Meu Caminho So
Embora digam que perfeição não existe, é no caminho da imperfeição das minhas falhas que eu sigo ao encontro dela.
Na dúvida sobre qual caminho seguir, siga o sinalizado pelas batidas do coração, ele sempre leva ao lugar certo.
Não se preocupe com os obstáculos no caminho e sim com as armadilhas; obstáculos são visíveis e rompidos, armadilhas são camufladas e sem saída.
Se você acordou acreditando que o dia vai ser lindo, já é meio caminho andado pra que seja. Então, vista-se de fé, coloque o seu melhor sorriso e brilhe.
Quem me vê hoje sorrindo...nem imagina os tsunamis que enfrentei pelo caminho... mesmo devastada eu não desisti!!!estou de pé, firme, forte e vou vencer...
A normalidade é um caminho pavimentado: é confortável para andar, mas não nascem flores.
Tenha sempre sementes de flor no bolso para plantá-las ao longo do caminho, já tem gente demais semeando espinhos e espalhando dor por onde passa.
O caminho da sabedoria tem início no ponto onde você começa a admitir e reconhecer os próprios erros.
Eu, Évora e a Solidão -
É noite … Évora faz silêncio.
Caminho-a na penumbra,
meio triste, meio esquecido …
Sozinho, em direcção, não sei de quê – vou!
E vou em vão! Ou não! Talvez vá, bem sei …
Mas indo irei eu a parte alguma?!
Não sei! A parte incerta irei, por certo!
Mas irei … irei … Que os meus cansaços
não me turvam, nem me toldam,
nem dominam! Irei! Irei!
Caminhando pela umbra … vou além …
onde não cheguei ou alguém foi.
A avenida, o Hospital, carros a passar,
um caminho sinuoso por passeio,
árvores sem copa, folhas, tantas folhas -
secas - pelo chão … que piso!
Triste quadro. Minha vida. Pobre vida.
Eu, tão grande, “doente”, a pé, só,
por caminhos, tristes, sem tectos,
caminhando sobre folhas, secas,
esperanças fugidias … sou eu! Sou eu!
Um ser obsoleto! Alguém que sobra!
E é noite, cerrada – madrugada, infeliz.
Só eu e nada, Évora e a minha solidão.
Eu, meu coração, Évora e este “chão”...
E piso a noite, passo,
num passar que pisa a solidão.
E piso a vida, vou,
num ir que parece ser em vão!
Mas vou … E nunca, nunca aprendi a existir!
Esta dor de fora fáz-me exacto por dentro! Só ela!
E isso que vos importa?! Nada! Digam-no!
Das mãos de Deus o aceito, de vós o aceitarei,
sem reservas ou lamentos,
que tudo tem seu jeito! Terá?!
Quem sabe?! Tenho que ir …
se o quero saber, terei que ir …
deixando p'lo caminho os “corpos” de toda gente.
E dói-me o meu destino …
Não posso esperar por ninguém!
Pois não posso estar morto quando a morte vier!
Quero que ela mate em mim um vivo!
Por isso, vou, e deixo os “mortos” no caminho.
Os meus mortos!
Que estando vivos, são mortos! Mortos!
Meu caminho é por mim, é em mim,
por mim fora, de mim a mim …
E quem quererá ouvir ou entender
este espírito de coragem?!
Quem?! Onde?! … Se eu próprio o não entendo!
Se eu mesmo o não desvendo e desprezo!
E vou … indo … em frente …
Sequer olho para traz, que a saudade,
rói meu pensamento,
transformando coragem de ir, só,
em medo, ausência e lamento!
Não serei a estátua de sal das escrituras …
E não olho … não olho … e vou … e irei … sempre …
Em frente! Só! Em frente!
O caminho para chegar a uma posição tão cobiçada nunca é linear, e a jornada de cada um até o topo da montanha estabelece obstáculos diferentes.
Em minha pele trago gravada om tinta uma gérbera, ápice de um caminho de doação e devoção.
Ao vislumbrar o castanho dos teus olhos, por um momento me vi refletido em glauco mar antigo.
O carmim de tua boca, a alva pele, o aroma de tua ternura e doçura que exalas me fazem crê que sois a musa em pessoa.
Deixa-me ser o vosso faroleiro, dê-me a liberdade para estar onde precisar de mim, contudo, seja o meu porto seguro, o lar para onde almejo retornar.
Um louco, um poeta, um mago, um devotado amante, cativo de vossos olhos tão gentis e enigmáticos, perigo mar onde desejo mergulhar sem pudor ou reservas.
Casthoro´C
Mas um dia eu nesse escuro, querendo encontrar a escuridão nesse caminho vazio e sem explicação…
— que aos poucos vai acabando com o meu coração.
ㅤ
Quando mais eu andava no escuro mais a minha alma falava ser tudo em vão!
As vozes da minha cabeça avisando…
“Acreditar nessa escuridão, era o próximo passo para o caixão.”
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— será tudo apenas uma ilusão ou um caminho para chegar no coração?
ㅤ
Escuridão essa que em todo o lugar que vou, está querendo-me amar ou matar-me, se nesse amor for o sentido de morrer qual seria o sentido de amar?
— Então é nisso que fico-me perguntando será medo de amar ou medo de amar e sair machucado?
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(Carta de amor, para minha escuridão).
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