Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Verão quente da minha infância
dias longos e saudosos..
Verão da nossa juventude, onde
os dias passam a correr sem darmos por ela...
águas quentes de verão passados na praia
Verão do nosso outono, onde os dias
custam passar, onde são tantos iguais..
em toda a nossa infância a um jardim secreto.!
Talvez o banheiro de minha casa seja meu esconderijo secreto onde posso chorar sem que ninguém me incomode, talvez seja meu quarto no meio da madrugada onde posso escrever em meu caderno todas as dores e felicidades que vivi em meu dia-a-dia ou talvez seja na janela onde posso admirar a lua. Talvez toda essa tristeza um dia se amenize com o passar do tempo e a dor da perda se cicatrize. Talvez algum dia eu possa saber o que se é sorrir com vontade e dar gargalhadas sem se quer ouvir uma piada ou talvez, eu construa a minha própria felicidade. Talvez amanhã seja tarde demais para viver o que eu deveria ter vivido hoje ou tarde demais para demonstrar o quanto amo as pessoas que permanecem em minha vida mesmo depois de tantos anos. Talvez a felicidade esteja querendo entrar em minha casa e eu não esteja percebendo ou talvez a angustia e o medo de não conseguir um futuro esteja em minha moradia até eu aprender o que se é viver de verdade. Talvez eu vença a batalha ou talvez eu a perca, talvez eu me afunde na minha própria solidão ou talvez eu consiga dar a volta por cima. Talvez, esse é o problema, o tal “talvez”.
Colega:17
Namorado:18
Colega: diz,Oi amor!
Namorado: Oi minha Gthenha <3
Colega: Onde vc estava?
Namorado: esperando vc !
Colega: Pra que?
Namorado: Pra dizer Que te amo...
Colega: Diz isso pra mais quantas?
Namorado: Só pra vc
Colega:aewwwwwww qui lindo!! I love you
Rasguei-me muitas vezes....
onde consumi-me de mim mesma
Olhei para o infinito esqueci a minha alma
perdi-me no silêncio que há em mim
Hoje recolho a energia que ficou no caminho
espremo tudo que não presta em mim
Expectativas, são que jamais o céu deixe brilhar
que a minha alma estremeça sempre que veja o sol.!
Neste céu encantado onde descansa
A minha mente destruidora de sonhos
Sem choro, sem lamento, com sentimento
Seca os rios das lágrimas perdidas
Deitadas ao mar de alegria no momento
Fúria avassaladora água alimentada
de esperanças renovadas em busca
de calor , voos noturnos em forma
de manifestações de amor,
Caminhos que trazem o fulgor da manhã
Noites de esferas perdidas, adormecidas
Campos de ilusões sem imaginação, sem mistérios
Em busca da liberdade que fica prisioneira na mente!
Não faço da rede social meu diário, pois minha escrita fica impressa na vida, onde aprendo e caminho com avidez atrás do conhecimento.
Por onde anda minha fonte de
inspiração ?
Meus versos somem, perdendo o
equilíbrio.
Minha emoção se dilui virando pó.
A clareza da minha alma se
dissipa.
Nada resta, nada é mais festa.
Para mim, este ano de 2013 foi o mais intenso da minha vida onde tive muitos contratempos e duvidas só que nada acontece por acaso...
Depois de meses de atribulações eu estou colhendo excelentes frutos....
... A vida é assim, há tempo para todas coisas, basta você entender e agir no momento certo.
Onde foi que deixei minha vida,
Nas esquinas dobradas sem rumo,
Muito longe no tempo esquecida
Só as lembranças na alma avolumo.
Nas profundezas de meu ser central onde existe um vórtice pulsando, encontrei a minha dor.
Bem mediana ao meu corpo, na vertical e por um horizonte que parece não ter fim.
Profunda e ardente.....persistente sempre que tento expulsá-la.
Desconhecida e me despertando o medo paralelo à grandiosidade que está por aparecer.
Desafiando-me para te acolher e deixar ficar...o tempo que precisar
Trazendo
ao nascimento de meu EU irradiante.
Navegando nas águas violetas do meu coração..
não é necessário ter ação...
pare, pare...
fique aqui comigo mesma
respire a dor e seja nela a força primordial
que transmutará em uma guerreira angelical.
Prólogo
Que faço eu da minha vida
Onde tudo agora
É nada sem você...
Quem dera eu fosse o autor
E o personagem do roteiro
De sua história de amor...
Mas minha história é a metade
Do meu conto esperando um final
Que só você pode escrever.
Pra ti narrei o meu prólogo
Em cartas perfumadas de amor...
Quem sabe seja agora o seu escrito
Completar a nossa história de “amor”.
Edney Valentim Araújo
1994...
Minha Sapateira conta
Minha sapateira fala
Por onde andei
Dos caminhos que percorri
Das estradas que caminhei
Minha sapateira lembra
Dos apertos que eu passei
Das bolhas que me machuquei
Dos momentos inesquecíveis que vivenciei
Minha sapateira guarda
Sapatos velhos e novos
Momentos e recordações
Passado e presente
E talvez possibilidade de futuro.
Minha sapateira fala, lembra, guarda e conta
Da vida que os pés transportaram
Dos pés que transportaram a vida, até aqui.
A esperar
...enquanto sopra o vento, passatempo. E a minha espera parece sem fim. Onde e quando, brincam de esconde-esconde. Enquanto você distante de mim. Quando o vento parar de soprar e tempo por um instante parar certamente ao meu lado estarás.
Pelotas, o céu da minha infância! Lá onde as noites eram frias, e o mexerico corria solta na varanda, à luz do luar, entre tios, comadres, depois do jantar.
Hoje, a tela do computador é a nossa varanda. Mas, aqui, não há a luz da lua... Maeve Phaira, Outono em Copacabana.
Você na minha cidade
O Rio fica mais bonito
Porque sempre onde você estiver
O lugar se torna o paraíso
Eu me pergunto onde foi que eu errei no decorrer da minha vida, a ponto de me tornar uma pessoa que não faz falta pra ninguém. Sou um cara legal, mas que não faz falta. O que eu fiz de errado pra não ter o que a maioria das pessoas tem? Ou será que eu tenho e não enchergo?
Até onde vai a minha fé???
Onde entendo que ele é pai misericórdioso
Onde sei que trabalha para o meu bem.
Onde entendo , vejo, e sinto seu amor.
Onde dedico o meu amor, a minha credibilidade, e abro as mãos com leveza, com fé.
Vai , onde tento ser melhor, mais humilde
Onde tento levar o evangelho nas maos, transformando "caso" , receba o mal, em bem.
Onde eu o agradeço a cada dia
Fazendo o bem, levando o bem.
Louvando com o coração, reverenciando com a alma, aplaudindo aquele que é meu pai, meu salvador, e que amo demais..🙇♀️🙇♀️🙇♀️🙇♀️🙇♀️🙇♀️🙇♀️🙇♀️🙇♀️🙇♀️🙇♀️🙇♀️Simone vercosa
Tive na minha vida essas viagens que nunca acabavam nem começavam, de e para lugar nenhum, e onde eu passava a maior parte do tempo sem fazer nada, andando nas ruas, sentada em cadeiras pré-moldadas, deitada em colchas de hotéis baratos, olhando o negro das janelas de metrôs, o branco das janelas dos aviões, falando frases que não eram minhas. Desse período, tão longo, ficaram uns poucos dias. Uns porque nunca acabaram, outros porque nunca existiram, o anterior se debruçando sobre o novo que não conseguiu se instalar.
andeja
minha poesia é onde vou
um aconchego, um amor
aí eu finjo que ali estou
uns devaneios ao dispor
então rumo pra outro voo
minha poesia é sertaneja
come perna de cachorro
sem parada, assim seja!
vai, sobe e desce morro
e outro acaso nem planeja
andeja!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2019, 16 de outubro
Cerrado goiano
