Mensagens de Morte
NÃO VEJO A MORTE COMO UM ESTAGIO FINAL, MAS SIM, COMO UMA FASE TRANSITÓRIA PARA ALGO CONTINUO E ETERNO, O QUAL NÃO SABEMOS SE É BOM OU RUIM, ISSO DEPENDERÁ DAS NOSSAS OBRAS AINDA EM VIDA!
a morte me tocou minha alma e meu destino,
num beijo profundo adormeci em teus braços,
apaixonei me teu olhos entrei a paz eterna,
mas meu espirito não descansara...
enquanto a justiça não for feita..
meu olhos queimam,
quero arrancar minha pele,
pois minha vida foi levada roubada de mim,
o sentimento não mudou ainda te amo...
e um dia minha alma descansará,
então nosso amor será eterno.
por celso roberto nadilo
olho para face da morte e vejo teus olhos
sinto teu passado no meu coração,
seus sentimento mudaram,
olhe no fundo da minha alma
veja ainda te amo,
esse amor será para todo sempre,
se tu queres que morra amando a ti
amarei para sempre,
sinta meu coração ele morreu,
no dia que me deixou,
mais ainda te amo do mesmo jeito
para sempre vou te amar,
meu coração ainda tenta sobreviver
na angustia de amar você para sempre.
por celso roberto nadilo
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Quando chegar a morte quero estar preparado, e à sua espera. Pois não quero ser pego de surpresas nos corredores da vida.
A lida é um sem fim.
Um brota e desbrota.
Um faz e desfaz
que nem mesmo a morte leva.
Um trabalho de Sísifo.
Um cansaço desesperado
feito de sombras e sobras...
- Titulo: Fumante
Inicia nas mãos seu amor ao fogo
na boca a imagem da morte
fenecem-lhe o dia-a-dia as vivas forças
Na temporalidade, internas piramides
tornam-se negras cavernas
a sufocar-lhe plena vivencia
Pulsa o relógio
em fumegantes espirais
e, subitamente na tarde,
o tique-taque para.
"Depois dos 50, o homem passa a viver com a morte". É um processo pelo qual todo ser humano passará, o momento em que você pela primeira vez vislumbra a velhice. Depois dos 50, a noção de finitude é clara para a gente. De repente você percebe que as coisas têm fim, que seus objetivos têm que ser preenchidos"
Ninguém é tão grato pela morte senão pela vida. Temos que priorizar amar a vida enquanto vivemos e secundárizar a morte enquanto mortos. Lastimemos pelo os que amam a morte enquanto vivos e a vida enquanto mortos.
A vida é uma bagagem Que largar não queremos mais.
Morte: compulsiva viagem
Cobertarta de silêncios e tristes ais.
Morte
A morte é um acontecimento muito doloroso mas todos nós teremos que passar por isso algum dia,seja da forma que for
A morte é inaceitável,ainda mais quando perdemos alguém que amamos pois quando amamos queremos que a pessoa seja eterna em nossas vidas,seja pai mãe,irmãos,tios,avós,namorados,amigos e até os animais!mas nos esquecemos que nem nós e nem as pessoas amadas vamos ser eternos,cada um tem o seu tempo de vida
A morte é inexplicável pois não sabemos como fica uma pessoa depois de morta ou melhor,não sabemos como fica a sua alma,isso é um mistério
A dor de perder alguém é muito grande é como se tirassem um pedaço do nosso coração e é uma dor que não tem dia certo para passar e por mais que passe ela sempre volta
A morte é assim,todo dia leva alguém com ela e leva também um pouco de quem ela ainda vai buscar!
Alguns temem o escuro, outros a morte, alguns temem a solidão, e outros, até entendo, temem a desilusão Mas eu, por minha vez, não tenho temor por coisas assim, tão mundanas e nem mesmo o castigo divino, meu temor é partir deste mundo sabendo que fui só mais um alguém em um lugar qualquer e ter consciência de que nunca fui ou fiz nada na vida de alguém, saber que eu tinha tudo para fazer a diferença e fiquei de braços cruzados. Meu maior medo é ter vivido apenas por viver e ter sido só mais um qualquer em qualquer lugar e um ninguém na vida de qualquer um.
Uma coisa horrível é saber que vai morrer e chegar tão perto da morte que é capaz de ver as pessoas se despedindo de você.
Sim a morte existe, ela está escondida dentro de você, ela espera você ficar sem alma, sem coisas boas, deixando ela fraca, então ela espera você fica triste, sem animo, até pode fazer você chorar, mais não desista... Mesmo depois de tudo que ela fazer, ela vai querer pegar sua alma, então mostre para ela que quem manda na sua alma é VOCÊ...
“As pessoas que amamos são as maiores perdas da vida. Se pudéssemos perder a morte, perderíamos e não nos importaria em perdê-la, pois teríamos a vida, com ela desfrutamos do carinho, da amizade, da companhia das pessoas que amamos. A morte é a maior tragédia que pode acontecer na vida do ser humano; o maior pesadelo; o maior vilão da história. Por isso digo: “Pra mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Filipenes 1:21. Nisto consiste o único benefício que a morte pode fazer para aqueles que estão em Cristo Jesus, pois quando ela vem, nos leva a descansar nos braços eternos de Deus”.
Fecho os olhos noturnos
Como quem procura a morte
E a minha solidão encontra-te por sorte
Não estou certo destas palavras
Mas estou firme no instante
Da palavra tua distante
Me roubando coisas amargas.
Não espere o pior, não queira perde a vida
a morte não tem volta e uma passagem só de ida
Va em busca de jesus entregue a ele sua vida
Só basta perceber que CRISTO e a saída
À volta de mim, o terror e a morte…
olhares de medo
fixos na imensidão do vácuo
interrogam-se mudos
inquietos…
dolorosamente pensam na razão
de tal sofrer
Mas não choram porque o pranto
se esgotou há muito
neste inquieto viver
Ah! Se eu soubesse ao menos rezar…
Rezava por ti
ó homem verme, tirano e sádico
que por prazer destróis;
Rezava por ti
ó governante ganancioso e brutal
que o mais fraco aniquilas;
Rezava por ti
ó deus, que já nem sei se existes,
pela geração que criaste
e abandonaste
In “Há o Silêncio em Volta” (poética de guerra), edições Vieira da Silva do poeta Alvaro Giesta
Entre os teus lábios
entreabertos
inchados pela morte
e gretados pelo calor que te calcinava
os ossos desfeitos
ainda antes de morreres,
passeava-se uma mosca varejeira
ufana de sua propriedade encontrada
No ar
adivinhava-se o som das palavras
que não chegaste a proferir…
Talvez uma oração…
ou uma prece ao teu deus de ti tão distraído
a quem imploraste a ajuda sem te socorrer
Ou à mulher distante
de quem não chegaste a conhecer
o filho que lhe deixaste no ventre
In “Há o Silêncio em Volta” (poética de guerra), edições Vieira da Silva do poeta Alvaro Giesta
Zelai-me oh morte.....zelai por mim....
Alivia a minha dor....
Amigo amado de cajado na mão ....
Abençoa-me em cada etapa...
Da minha caminhada......
Oh morte quanto te sinto até me dás medo....
À beira da praia está o mar sereno. ....
Nem ondas......nem uma aragem...
Onde o receio belisca-me e o contratempo revolta-me...
Tentação diabólica..... reboliço da mente......
Agruras do ego......causas alheias....
Invertendo o sentido.....a condição da morte.....
Foice afiada de uma ladeira......talvez uma descida.....
Do sossego.... ainda cedo.....oh morte......
vai-te maldita....vil......cruel.....desprezível.....
Deixa-me ...não tornes a vir para atormentar-me......
Velai-me oh morte.....zelai por mim....alivia-me a dor....!!!
eis a morte
ela eu aceito
nâo é injusta
é a mais castigada de todas as leis
feitas pela mãe, natureza
o que eu em singela fala não compreendo
é apreciarmos o mesmo céu,
usufruirmos da mesma água,
estarmos presos na mesma esfera
e termos que nos separar
por conta de consciências passadas
todos estamos presos.
então porque não nos algemamos?
e não seremos aprisionados em outra condição:
pior que o ciclo, a solidão.
vamos nos aprisionar na nossa prisão
porque viver sozinho
é viver em vão.
