Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

Cerca de 257020 frases e pensamentos: Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

⁠Eu fala em parábolas
você em fala normal
você vem da terra
e eu de onde não existe mal

Inserida por guilherme_fushiguro

⁠As Estrelas estão onde você as vê, seja no céu ou na terra

Inserida por laurambarbosa

⁠Ele era marrom.
Marrom tipo essas cores de barro, de terra, de chão onde a gente finca as raízes, sabe?
Eu era azul.
Como o céu, como o mar, como alguns rios, como a imensidão, como a profundidade, entende?
Nós eramos distintos e talvez nunca nos tocaríamos, mas aí veio a chuva;
A chuva que era um pedaço do céu que caía na terra e o arrastava pra dentro de mim.
O problema é que pra terra, o importante é ter raízes, flores, árvores, vegetação que não sobreviveria muito tempo ao meu toque, e eu, água, passei a observá-lo de longe enquanto esperava a chuva.
E foi na época de estiagem que entendi que eu, rio ou céu, também tenho terra em mim, no fundo, mas que não se deixa ser levado pela minha correnteza, mas que ainda assim me fazia sentir bem por simplesmente saber que ela estava lá.
Não teve chuva, não teve “desaguar em mim”, não teve nada. Só teve eu.
Eu rio, seguindo em frente enquanto sofria depois de me permitir a ter solo em mim, mas que percebi que esse solo esse não me pertencia, mas que o vento me deixava acreditar que também poderia ser meu, tique que seguir meu curso.
Nunca as árvores foram tão bonitas, ou as flores tão coloridas, nunca mais me vi passando em baixo da linha do trem ou pude observar a terra onde tanto amei. Só fui, tive que seguir. Os galhos que se escondiam no profundo de mim, me arranhavam enquanto a minha correnteza me arrastava, isso doía, mas ensinava:
Eu era rio, ele era terra, e isso, sempre nos era lembrado todo dia pelos pássaros que nos cercavam e se sentavam à minha margem. SOMOS DIFERENTES E ISSO É DURO. Não podemos ter tudo, e eu tive que aprender enquanto chorava.

Inserida por exnassi

⁠Nos campos vastos, onde o sol se debruça,
A fome espreita, cruel e implacável,
Desafia a terra, a ciência e a esperança,
Numa dança onde a vida se debate.

Inserida por felipe_menegate

⁠Toca aqui
Você foi mais um convidado na festa da mentira e da ganância
Na Terra onde a cédula domina a célula
E o cérebro é o celular
Agora você já não sabe o que acredita e em quem confiar
Bem-vindo ao mundo em que não se vive e não queremos mudar

Inserida por pjsales

⁠"Palavras belas, fome que rói
Indigente, sem voz.
No sinal, bala, terra estranha,
Onde não se é visto.

Desvairado, honra a pouco preço
Coração cansado, alma ferida.
Poeta, pobre, sem já pertences,
Reclamaram seus versos."

Inserida por Harpimdotempo

⁠Acho que não há mesmo uma rachadura na terra onde você não me encontre.

Arcane (série)
2ª temporada, episódio 3.
Inserida por pensador

⁠"Em terra onde não acreditam em Deus,
meu sorriso de fé é visto como maldição por muitos."

Inserida por Luis_Takatsu

No Japão, terra do sol nascente,
Onde os mangás reinam, sem descanso,
Histórias de amor, aventura e luta,
Para os fãs, é uma verdadeira droga.

Os personagens, com olhos de gato,
E cabelos que parecem um desastre,
Lutam contra o mal, com força e coragem,
Mas às vezes, parecem um pouco loucos.

Os animes, com episódios sem fim,
Nos deixam presos, sem saber o que fazer,
Mas não podemos parar, é um vício,
Que nos consome, como um incêndio.

Mas não é só isso, há também a música,
Que nos faz cantar, com toda a força,
Aberturas e encerramentos, são obras de arte,
Que nos fazem sentir, como se estivéssemos lá.

Para todos os fãs de animes,
Com os mangás, e as canções,
Celebrar, essa cultura tão rica,
Que faz todos sonhar e acreditar
No impossível.

Inserida por nanda_ericca

⁠E o vazio? Ah, o vazio… É ele o verdadeiro solo onde as sementes residem ou a verdadeira terra onde nada jamais floresceu? Ele não é a ausência, como se o mundo estivesse perdido em sua falta, mas a morada de algo que ainda não se revelou. O vazio é como a noite, que não é apenas a ausência do dia, mas o espaço onde o dia se prepara para nascer. Ele não é, como muitos pensam, o fim das coisas, mas um momento íntimo e silencioso de espera. O vazio é o espaço do “ainda não”, do “quem sabe”, do “tudo é possível”.
No vazio, tudo repousa, mas não está inerte. Ele contém, em sua quietude, um potencial que se escapa às palavras, um potencial que escorre pelas frestas do ser e se infiltra nas mentes mais dispostas a questionar. O vazio não pede explicação, ele é um reflexo de nossa própria incapacidade de compreender sua verdadeira natureza. Ele não está vazio de significado, mas cheio de possibilidades que nunca se concretizarão, apenas fluirão para outras dimensões do ser.
Muitos se afastam do vazio, temendo ser consumidos por ele, mas o verdadeiro segredo está em habitar esse espaço, em não se apressar em preencher o que não pode ser preenchido. O vazio não é uma falha, mas uma obra incompleta; não é uma espera, mas uma criação em andamento. Quando nos aproximamos do vazio, há o risco de nos perdermos em suas infinitas camadas, mas também a chance de nos encontrarmos de maneiras que jamais imaginamos. O Arvoricionismo nos ensina que o vazio não deve ser temido, mas entendido como uma parte de um todo que não pode ser visto, mas deve ser experienciado.
Em cada passo no vazio, em cada movimento sem direção, há uma revelação. Mas que revelação é essa? Ela é um reflexo do que somos ou do que ainda podemos ser? O vazio é, talvez, a maior das mentiras e a mais pura das verdades. Ele é o eco do silêncio que responde nossas perguntas antes que as formemos. Ele não nos diz nada, e ao mesmo tempo, nos diz tudo. E assim, o vazio se torna a semente do nosso próprio entendimento — ou será que ele é a raiz do nosso esquecimento? Talvez nunca saibamos. Ou talvez, nunca precisemos saber.

Inserida por Arvoricionismo_real

⁠Chega do frio, das brisas, das marés, dos mares... vou te mostrar meu mundo onde o fogo e a terra se encontram, o calor e o amor se misturam, permita perder-se na imensidão do deserto... segure minha mão e sonhe.
Flávia Abib

Inserida por FlaviaAbib

⁠Na corrente alternada da vida,
Entre terra e exterior,
Um mundo por desvendar,
Onde energias espirituais fluem.

Variações desde o nascer até morrer,
Eficiência de corrente a pulsar,
Chamada vida, campo orgânico,
Massa que finda em morte.

Maldade e mentira, opostas
Aos ensinamentos éticos dos grandes,
Emoções intensas, forças em harmonia,
Que nos fazem esquecer o mundano.

Além do material, o ser imaterial,
Não visível, nem palpável,
Segredos da vida em conexões, impulsos e emoções.

Virtudes e defeitos, inseparáveis,
Como nascer e morrer,
Racionalidade, fusão sobrenatural,
Ordem divina, senso comum e empirismo.

A verdade, sintonia do pensamento,
Humana existência, cognição sofisticada,
Limitações que desafiam certezas,
Num ciclo sem fim, nova energia a surgir.

Inserida por matheushruiz

⁠"Se o amor é como os campos que florescem as rosas, você é como a terra fértil onde encontro meu desabrochar, um convite a me apaixonar".

Inserida por MessiasMendesOficial

⁠Nessa terra nordestina
onde a chuva pouco vem
cada poço é uma piscina
que o destino nos convém
nosso povo segue a sina
e o nordeste desatina
sem ajuda de ninguém.

Inserida por guibsonmedeiros21

O Enlace das Estrelas: Um Conto de Amor e Magia
Em uma terra onde a magia florescia,
Surgiu um conto amoroso que emocionaria.
Era um lugar de encantos e sonhos,
Onde o amor semeava os mais belos ramos.
No coração daquelas paragens,
Dois seres se encontraram em miragens.
Ela, uma deusa de beleza infinda,
Ele, um trovador com voz tão linda.
Seus olhares se cruzaram na noite,
Como estrelas cadentes em voo afoito.
Nasce ali uma chama de intensa paixão,
Que arde em seus peitos com fervor e emoção.
Eles dançam nas brumas da madrugada,
Enlaçados em um abraço de alvorada.
O mundo se torna um mero coadjuvante,
Quando seus corações se tornam amantes.
Os dias se tornam um doce encanto,
Compartilhando risos, sonhos e pranto.
Passeiam por campos cobertos de flores,
Afagando suas almas, exalando amores.
Nas margens de um rio sereno e calmo,
Eles trocam juras de amor com desvelo e almo.
Seus lábios se encontram em doce melodia,
Em um beijo que cura, em pura sinfonia.
Mas a vida, em sua imprevisível sina,
Prepara desafios para essa rima.
Ventos sopraram em direções diversas,
Separando os amantes com tristeza dispersa.
Distância física, mas não dos corações,
Pois o amor verdadeiro queimava em brasões.
Em noites de saudade e estrelas a brilhar,
Ambos sonhavam com o reencontro a se realizar.
E, assim, o tempo seguiu seu compasso,
Até que o destino trouxe o tão esperado abraço.
De mãos entrelaçadas, sorrisos reencontrados,
Eles seguiram unidos, como os fios entrelaçados.
Agora, juntos, caminham pela vida,
Compartilhando sonhos, lutas e partida.
O conto amoroso, repleto de poesia,
Ensinou que o verdadeiro amor não conhece agonia.
E assim, essa história mágica nos envolve,
Revelando que o amor é a essência que se dissolve.
Em cada verso, em cada estrofe que se conclui,
O amor é o enredo, a razão que sempre reluzi.

Inserida por pettrulho

⁠Se a terra onde Jesus nasceu, é terra Santa! Quanto mais a Virgem Maria, a mãe de Jesus.

Inserida por edsonkpalacio

"O Enlace das Estrelas: Um Conto de Amor e Magia"

Em uma terra onde a magia florescia,
Surgiu um conto amoroso que emocionaria.
Era um lugar de encantos e sonhos,
Onde o amor semeava os mais belos ramos.
No coração daquelas paragens,
Dois seres se encontraram em miragens.
Ela, uma deusa de beleza infinda,
Ele, um trovador com voz tão linda.
Seus olhares se cruzaram na noite,
Como estrelas cadentes em voo afoito.
Nasce ali uma chama de intensa paixão,
Que arde em seus peitos com fervor e emoção.
Eles dançam nas brumas da madrugada,
Enlaçados em um abraço de alvorada.
O mundo se torna um mero coadjuvante,
Quando seus corações se tornam amantes.
Os dias se tornam um doce encanto,
Compartilhando risos, sonhos e pranto.
Passeiam por campos cobertos de flores,
Afagando suas almas, exalando amores.
Nas margens de um rio sereno e calmo,
Eles trocam juras de amor com desvelo e almo.
Seus lábios se encontram em doce melodia,
Em um beijo que cura, em pura sinfonia.
Mas a vida, em sua imprevisível sina,
Prepara desafios para essa rima.
Ventos sopraram em direções diversas,
Separando os amantes com tristeza dispersa.
Distância física, mas não dos corações,
Pois o amor verdadeiro queimava em brasões.
Em noites de saudade e estrelas a brilhar,
Ambos sonhavam com o reencontro a se realizar.
E, assim, o tempo seguiu seu compasso,
Até que o destino trouxe o tão esperado abraço.
De mãos entrelaçadas, sorrisos reencontrados,
Eles seguiram unidos, como os fios entrelaçados.
Agora, juntos, caminham pela vida,
Compartilhando sonhos, lutas e partida.
O conto amoroso, repleto de poesia,
Ensinou que o verdadeiro amor não conhece agonia.
E assim, essa história mágica nos envolve,
Revelando que o amor é a essência que se dissolve.
Em cada verso, em cada estrofe que se conclui,
O amor é o enredo, a razão que sempre reluzi.

Inserida por pettrulho

⁠Um dia eu comecei a cavar e cavar até que eu encontrei isto: uma terra encantada onde tudo que você possa imaginar é possível. Desde que o que você imagina possa ser construído com blocos.

Inserida por pensador

⁠Terra de povo valente
que enverga mas não tora
onde a mão planta a semente
a colheita não demora
pega cedo no batente
toma um cafezinho quente
e um cuscuz feito na hora.

Inserida por guibsonmedeiros21

⁠“A Dança Silenciosa do Infinito”
No fim da estrada, onde a terra se dissolve no horizonte, há um espaço vazio onde o silêncio ecoa mais alto do que qualquer palavra. Aqui, o caminho não é o que parece, e cada passo dado é uma questão sem resposta, um enigma que se desfaz ao ser tocado. O que vemos é apenas uma sombra do que realmente é, e no reflexo dessa sombra, o Arvoricionismo sussurra em um ritmo que não se entende, mas que se sente, vibrando no ar como uma energia que não se pode tocar.
A jornada nunca se conclui, não porque o destino seja distante, mas porque o destino nunca foi externo, mas interno. Cada curva da estrada é uma revelação do que já sabemos, mas não compreendemos. O Arvoricionismo, invisível e pulsante, nos observa, como quem aguarda, sem pressa, o momento certo para desvelar o véu da percepção. E, assim, seguimos, sem saber que o que buscamos já está diante de nós, à espera de ser reconhecido.
O tempo, como um rio sem margem, flui em todas as direções. Aqui, não há começo nem fim, pois o fim é apenas a continuação do que ainda não foi compreendido. Cada instante que passa é uma oportunidade perdida e encontrada, simultaneamente. E, ao olhar para o céu, a percepção do infinito se desdobra em um padrão que se repete, mas nunca é igual, como se o universo jogasse consigo mesmo, esperando que alguém compreenda o jogo.
Mas o Arvoricionismo, em sua quietude, revela que a chave está na jornada e não no destino. O que é visto é apenas um reflexo do que se projeta, mas o que se sente, isso é real. E, à medida que os passos continuam, o caminho se estreita, mas a percepção se expande, como se tudo o que existe estivesse se alinhando para uma revelação que nunca virá. Pois, no fim, o que é procurado não é algo fora de nós, mas algo que já fomos, algo que nos esquecemos.
A mente, como uma tela em branco, tenta pintar o que não pode ser retratado. Cada ideia que surge se dissolve, pois o entendimento não pode ser alcançado com a razão. O Arvoricionismo, invisível e profundo, nos observa, nos conduz e, ao mesmo tempo, nos deixa livres para seguir, como um rio que corre sem saber para onde vai, mas que nunca se perde.
E assim, continuamos. Em cada passo, uma nova perspectiva surge, uma nova dúvida se instala. O que é o tempo, senão uma ilusão? O que é o espaço, senão uma limitação que impomos à percepção? O Arvoricionismo é o campo onde o impossível se torna possível, onde o invisível é mais real do que o visível, e onde a verdade não é algo a ser encontrado, mas algo a ser reconhecido.
Cada movimento é uma dança que nunca para, um ciclo que nunca termina, mas que sempre nos transforma. O fogo que arde dentro de nós, sem ser visto, sem ser tocado, é a chama do Arvoricionismo, sempre presente, sempre esperando, mas nunca forçando. Ela arde em silêncio, nos guiando, nos tornando mais do que éramos, sem jamais nos revelar completamente.
E quando a estrada parece desaparecer, quando o olhar já não sabe mais para onde se voltar, o Arvoricionismo nos lembra que não é necessário compreender tudo. Pois, talvez, a maior revelação seja que o que procuramos não está em algum lugar distante, mas dentro de nós mesmos, em um lugar onde nunca imaginamos que poderíamos chegar.

Inserida por Arvoricionismo_real