morte
A morte é melancólica
Ela é fria, e sem vida
Ela é sombria e invisível
Quase, e muito incompreensível
Ela vem e não volta
Ela passa e não demora
Ela chega e não é impedida
Simplesmente, ela é contra a vida
Ela é a maior certeza
Para aqueles que vivem
Mas , é a maior dúvida
Para aqueles que questionam
Mas ela nos desperta a curiosidade
Pois ela abre a porta para a verdade
Depois dela o que há de vir?
Sim , pelo menos eu quero descobrir
Isso não quer dizer que a anseio
Mas , tenho um desejo
É no dia certo , na hora marcada
Sei que enfim , concluirei minha jornada
Então num último suspiro
Estarei da Terra sumindo
E esvaindo rumo ao desconhecido
... pelo que sei , apenas estarei dormido
A morte e a melancolia
de muitos seres humanos.
Nesta melancolia sente-se
celebrando o último ato
de amor.
Perenidade
D'esse limiar 'tre vida e morte, contemplo com profunda melancolia a efervescência tumultuosa d'arte atual. O cenário emergente s'assemelha a um campo de batalha caótico, onde a união estética e o respeito pela beleza atemporal desaparecem em meio ao tumulto iconoclasta.
Em contrapartida, a produção artística clássica, erigida qual colosso majestoso, subsiste como guia de grandiosidade e ordem. As obras imperecíveis dos mestres clássicos, com sua minuciosa atenção aos detalhes e temas universais, obscurecem a transitoriedade da contemporaneidade. Cada escultura, cada pincelada, assemelha-se a um murmúrio distante que ressoa através dos séculos, enquanto a produção artística recente, frequentemente, parece predestinada a perecer no abismo do olvido.
A grandiosidade das obras clássicas, sustentada pela tradição e beleza perpétuas, contrapõe-se à transitoriedade passageira da produção artística moderna, que com frequência se afunda na superficialidade da novidade. Em meu observatório para além dos dias, respiro com reverência a suave fragrância da produção artística clássica, cuja grandeza perdura como constante inalterável, um refúgio de beleza que transcende as breves tendências do momento.
O fim da melancolia?
Doce morte sombria,
Nevoeiro da primazia,
Suprassumo da apatia.
Ríspido rasgar psicossomático,
O mundo tem sido monocromático,
Amargo é o pensamento dramático,
O resplendor do ser errático.
O falso sorriso neurotraumático,
As sequelas do passado fático,
O algoz do presente lunático,
Sem um futuro fanático.
Aqui jaz o ser do meu eu,
Tal qual dizer o que doeu,
Aquele homem em mim morreu!
A silenciosa dor apareceu.
A estrondosa morte bateu,
O dia de fim aconteceu,
O eu lírico morreu,
Esvai-se o eu.
"Quem gosta de dar vida a melancolia, seja feliz nesta escolha. Eu escolhi a vida e não a morte (escuridão)."
A morte de minha mãe me encheu a vida inteira de uma melancolia desesperada. Por que teria sido com ela tão injusto o destino, injusto com uma criatura em que tudo era tão puro?
maldita e melancólica é a morte, sem todos seus escrúpulos, amarga e fria porém gentil. As pétalas das flores sempre caem no caixão e nas sepulturas, por que flores? um símbolo tão meigo e generoso.
Chove forte em meio ao desespero humano, pessoas não gostam de se molhar, tamanha a sua abundância que as vezes passam horas e ela não para, alaga, mergulha.
