Monstros
Poema- O monstro do polisomem
Para acabar com bruxas, monstros e lobisomens, utiliza-se bala de prata, diz a lenda dos homens!
Mas não se ofenda, esses monstros todos, não são lendas!
Eles estão entre nós, é preciso que se desvenda esse mistério, que proponho a vós!
- Bruxas, monstros, lobisomens? Quanto desamor! Isso me parece mais um filme de terror!
Sem nenhum temor, não é ficção! Ainda que isso cause muita reação e dor, partimos para a ação, uma explicação!
- O lobisomem, como sabemos, é um lobo em forma de homem, é um ser muito visado!
O que temos é o polisomem, muito mais perigoso, pois está disfarçado e é mais valente!
É polivalente: É meio político, meio homem, meio lobo, meio bom, meio mal, é ambíguo, ambivalente e fatal!
O polisomem nunca está contente, precisa convencer muita gente, ele é intransigente e nunca combate o mal!
- Na real, esse polisomem, parece um Super Homem!
Não se iluda, ele não é folclore, más dizem que até não morre!
- Então, qual a principal arma para acabar com essa criatura?
Porventura, seria uma bala de prata?
Bala de prata é mito, não mata e ainda o tiro pode sair pela culatra!
Então não mente e nem omita, dá uma solução distinta e conveniente!
Que mata essa aberração é deixa todos contente!
Bala de prata é o voto consciente, que mata o polisomem , que nunca dorme!
Por isso, não se omita VOTA! Senão o polisomem volta e Ressuscita!
(Marcos Müzel- 25/10/2022)
Nem mesmo monstros conseguem sobreviver sem um coração batendo dentro do peito.
Eles não são monstros. São parasitas. Apenas minúsculos organismos que vivem dentro de outra criatura.
Há pessoas que controlam seus monstros, e há pessoas que os seus monstros o controlam. E não há nenhuma que não os tem.
No turbilhão inquieto da mente, O inferno se levanta e traz tempestades.
Os monstros se enfurecem e se movem com raiva, Dor, terror e loucura em uma dança feroz.
A raiva se eleva como uma chama ardente, Eu consumo meus pensamentos e sentimentos.
Guerreiros e matadores com diferentes personalidades, Eles disputam a supremacia no caos.
A dor me envolve como garras afiadas, Ela permeia cada célula do meu ser.
A paz parece uma ilusão, espalhada, Enquanto a loucura espreita sem me parar.
Em um labirinto de sombras e confusão, Perco-me entre o abismo e o diabo.
buscando a salvação, desejando a salvação, Lute contra o abraço do sofrimento.
Mas há uma chama que continua queimando Nos cantos mais profundos da minha alma.
A esperança pode amar mesmo no inferno me leve para descansar Neste caos eu busco minha verdade Enfrente as sombras e os monstros.
Eu acredito que superar é a minha chave Encontre a paz e cure meu coração sombrio.
Então eu me levanto para lutar contra esta tempestade Eu construo pontes entre minhas diferentes faces.
Busque o equilíbrio e a quietude com resiliência. Transforme o inferno em um oásis de maravilhas.
Hora de quietinho
De se cobrir
Com a noite lá fora
E de deixar-se ir
Monstros sob a cama
Também vocês
Hora de dormir
Nunca dizer nunca
Cair, levantar
Ver com olhos novos
Se maravilhar
Nunca dizer nunca
Cair, levantar
Gostar do presente
Gostar de gostar
Também vocês
Hora de dormir
"Amar sim, mas não ser idiota.
Amar até os ossos, mas não fechar os olhos para os monstros que pulam da escuridão para te devorar sem dó, nem piedade, até os ossos".
Então agora eu faço essas coisas. Eu solto magias, falo com pulseirinhas, mato monstros bizarros. Aposto que agora vou voar.
Muitas vezes dormiremos com nossos fantasmas, tomaremos café da manhã com nossos monstros e caminharemos com nossos demônios de estimação. A mente é o maior campo de batalha humano.
O lado obscuro da loucura é um labirinto sem saída, onde os pensamentos se tornam monstros vorazes que devoram a sanidade.
Tudo o que precisamos para deixar para trás os monstros que nós mesmos criamos é olhar na direção da luz.
Os super-heróis e os monstros não passam de projeções automáticas e disfarçadas de você mesmo. No final, a escolha delicada entre um projeto ou projétil de vida será sempre sua.
Às vezes quem combate os monstros tem que usar as mesmas armas , pode-se dizer que precisaram virar um, mas se tiver critério ético, às escolhas morais deverão ponderar até onde a linha tênue os separa .
-Mas o que separa um do outro?
-A linha tênue da ética e das escolhas morais.
Nós criamos os nossos próprios monstros e os alimentamos diariamente, quando nos danos conta, eles parecem gigantescos e insuperáveis. Um dia, deixamos de alimentá-los e, com o tempo, descobrimos que eles não passavam de sombras, projetadas dos nossos próprios medos.
Quando era criança tinha medo dos monstros de baixo da cama, hoje em dia meu medo é do monstro que fica sobre o meu travesseiro.
Existe uma multidão berrante dentro de mim, o que procuro é apenas o silêncio, mas esses monstros gritam demasiadamente alto que não dá para ter o mínimo de paz...
In, cataclismo
