Mensagens de uma Querida Mae de Luto
Já parou para pensar na importância da língua portuguesa na sua vida?
Parece uma pergunta simples, mas tem a sua complexidade. Seu uso é tão habitual que, às vezes, não nos damos conta da dependência que estabelecemos com a nossa língua materna. As palavras nos movem o tempo inteiro e estamos sempre nos revelando, seja por meio da linguagem verbal ou não verbal.
O mais curioso é que, ao mesmo tempo que a língua portuguesa nos é tão íntima, ela também nos é desconhecida. Um paradoxo que a torna muito especial. Não tem como se desvincular dela. Somos exigidos a estudar para esclarecermos dúvidas que surgem a todo momento.
Quem estuda a língua portuguesa sabe que é uma tarefa incessante e apaixonante. Já dizia Olavo Bilac: “Amo-te assim, desconhecida e obscura. Amo-te, ó rude e doloroso idioma.”
O que é tão incrível neste meio ambiente é que você está em uma floresta tridimensional em que pode pular de cima e ir para onde quiser. Basicamente, está voando.
O que ela me ensinou foi sentir que você é parte desse lugar, não uma visita. É uma grande diferença.
Tudo guardamos, uma sinestesia de páginas em branco surge, nevoeiro mental se forma, só aí vemos o colorido da senda.
Ao dar uma opinião, saiba que estarei disposta a escuta-la ; também darei a minha, mas não estarei disposta a repetir a sua apenas para agradar-lhe.
É uma triste verdade: os homens normalmente ganham prêmios maiores, atraem públicos maiores e conseguem contratos melhores de patrocínio, e, em troca, todo mundo quer trabalhar com eles.
Se de todas as formas disponíveis para ensinar você só puder escolher uma, opte pela mais eficaz: o exemplo.
Lembre-se: somos espelho.
Se você for uma pessoa com caráter de Cristo, seus adversários terão que mentir para tentar manchar sua história.
Esperar é necessário para uma verdadeira casa. Tornando-a nossa, arrumando-a, fixando-a e a nós nas estações, nos meses e nos anos.
Morri sem ter sido morta
Estive no fundo, na escuridão
Tentei sair por uma porta
Mas parecia não haver chão
Nadei num mar de desgosto
A angustia levou a razão
Parecia que era fogo posto
O que eu tinha no coração
Há noite nem sono havia
Era só tristeza e desilusão
Se amor ainda existia
Virou apenas frustração
Uma rosa sem as pétalas
Abraçada por um espinho
Não sei se veio delas
O ódio daquele botãozinho
Tentei acabar com tudo
mas pensei em quem me ama
Por quem eu daria o mundo
Que me embalou na sua cama
Há quem diga que é depressão
Alguns dizem que isso muda
Eu acho que é como uma canção
Reproduzida por uma pessoa surda
cada esforço, cada dedicação tem um objetivo. Que é levar uma equipe a alcançar seus maiores êxitos. A recompensa de uma liderança próspera acontece, quando damos créditos os nossos liderados.
Eder Neves Pereira
Uma tarde dessas.
A tarde chega sorrateira, o sol vai lentamente atrás do horizonte com seus montes e planícies. A sombra seguida da noite molhada de orvalho. O baralho na prateleira estremecida pelo balançar da cadeira de balanço impulsionada por alguém num vai e vem escutando o trem que vai adentrando os campos se escondendo atrás dos montes . Passa ponte apitando. O comboio segue que persegue os trilhos. Grilos na vegetação se calam com o estremecer da máquina que vai engolindo o vento soprando fumaça pela carcaça.
O objeto comestível e seu sabor, só haverá reconhecimento e uma finalidade substancial para o organismo humano.
Hoje descobri que o tempo que antes era rápido ao seu lado se tornou uma eternidade no seu silêncio
Fica
.
Uma parte de mim é saudade,
Outra parte, solidão...
Mas do teu amor,
Não abro mão.
.
Fica um pouco mais,
Fica no meu coração...
E se a saudade atrevida
Trouxer de novo a solidão
Saberá que é só teu meu coração.
.
Deixa que me fique o teu perfume
E a fragrância desse amor,
E se distante no teu corpo
Não me esfrie o teu calor.
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Não é só se vive uma vez.
Morre-se e Vive-se muitas vezes.
Morremos quando desistimos, vivemos quando acreditamos.
Navegar é preciso.
Navegar é viver.
É uma obsessão",
A luz que entra
Pela trincha da janela
Faz-me acordar
Meu corpo inerte,
A outra de mim
Está a se refestelar.
Contigo aos doces beijos
Na vida dos sonhos.
A distância dos meus passos
À janela faço-a
Acordar, por-se a pé também.
Espreito-a atentamente,
Sempre a sorrir,
Contas anedotas?
Fazes cócegas
Serpenteia-se toda,
Como uma lagartixa
Se aquecendo ao sol.
Muitas vezes, gargalhei-a
Apetece-me ser ela.
Ter alguém por quem sonhar
E feliz a todo tempo,
A toda hora.
Sem medos?
Sem angústias?
Sem limites?
Eu aqui seca, triste, sem cor.
O dia segue silencioso.
compartilha comigo
As verdades que criou,
Verdadeiramente imaginadas,
Mas por ser tão tola, aluada,
Acredita como reais.
Não me atrevo
A impingir minha realidade,
Sou triste, ela é contente.
E assim vamos as duas
Juntas, como irmãs siameses
Floresta adentro
Respirar a natureza.
Sentir o que tem de melhor
O existir por si só.
Sem erros.....
Assim como a arte de viver a escalada em uma montanha requer e exige esforço e tempo . Mas a descida , é igual a morte , ela é sempre rápida.
Sem a consciência e a valorização de quem realmente somos, inevitavelmente teremos uma forte tendência a externar as nossas dores mais latentes.
