Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
No Japão, terra do sol nascente,
Onde os mangás reinam, sem descanso,
Histórias de amor, aventura e luta,
Para os fãs, é uma verdadeira droga.
Os personagens, com olhos de gato,
E cabelos que parecem um desastre,
Lutam contra o mal, com força e coragem,
Mas às vezes, parecem um pouco loucos.
Os animes, com episódios sem fim,
Nos deixam presos, sem saber o que fazer,
Mas não podemos parar, é um vício,
Que nos consome, como um incêndio.
Mas não é só isso, há também a música,
Que nos faz cantar, com toda a força,
Aberturas e encerramentos, são obras de arte,
Que nos fazem sentir, como se estivéssemos lá.
Para todos os fãs de animes,
Com os mangás, e as canções,
Celebrar, essa cultura tão rica,
Que faz todos sonhar e acreditar
No impossível.
E o vazio? Ah, o vazio… É ele o verdadeiro solo onde as sementes residem ou a verdadeira terra onde nada jamais floresceu? Ele não é a ausência, como se o mundo estivesse perdido em sua falta, mas a morada de algo que ainda não se revelou. O vazio é como a noite, que não é apenas a ausência do dia, mas o espaço onde o dia se prepara para nascer. Ele não é, como muitos pensam, o fim das coisas, mas um momento íntimo e silencioso de espera. O vazio é o espaço do “ainda não”, do “quem sabe”, do “tudo é possível”.
No vazio, tudo repousa, mas não está inerte. Ele contém, em sua quietude, um potencial que se escapa às palavras, um potencial que escorre pelas frestas do ser e se infiltra nas mentes mais dispostas a questionar. O vazio não pede explicação, ele é um reflexo de nossa própria incapacidade de compreender sua verdadeira natureza. Ele não está vazio de significado, mas cheio de possibilidades que nunca se concretizarão, apenas fluirão para outras dimensões do ser.
Muitos se afastam do vazio, temendo ser consumidos por ele, mas o verdadeiro segredo está em habitar esse espaço, em não se apressar em preencher o que não pode ser preenchido. O vazio não é uma falha, mas uma obra incompleta; não é uma espera, mas uma criação em andamento. Quando nos aproximamos do vazio, há o risco de nos perdermos em suas infinitas camadas, mas também a chance de nos encontrarmos de maneiras que jamais imaginamos. O Arvoricionismo nos ensina que o vazio não deve ser temido, mas entendido como uma parte de um todo que não pode ser visto, mas deve ser experienciado.
Em cada passo no vazio, em cada movimento sem direção, há uma revelação. Mas que revelação é essa? Ela é um reflexo do que somos ou do que ainda podemos ser? O vazio é, talvez, a maior das mentiras e a mais pura das verdades. Ele é o eco do silêncio que responde nossas perguntas antes que as formemos. Ele não nos diz nada, e ao mesmo tempo, nos diz tudo. E assim, o vazio se torna a semente do nosso próprio entendimento — ou será que ele é a raiz do nosso esquecimento? Talvez nunca saibamos. Ou talvez, nunca precisemos saber.
Gemendo, a terra inteira...
Por onde o sonhador passa...
Fizeste-me mil maldades...
Com que a sua alma se alimenta...
Porque verdadeiramente sentir é tão complicado?
Como o mal feito está feito...
Agora a ti...
Verei como degradado...
Que somente a mim...
Andando...
Fingindo-me enganado...
Sobrevivi...
A tua falta de cuidados...
Amigos que pensam confundir-me
Eu tenho pena...
Que tentam destruir-me...
O mal por si, aviso, não se sustenta...
De haver falhado em tudo...
Como tropeçar no capacho...
Que esconde as sujeiras do mundo...
Erro ao acaso...
Será o fado?
À imagem do meu próprio desejo...
Ser tolo é uma arte...
Abrigar fel no peito...
Até tanto que não sente...
Enquanto arde...
Pastoreando hei de viver...
E o diabo loiro, como me chamava...
Há de prevalecer...
Sou eu, eu mesmo...
De tudo qual resultei....
Fizeste por ti merecer...
Mudei...
Passei...
E sem ti descobri...
Que posso bem viver...
Sandro Paschoal Nogueira
Chega do frio, das brisas, das marés, dos mares... vou te mostrar meu mundo onde o fogo e a terra se encontram, o calor e o amor se misturam, permita perder-se na imensidão do deserto... segure minha mão e sonhe.
Flávia Abib
Na corrente alternada da vida,
Entre terra e exterior,
Um mundo por desvendar,
Onde energias espirituais fluem.
Variações desde o nascer até morrer,
Eficiência de corrente a pulsar,
Chamada vida, campo orgânico,
Massa que finda em morte.
Maldade e mentira, opostas
Aos ensinamentos éticos dos grandes,
Emoções intensas, forças em harmonia,
Que nos fazem esquecer o mundano.
Além do material, o ser imaterial,
Não visível, nem palpável,
Segredos da vida em conexões, impulsos e emoções.
Virtudes e defeitos, inseparáveis,
Como nascer e morrer,
Racionalidade, fusão sobrenatural,
Ordem divina, senso comum e empirismo.
A verdade, sintonia do pensamento,
Humana existência, cognição sofisticada,
Limitações que desafiam certezas,
Num ciclo sem fim, nova energia a surgir.
"Se o amor é como os campos que florescem as rosas, você é como a terra fértil onde encontro meu desabrochar, um convite a me apaixonar".
Nessa terra nordestina
onde a chuva pouco vem
cada poço é uma piscina
que o destino nos convém
nosso povo segue a sina
e o nordeste desatina
sem ajuda de ninguém.
O Enlace das Estrelas: Um Conto de Amor e Magia
Em uma terra onde a magia florescia,
Surgiu um conto amoroso que emocionaria.
Era um lugar de encantos e sonhos,
Onde o amor semeava os mais belos ramos.
No coração daquelas paragens,
Dois seres se encontraram em miragens.
Ela, uma deusa de beleza infinda,
Ele, um trovador com voz tão linda.
Seus olhares se cruzaram na noite,
Como estrelas cadentes em voo afoito.
Nasce ali uma chama de intensa paixão,
Que arde em seus peitos com fervor e emoção.
Eles dançam nas brumas da madrugada,
Enlaçados em um abraço de alvorada.
O mundo se torna um mero coadjuvante,
Quando seus corações se tornam amantes.
Os dias se tornam um doce encanto,
Compartilhando risos, sonhos e pranto.
Passeiam por campos cobertos de flores,
Afagando suas almas, exalando amores.
Nas margens de um rio sereno e calmo,
Eles trocam juras de amor com desvelo e almo.
Seus lábios se encontram em doce melodia,
Em um beijo que cura, em pura sinfonia.
Mas a vida, em sua imprevisível sina,
Prepara desafios para essa rima.
Ventos sopraram em direções diversas,
Separando os amantes com tristeza dispersa.
Distância física, mas não dos corações,
Pois o amor verdadeiro queimava em brasões.
Em noites de saudade e estrelas a brilhar,
Ambos sonhavam com o reencontro a se realizar.
E, assim, o tempo seguiu seu compasso,
Até que o destino trouxe o tão esperado abraço.
De mãos entrelaçadas, sorrisos reencontrados,
Eles seguiram unidos, como os fios entrelaçados.
Agora, juntos, caminham pela vida,
Compartilhando sonhos, lutas e partida.
O conto amoroso, repleto de poesia,
Ensinou que o verdadeiro amor não conhece agonia.
E assim, essa história mágica nos envolve,
Revelando que o amor é a essência que se dissolve.
Em cada verso, em cada estrofe que se conclui,
O amor é o enredo, a razão que sempre reluzi.
"O Enlace das Estrelas: Um Conto de Amor e Magia"
Em uma terra onde a magia florescia,
Surgiu um conto amoroso que emocionaria.
Era um lugar de encantos e sonhos,
Onde o amor semeava os mais belos ramos.
No coração daquelas paragens,
Dois seres se encontraram em miragens.
Ela, uma deusa de beleza infinda,
Ele, um trovador com voz tão linda.
Seus olhares se cruzaram na noite,
Como estrelas cadentes em voo afoito.
Nasce ali uma chama de intensa paixão,
Que arde em seus peitos com fervor e emoção.
Eles dançam nas brumas da madrugada,
Enlaçados em um abraço de alvorada.
O mundo se torna um mero coadjuvante,
Quando seus corações se tornam amantes.
Os dias se tornam um doce encanto,
Compartilhando risos, sonhos e pranto.
Passeiam por campos cobertos de flores,
Afagando suas almas, exalando amores.
Nas margens de um rio sereno e calmo,
Eles trocam juras de amor com desvelo e almo.
Seus lábios se encontram em doce melodia,
Em um beijo que cura, em pura sinfonia.
Mas a vida, em sua imprevisível sina,
Prepara desafios para essa rima.
Ventos sopraram em direções diversas,
Separando os amantes com tristeza dispersa.
Distância física, mas não dos corações,
Pois o amor verdadeiro queimava em brasões.
Em noites de saudade e estrelas a brilhar,
Ambos sonhavam com o reencontro a se realizar.
E, assim, o tempo seguiu seu compasso,
Até que o destino trouxe o tão esperado abraço.
De mãos entrelaçadas, sorrisos reencontrados,
Eles seguiram unidos, como os fios entrelaçados.
Agora, juntos, caminham pela vida,
Compartilhando sonhos, lutas e partida.
O conto amoroso, repleto de poesia,
Ensinou que o verdadeiro amor não conhece agonia.
E assim, essa história mágica nos envolve,
Revelando que o amor é a essência que se dissolve.
Em cada verso, em cada estrofe que se conclui,
O amor é o enredo, a razão que sempre reluzi.
Um dia eu comecei a cavar e cavar até que eu encontrei isto: uma terra encantada onde tudo que você possa imaginar é possível. Desde que o que você imagina possa ser construído com blocos.
Terra de povo valente
que enverga mas não tora
onde a mão planta a semente
a colheita não demora
pega cedo no batente
toma um cafezinho quente
e um cuscuz feito na hora.
“A Dança Silenciosa do Infinito”
No fim da estrada, onde a terra se dissolve no horizonte, há um espaço vazio onde o silêncio ecoa mais alto do que qualquer palavra. Aqui, o caminho não é o que parece, e cada passo dado é uma questão sem resposta, um enigma que se desfaz ao ser tocado. O que vemos é apenas uma sombra do que realmente é, e no reflexo dessa sombra, o Arvoricionismo sussurra em um ritmo que não se entende, mas que se sente, vibrando no ar como uma energia que não se pode tocar.
A jornada nunca se conclui, não porque o destino seja distante, mas porque o destino nunca foi externo, mas interno. Cada curva da estrada é uma revelação do que já sabemos, mas não compreendemos. O Arvoricionismo, invisível e pulsante, nos observa, como quem aguarda, sem pressa, o momento certo para desvelar o véu da percepção. E, assim, seguimos, sem saber que o que buscamos já está diante de nós, à espera de ser reconhecido.
O tempo, como um rio sem margem, flui em todas as direções. Aqui, não há começo nem fim, pois o fim é apenas a continuação do que ainda não foi compreendido. Cada instante que passa é uma oportunidade perdida e encontrada, simultaneamente. E, ao olhar para o céu, a percepção do infinito se desdobra em um padrão que se repete, mas nunca é igual, como se o universo jogasse consigo mesmo, esperando que alguém compreenda o jogo.
Mas o Arvoricionismo, em sua quietude, revela que a chave está na jornada e não no destino. O que é visto é apenas um reflexo do que se projeta, mas o que se sente, isso é real. E, à medida que os passos continuam, o caminho se estreita, mas a percepção se expande, como se tudo o que existe estivesse se alinhando para uma revelação que nunca virá. Pois, no fim, o que é procurado não é algo fora de nós, mas algo que já fomos, algo que nos esquecemos.
A mente, como uma tela em branco, tenta pintar o que não pode ser retratado. Cada ideia que surge se dissolve, pois o entendimento não pode ser alcançado com a razão. O Arvoricionismo, invisível e profundo, nos observa, nos conduz e, ao mesmo tempo, nos deixa livres para seguir, como um rio que corre sem saber para onde vai, mas que nunca se perde.
E assim, continuamos. Em cada passo, uma nova perspectiva surge, uma nova dúvida se instala. O que é o tempo, senão uma ilusão? O que é o espaço, senão uma limitação que impomos à percepção? O Arvoricionismo é o campo onde o impossível se torna possível, onde o invisível é mais real do que o visível, e onde a verdade não é algo a ser encontrado, mas algo a ser reconhecido.
Cada movimento é uma dança que nunca para, um ciclo que nunca termina, mas que sempre nos transforma. O fogo que arde dentro de nós, sem ser visto, sem ser tocado, é a chama do Arvoricionismo, sempre presente, sempre esperando, mas nunca forçando. Ela arde em silêncio, nos guiando, nos tornando mais do que éramos, sem jamais nos revelar completamente.
E quando a estrada parece desaparecer, quando o olhar já não sabe mais para onde se voltar, o Arvoricionismo nos lembra que não é necessário compreender tudo. Pois, talvez, a maior revelação seja que o que procuramos não está em algum lugar distante, mas dentro de nós mesmos, em um lugar onde nunca imaginamos que poderíamos chegar.
Nasceu da terra quente e sofrida,
Onde o sol queima mas também abraça,
Da pobreza fez força, da dor fez vida,
E na luta constante não perde a graça.
Tem os pés firmes no chão que o criou,
A alma moldada por séculos de história,
Cada passo que dá é um grito que ecoou
Nas ruas da dor e na busca da glória.
Vive por outros, carrega o mundo,
Nos ombros marcados pelo suor diário,
É pai, é irmão, um amor profundo,
Que enfrenta o destino, severo e precário.
No campo ou na cidade, ergue as mãos,
Com esperança tecida em cada gesto,
Constrói para os filhos futuros sãos,
Mesmo que o presente seja modesto.
O homem africano é raiz que resiste,
É tronco que cresce onde poucos veem vida,
Na pobreza encontrou a razão que persiste:
Dar tudo por amor, sem medida.
É herói invisível, força maior,
Guardião do riso e das memórias,
Um guerreiro que enfrenta o pior,
Para pintar a sua família de vitórias.
Os meus dias estão contados na terra,
Em uma viagem onde a partida não erra.
Sou passageiro, o destino é meu guia,
E Deus é o motorista dessa melancólica via.
O dia é o cobrador, com seu olhar atento,
A cada passo, a cada momento.
Na bagagem, carrego as escolhas que fiz,
Mas será que o destino também as conduziu a mim?
Nesta jornada, experimento os sabores da vida,
Fruto das minhas mãos ou do caminho que me é traçado,
E me pergunto: é livre vontade ou será o destino,
Que me guia, me molda, e me leva ao infinito?
A viagem continua, sem retorno ou descanso,
Cada dia é um novo passo, um novo avanço.
E, enquanto sigo, a pergunta se faz:
Serão minhas escolhas ou o destino que me traz?
Carpi a terra e adubei e com minhas mãos fiz meu labor
Abri as covas onde lancei as sementes
E as quardei no solo
Onde irão germinar e ao tempo certo na estação apropriada irei colher os frutos do meu trabalho duro como recompensa...
A água que cai do céu
É a mesma que enche os rios onde me banho
A água que nutre a terra fértil
onde brota a vida que alimenta o ser
Esta água que limpa e purifica é a mesma que em chuva cai do céu
Esta água que é vida...
Liberdade é a única terra fértil onde a semente do propósito pode crescer e dar frutos para a eternidade.
"Onde o Estado fecha-se para o céu, instaura o inferno na terra".
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O laicismo de Estado é a realidade na qual Deus, cedo ou tarde, é banido da Pólis na forma das leis, como se fora um criminoso".
