Morreu e esta em um lugar Melhor
Acho que hoje faz dois anos que meu cachorro morreu. Seu nome era Rock. Ele era um vira-latas legítimo nascido do cruzamento de outros dois vira-latas. Um cão de personalidade forte, mandibula firme, humor questionável e um moicano muito engraçado. Ficou conhecido como o Psicopata Amarelo... Saudades do bichano. Se existir um céu dos cachorros tenho certeza que ele está lá, feliz em um camisa de força. [21/12/2010]
Se um homem morreu foi segundo a vontade de Deus. Os meios e motivos só Deus conhece. Quem poderá julgar os desígnios de Deus?
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Eu sou como um retrato de alguém que já morreu, que só olha para ele, quando lembra da desgraça que lhe aconteceu.
A menina que você conheceu, morreu!
A menina que um dia foi doce, meiga, apaixonada, se foi...
E a marca da dor que você a deixou, parece que foi quase que permanente...
Mas atualmente, ela busca encontrar-se com ela mesma novamente...
E como mulher independente, não guarda nenhum rancor seu...
Mas como ex, reservou um pouquinho do amor que ainda sentia por você e entregou-o ao amigo que lhe estendeu a mão quando você sem deixar esperanças, foi embora....
Contudo meu caro, cai fora!
Sou aquele sonho que morreu
que alguem um dia perdeu
e que hoje pode ser teu
que alguem um dia amou
mas depois assim o largou
sou um poeta bem profundo
a tua espera neste mundo
e hoje eu sinto-me seguro
sabendo que serás o meu futuro
por ti falo de coração
acaba com esta solidão
e para deixar esta mensagem
precisei imenso de coragem.
Já não sou mais um bom poeta
Cessou minhas inspirações.
Morreu em mim o romantismo, já não sou mais um cavalheiro.
Agora sou um grosso, um carrasco da sociedade.
Eu que era carinhoso e amante, agora não passo de uma mera lembrança do que fui um dia.
Já não sou mais um bom poeta!
Sou um homem triste, revoltado comigo mesmo.
Cessou meus poemas, acabaram meus versos.
Já não sou mais um bom poeta!
O nome do tempo, em cada um de nós há um segredo. Porque, embora quem morreu esteja vivo, podemos nos lamentar muitas vezes por ter perto quem vive, mas que já morreu dentro de nós.
Ja faz um ano e dois meses que meu irmão morreu e confesso que só agora estou aceitando que ele se foi. Tao alegre e apesar de doente era um exemplo de força e superação. Contagiava a todos em volta com sua alegria, todos se encantavam com seu sorriso. Aceitaçao, só agora cheguei nessa fase. Que dor excruciante, a dor de saber que não vou mais te ver meu querido e amado irmão.
Cada um para um lado
Foi o que aconteceu
Pensei que era dava futuro
Mas tudo morreu
Mas já que é assim
Temos que viver mais
Cada um segue em frente
Sem olhar pra trás
Um passado bom
Você se tornou
Vou lembrar de tudo
Mesmo sabendo que tudo acabou
Pensamentos vão
Pensamentos vem
Se reparar as pessoas
Elas são assim também
Parte de Mim que Morreu
Há uma parte de mim,
um mistério, impropério em mim
que me flui como água,
onde o teu corpo nada
e acaba se misturando ao meu.
Há um bocado de mim,
multidão, uma confusão em mim
protestando pelas praças,
deixando um eco por onde passa;
por causa do teu adeus.
E não há sentido maior;
não há covardia maior.
do que se esconder em palavras,
mas quando os gestos viram farsas
não há nada mais vivo que o amor que morreu.
No confessionário, chega um sujeito cabisbaixo e diz:
— Padre, o senhor soube que o Mário morreu?
— Que tristeza, filho... Mas o que aconteceu com ele?
— Ele estava dirigindo o seu carro esportivo em direção à minha casa a toda velocidade e, quando ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro se chocou no poste.
— Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar!
— Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
Não padre, ele sobreviveu. E então, no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro, ele tentou se levantar segurando na maçaneta do meu guarda-roupa, que é muito pesado e acabou desabando em cima dele, quebrando vários ossos do seu corpo.
— Pobre Mário! Que morte terrível!
Não padre, isso machucou muito, mas não o matou! Com muito esforço, ele conseguiu sair debaixo do guarda-roupa, engatinhou até a escada, tentou se levantar apoiando-se no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou por toda a escada, ficando estatelado no chão com um ferro do corrimão fincado em sua barriga...
— Meu Deus... Mas que horror morrer assim!
Não, padre! Ele não morreu! Ele conseguiu arrancar o pedaço de ferro de sua barriga, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão, que também não agüentou o seu peso e caiu sobre o pobre coitado... E o pior de tudo é que eu tinha deixado um bolo assando no forno! Ele não agüentou o calor, juntou todas as forças e jogou o forno contra os armários.
— Depois disso ele abriu a geladeira para aliviar as queimaduras com gelo, mas tropeçou e acabou caindo dentro dela, em cima dos comes e bebes, se machucando ainda mais com as prateleiras, e lá ficou, todo ensangüentado...
— Que morte sofrida! Nossa Senhora!
— Não, não! Ele conseguiu sobreviver a isso, padre! Alguns minutos depois ele acordou com muito frio, queimado e com inúmeros ferimentos, viu o telefone na parede e reuniu suas últimas forças para tentar pedir ajuda.
— Apoiou-se na parede tentou alcançá-lo, mas, ao invés do telefone ele pôs a mão na caixa de fusíveis e zap! Dez mil volts passaram por ele, fazendo-o cair duro...
— Ave Maria! Que fim terrível!
Não, padre! Isso não o matou. Ele se levantou e...
— Espere aí, meu filho! Afinal, como foi que ele morreu?
— Padre... Eu dei um tiro nele... Por isso estou aqui...
— Mas meu filho, você ficou maluco? Por que você atirou no pobre coitado do Mário?
— Ah padre, o cara estava destruindo a minha casa
O Jardim
Um dia desses plantei uma rosa no jardim. Ela secou, morreu, não resistiu a tanto trato meu.
Eu plantei uma rosa, mas deveria ter plantado a roseira.
Que loucura a minha, que asneira!
O não suicídio
Um homem que morreu sozinho. Estava caçando numa floresta, com uma espingarda, e esta estava com os dois canos apontados para cima, enquanto o homem a segurava, descuidado. Ele tropeçou. Sem querer, atirou em si mesmo ao cair. Ele tropeçou. Na morte.
Um ciclista foi atropelado e morreu, na notícia dizia: "um ciclista foi atropelado e morreu"; agora digo, será mesmo que ele era só um ciclista? Risos de lamentos!
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