Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
se ganhares meu corpo,
talvez consiga minha alma.
mais se ganhares minha alma
a ti pertencera o meu viver.
Hoje não!
Uma folha em branco à minha frente
espera pelas palavras, verbos conjugados
que vazem a solidão de minh'alma
em forme de machucada poesia.
Hoje não!
Não quero escrever sobre as dores
tantas e várias, sonhos incolores,
desesperançados desamores.
Não.
Hoje eu quero um amor
que tenha corpo e desejos, sorriso
que me encante, beijo que magoa.
Se doer, que doa!
SONETO DE UM AMOR PROIBIDO
Eis que não posso estar longe de ti
Tu que tocaste tão fundo minh’alma
Quando te vi tanta dor pressenti...
Fui qual cigana lendo minha palma.
Eis que todos os erros repeti
E nas noites já não encontro a calma
Pois teu toque (proibido) consenti
E só ele, agora, é que me acalma
Oh, meu doce amor, como me invades
Só teu é agora o meu pensamento
E só por ti choro todas as tardes
Pararia o mundo por um momento
Mas basta, amor, apenas que me guardes
E serei eu (prometo) o teu alento.
Sou um bobo.
Me esqueço que o meu desejo é tão velho
quanto eu, que minha princesa
está toda enrugada.
Sorrisos que não cabem no tempo.
Pena!
Tanta saliva escorrida inutilmente.
Setas que não alcançaram o alvo,
espermatozóides nadando na cerâmica.
Dormirei com saudades..
Minhas mão feridas reclamam cuidados !
A Saudade, clama minha alma...
Te olho de longe, pois não posso me aproximar ...
Perdoei suas mazelas, para manter-te em seus melhores momentos ...
Cultivo meu jardim, para que fique belo.
Cultivo meu jardim, para que venham as borboletas.
Converso com as lagartas e com os caracóis...
Sei que um dia, você poderá admirar-se com meus feitos...
Danço meu balet, inspirada em tuas lembranças...
Cultivo meu amor... na melhor poesia.
Viajo com as estrelas, porque te cobrem de luz.
Vou com o vento, porque pode tocar o teu rosto.
Amo-te. Incondicionalmente.
Cala a boca, memória! Basta, basta!
O que o Tempo te disse não me digas.
Que pareces até minha madrasta
Quando me vens cantar tuas cantigas.
Tua voz me faz mal e me vergasta,
E a chorar, muitas vezes, tu me obrigas.
Piedade, Memória leonoclasta,
Não despertes, assim, dores antigas.
Vai, recolhe-te à tua soledade,
E que o teu braço nunca mais me leve
À sepultura da Felicidade!
Segue um conselho meu, de ora em diante:
Junto a quem está de luto, não se deve
Falar de quem morreu, a todo instante…
Ironia! Ironia!
Minha consolação! Minha filosofia!
Imponderável máscara discreta
Dessa infinita dúvida secreta
Que é a tragédia recôndita do ser!
Muita gente não te há de compreender
E dirá que és renúncia e covardia!
Ironia! Ironia!
És minha atitude comovida:
O amor-próprio do Espírito, sorrindo!
O pudor da Razão diante da Vida!
Perguntam sobre minha personalidade. Bem, Como posso descrever... Sou como uma maré que vai e volta, sempre com novidades e aprendizados.
Bebo pra reduzir minha capacidade de raciocínio e interagir de forma compatível com as outras pessoas.
Mudei quando decidi cuidar de mim
Não para agradar. Para se sentir.
Aprovei a minha companhia.
Descobri que não preciso de alguém.
Para estar mais bonita ou feliz.
Posso ser meu encanto e prazer.
Encoberta pela sombria Amélia.
Reprimia os desejos e decisões.
Sem tanta coragem, queria vencer.
Virou um tumulto a razão e o coração
Venceu a coerência com perfeição
Forneceu a alento para a missão.
Renovada e ousada tinha que ser.
Tirei as caraças que disfarçava
Passei a dizer NÃO, sem me doer.
Novos conceitos e vontades ferveram.
Sonhos, desejos e experiências.
Realizados sem temer a aprovação.
Formidável é ser feliz, sentir a emoção.
O corpo, a pele, o cabelo correspondem.
É questão de escolha a transformação.
Vi-te tão pequena
O tempo passou
É minha cria
E, me ensinou.
É mãe, é tia.
Sempre com alegria
Mulher de batalha
Pra mim muralha
A deter o dia-a-dia
Mereces margaridas
Pelas horas sofridas.
Minha menina
Cuidei de você
Cuidou das minhas
Amor sem obrigação
Tenho enorme gratidão.
A construção de um lar
É dom de Deus
O casamento o registro.
Que não seja o evento
Sim, o amor, o respeito.
Lealdade e o compromisso
O elo dessa uma união.
Que Deus lhe dê sabedoria
Nos momentos difíceis.
O amor e paciência
Será a fonte da convivência.
Choro
Aceito baldes de água fria,
porque minha menina
dos olhos está com sede
e quer se saciar.
Quer mandar o peso sair,
a tristeza fugir,
pra de novo te encontrar.
E depois deixar,
por tanto amar,
tudo vazar:
toda essa água
já salgada,
escorrendo mansa e
descendo quente
pelo meu olhar...
Te vejo então na minha frente
e percebo que você é o meu reflexo.
Mesmo parecendo sem nexo,
choro!
Te devolvo assim a água fria...
Perdoa amor, a ironia!
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