Morre Lentamente Marta Medeiros
Não é o amor que morre
É a falta de romance
Que o torna fraco
Quem ama namora
Promete, se compromete
E nunca ... nunca deixa de sonhar
Já dizia minha avó: _ Pau que nasce torto, morre torto, até a cinza é torta! Não costumo crê em coisas do tipo. Mas quando me deparo com "o incorrigível, o irreparável do comportamento humano ... "
SOLIDÃO:
A solidão que vive
É a solidão que morre
A solidão que fica
É a solidão que vai
A solidão que alenta
É a solidão que mata
Solidão...
E faz os nossos sonhos
Viajar no tempo
Buscar nossos mitos
Se perder nos sonhos
Solidão...
E cada vez que teu relógio
Marcar mais um, mais um, mais um...
Ele está te dizendo menos um menos um...
Solidão...
Quando morre um rio.
Para onde vão seus encantados?
E se todos os insetos fenecerem?
De certo, em seis meses a natureza jazia.
Se todas as árvores sucumbicem
Não haveria novas gerações.
Todavia se os humanos fossem extintos
Seria a hora da natureza brilhar.
Em bem pouco tempo
Árvores cresceriam por entre os arranha céu.
A fauna distanciaria-se da extinção.
E a flora abraçavam -se em festa.
Amar é ser ferido de morte diariamente. Morre o ego, o individualismo, o "eu".
Amar é reviver diariamente.
"Nossa criança interior nunca morre. Às vezes, só precisa ser resgatada, acolhida e nutrida com afeto e novos sonhos."
A dimensão de uma mente é a pequena imensidão de um pensamento; a consciência que morre e renasce ao comando de conciliar o interior com o exterior. Nesta percepção aprendemos que a mente ensina-nos a ligação ao Universo através do nosso interior.
Morre-se e vive-se tantas vezes dentro de um abraço que, nem a morte, nem a vida, o tornam compreensível.
