Moderação
PAZ-CIÊNCIA
Paciência ...
”ciência da paz”...
essência da concórdia.
Paciência ...
moderação do temperamento ...
preservação da tranqüilidade ...
Paciência ...
segredo da vitória ...
preservação na conquista ...
Paciência ...
esperança na oração ...
consciência da boa realização ...
Paciência ...
equilíbrio dos ponderados ...
conformação dos derrotados ...
Paciência ...
consolo dos enfermos ...
recurso dos injustiçados ...
Paciência ...
renascer de idéias ...
reencontro da ordem ...
Paciência ...
soberana da humildade ...
controle da tolerância...
Paciência ...
certeza do amanhã ...
plataforma da esperança ...
O espirito de força, e de amor, e de moderação. São as virtudes resplandecentes nos líderes que anelam uma liderança pujante.
José Guaracir
Tempo ao Tempo.
Beba sem moderação
Misture em uma coqueteleira: afinidade, sedução e paixão; adicione uma dose de vodka e meia de limão.
Beba sem moderação.
O diálogo sempre é peça-chave em um relacionamento. Mas, a partir do momento em que um casal começa a morar junto, dialogar se torna ainda mais essencial e necessário. Pratique o diálogo sem moderação!
Falar com prudência.
Cautelosamente com os rivais e decentemente com todos os demais. Sempre há tempo para proferir uma palavra, mas não para fazê-lo voltar. Fale como se redigisse seu testamento: quanto menos palavras, menos processos judiciais. Treine em coisas pouco importante para saber das mais importantes. A arcanidade tem um ar de divindade: aquele que fala levianamente está muito
perto de ser vencido e convencido.
Temperança é praticar um desfrutar mais puro ou mais pleno, um gosto esclarecido, dominado, cultivado.
Conhecer
Ainda não nos conhecemos,
mas o que esperar desse
momento?
Iremos respirar o mesmo ar.
Irá falar mais alto a moderação,
ou a ansiedade?
O querer abraçar e beijar, ou
o cumprimento simples, sem nada
demonstrar?
Penso que um beijo, quebra o gêlo,
o sorriso, as mãos se dando.
e sempre há o momento delas
ficarem juntas.
O coração irá disparar, os olhos
irão de tudo falar, e o querer
começará a aumentar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista. RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente
Não se engane; a mesma nuvem fofa como algodão, que protege do sol e alivia a seca, pode se tornar insuportável em um momento de ira.
Não seja insistente demais; veja bem! Até mesmo o açúcar perde a sua doçura quando exposto por muito tempo ao fogo.
A vida é como um cartão de crédito: te permite ir para onde você quiser, mas tem limites. Por favor, use com moderação; se você exagerar, não poderá reclamar quando os boletos chegarem.
Quando os polos ganham força
Os polos ganham força quando o equilíbrio, a calibragem e a moderação parecem reduzidas de sua imperatividade simbólica por quem às associa à passividade cúmplice e à complacência acrítica.
"A preocupação exagerada nos prende em gaiolas, mas ja a preocupação moderada nos livra de futuras gaiolas".
Quase terminando, escrevo agora sobre o contrário da maldita gula, que e entre outros, tem como antônimo a moderação, a parcimônia e se quiser ser radical, o ato de jejuar.
Creio que o termo moderação é bem adequado para definir o contrário dessa voracidade de comer.
Assim como a desnutrição, o sobrepeso é um problema de saúde pública mundial, mas existe um problema maior ainda em relação à gula, a obesidade mórbida.
Minha esposa, gosta de assistir um programa de fatos verídicos (um reality show do canal Discovery Home & Health), aqui chamado de Kilos Mortais.
No início eu reclamava de ver os capítulos, mas depois de ver tantos, já não reclamo e entendo melhor o problema que essas pessoas sofrem.
É assustador assistir a situação de alguém que não consegue mais levantar da cama, com 300 kg ou mais, e ainda,
enxergar todo o envolvimento dos familiares, que não sabem o que fazer para ajudar ou resolver. Em alguns capítulos, a coisa chega às raias da loucura, as pessoas que estão envolvidas com o problema, ajudam aquele ser humano a engordar mais ainda, afinal de contas, são eles que levam a comida para a cama onde essa pessoa imensa, depois de tanto comer, espera a hora de sua morte, impressiona demais.
Uma coisa é certa, quem está envolvido com esse ser, acaba sofrendo algum distúrbio psicológico, e junto com ele, entram em "parafuso" emocional. Tem que ter muita estrutura para sair desse círculo vicioso.
Enfim, é um programa muito deprimente. Tudo começa pela falta de moderação, inicia-se então um ciclo vicioso (comer também é um vício), comem para se satisfazer e acabar com alguma angústia, e a medida que não se sentem satisfeitos, comem mais para tentar acabar com aquela ânsia da falta de satisfação.
Há pouco tempo, uma colega de trabalho me disse: "acho que todo mundo tem um vício qualquer".
Concordo plenamente, tem vício para tudo quanto é lado, vício em trabalhar, em não trabalhar, em malhar, em sedentarismo, em bebida alcoólica, em cigarro, em drogas, enfim, a lista é estensa.
Tem um ditado que diz: "tudo em excesso faz mal", então ser moderado em tudo é importantíssimo.
Extrapolo isso para todo os pecados capitais.
Ser moderadamente irado, lhe aproxima da paciência, ser moderadamente soberbo, vai abrir o caminho para sua humildade e assim por diante..
Só não tem como ser moderadamente avarento, se a pessoa é mão fechada não tem como ser menos "pão duro", mas isso fica para o próximo texto enfadonho do contrário dos sete pecados capitais.
Antes de terminar, faço uma ressalva para o ato de jejuar.
Quando jovem jejuei algumas vezes, achava e acho um ato penitencial fantástico, sentir no corpo o que tantas pessoas sentem nesse mundo tão desigual. Está na hora de voltar a fazer isso de vez em quando. Acho que vou jejuar amanhã!
E tenho dito...
O mundo não é tão injusto. Apesar de não ter escolhido o meu número de QI, posso escolher o meu número de dedicação e sem moderação.
O prazer físico é o bem supremo, maior do que os prazeres da alma; da mesma forma a dor física é maior que a dor da alma. Mesmo assim, o homem deve saber dominar os prazeres e não ser dominado por eles. O prazer não é algo ruim, ruim é ser subjugado por ele. O homem deve satisfazer os seus desejos sem se deixar envolver por eles. O prazer é sempre algo bom, mas a falta de moderação no relacionamento com os prazeres pode fazer do homem escravo e dependente deles, e isso é algo condenável.
(da filosofia de Aristipo )
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