Moralidade
O Nômade Pensador
O sofrimento nos seus vícios dão origem às suas virtudes,
Não deixe que a falsa moralidade deles destrua seus pensamentos, seu ser,
Eles saborearão sua morte,
Entre produtores e consumidores,
O pensamento se esvai,
Pois a grande maioria prefere uma bandeja à um livro, sem uma busca profunda por um pensamento próprio,
O sistema funciona por que pessoas são apenas replicadoras de ideias,
Se contendam em matar sua sede nos rios adjacentes,
São poucas as pessoas que vão até a nascente do conhecimento e absorvem sua realidade, criando seus próprios pensamentos, renovando sua consciência,
O nômade pensador está praticamente extinto, e um meio de vida que possibilitou tamanho crescimento tão exponencial da criatividade e do pensamento, agora transforma as pessoas em pensadores sedentários, acomodados com suas hipocrisias, sem saírem da sua zona de conforto, com medo de descobrir que a base de sua personalidade e valores estão incorreros, e que muda-los é um preço que não estão disposto a pagar pelo seu desenvolvimento pessoal,
Expondo sua mediocridade e seu autolitarismo democrático com base nos errôneos valores comuns.
A imoralidade não faz parte do tudo, a imoralidade faz parte do vazio: Não entendemos corretamente. O tudo é a sabedoria e não encontro a imoralidade em uma mente sábia; as músicas imorais estão no vazio, e não encontro nada nelas além de desprezo, não sinto amor, não acho belo, e principalmente, é inexistente no meu coração. Já uma música bela; é cantada em sinfonia com a natureza, com o cosmos, a beleza da perfeição, é muito intrigante como essas músicas invadem meu coração e se apossam dos meus sentimentos, vencendo da razão.
“Somos catapultados à superfície da moral cada vez que nos posicionamos acerca de assuntos espinhosos; dessa maneira, a moralidade não é um fim em si mesma, senão uma lente de aumento nos comportamentos humanos.”
“Não… A religião, per si, não tem o monopólio da moral. Esta, quando menos, está dentro de cada um de nós, a despeito de crer ou não em algo.”
Em um país em que a Suprema Corte come lagosta e toma vinho caro as custas do Povo pobre e faminto, não há moralidade que se sustente de forma ativa e presente nas suas decisões.
O Relativismo luta contra a Moral Absoluta, mas deseja que sua Moral seja universalizável. É uma incongruência delirante.
Chamamos de Tradição a repetição de um determinado costume sem adicionar a ele qualquer novo raciocínio ou conclusão.
Nenhuma Lei pode ser enunciada de forma absoluta e irrestrita, desvinculando-a dos motivos correlacionados ao contexto em que se aplica.
Leis são dogmas que devem ser aceitos por qualquer um que tencione viver sob a proteção do contrato social. Realmente não diferem muito de convicções religiosas, mas tendem a ter um viés mais Consequencialista Utilitário que as crenças de cunho essencialmente religioso.
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