Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
EU VOU FALAR DE AMOR
Eu vou falar de amor
Nesta terra onde só há dor
E o mal germina como flor
Terra adubada com rancor
Propícia ao cultivo da inveja
E ciúme sem pavor
Lugar onde o bem morre
E o mal cresce com vigor
Eu vou levar aos corações o amor
E do rosto dos homens
Vou secar as lágrimas de dor
Onde você está esperança?
Onde você está que já não te vejo?
Em vão perscruto
o mar, a terra, o céu...
Vai profunda a noite, tão deserta a rua...
E eu como a lua,
vagueio ao léu.
Tudo é solidão, tudo é vazio...
Santo Deus, que frio
me faz gelar!
Ó esperança!
Quanta vontade de te encontrar!
Fortaleza Bela
Fortaleza tão bela, tão linda.
Terra onde nasci,
guardo no coração,meu amor por ti.
Amo-te de tal forma,
que nem sei expressar,
volto a ti a amar,
toda que vez que saudades vem.
A terra onde piso deixo marcas que, jamais vão ser esquecidas, pois levo o amor que plantei, em troca ganho amor sem nada dar em troca!
Vivemos mortos nesta terra onde somos ensinados
A exaltar um patriotismo globalizado
Sobre uma pátria que se esqueceu do patriota
Não encontramos paz e isto me revolta
Nem mesmo no solo pátrio, a priori
Tornamo-nos num povo sem pátria e sem valor
Africa em vez de paraíso do africano
Transformou-se no inferno do próprio africano
Que vive ou morre disperso na diáspora louca
Não há democracia quando o povo vive com adesivos na boca
Sentir fome é um problema fisiológico
Mas passar fome é um problema económico
Muitos vivem em África
Mas poucos vivem por esta África
Vamos revisitar o passado para compreender o presente
Ideias antigas podem construir uma África marcante
Sertão vivo!
Do sertão sou nascido
é onde me sinto bem
é meu lugar preferido
e outra terra não tem
na chuva tudo é florido
e aqui eu sou bem servido
sem precisar de um vintém.
Um meio ambiente onde a natureza vive em interação com a sociedade, tornou-se inimiga de uma terra que recebeu o nome de uma árvore.
"Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência.
E disse: Até aqui virás, e não mais adiante, e aqui se parará o orgulho das tuas ondas?"
Jó 38:4,11
Se me dizes que na tua Terra há mar, que é rico em peixe e onde há boas praias, planícies, monte abundante em ar puro, rio para desportos náuticos desfrutar além do mar,uma boa gastronomia, é capital do folclore, tem gente boa e acolhedora, artistas de prestígio e atletas mundialmente premiados.....Não é necessário mais demonstração ao amor à tua "Princesa do Lima", acabo de constatar. "Quem gosta vem, quem ama fica".
Na simplicidade humildade de Deus,na vaidade arrogância ganância da terra onde tudo corre meio que contrário a quase tudo!
E se o estado obtivesse uma área de terra , onde poderia produzir alimentos , para a população carente e necessitada , se cada município adotasse essa ideia , que custa relativamente pouco , seriamos um pais livre da fome e miséria , uma população que tem alimentos pra por na mesa , alimenta os seus sonhos , melhora a qualidade de vida , eleva o índice de desenvolvimento humano , tirando o do mapa da fome , da pobreza , contudo ser modelo mundialmente , porque o mais importante ainda é a vida .
ESPERANÇA!
O sol vem causticante
em cada pingo de suor
sem ter por onde plante
procura terra melhor
a seca ainda é gigante
mas em todo retirante
a esperança é bem maior.
De onde brotou meu sangue? Da terra de lobisomem, aonde passou lampião, que beijou Maria bonita.
Brotou de terra árida, onde só mandacaru se cria, gente por lá é cumpadi, seu Zé ou dona Maria.
Minino tem que pedir benção e recebe de volta; Deus te crie...
De lá, não trago lembranças, pois tudo o que sei, foi de ouvir falar, mas dos ancestrais trago orgulho mesmo nunca tendo estado lá.
Ah! Acende toda luz,
Iluminando a Terra
que convive com a dor,
Sem esperança.
Vai onde há a dor, e cura!
Vai onde não há amor, e ama!
Vai onde há a dor, e alegra!
Vai onde não há amor, transforma!
Teu toque forte muda a sorte de quem Te encontra.
Deus, onde estás?
(Deus, onde estás?)
Súplica
Tirem-nos tudo,
mas deixem-nos a música!
Tirem-nos a terra em que nascemos,
onde crescemos
e onde descobrimos pela primeira vez
que o mundo é assim:
um labirinto de xadrez…
Tirem-nos a luz do sol que nos aquece,
a tua lírica de xingombela
nas noites mulatas
da selva moçambicana
(essa lua que nos semeou no coração
a poesia que encontramos na vida)
tirem-nos a palhota ̶ humilde cubata
onde vivemos e amamos,
tirem-nos a machamba que nos dá o pão,
tirem-nos o calor de lume
(que nos é quase tudo)
̶ mas não nos tirem a música!
