Mensagem sobre Autonomia
A construção de um adulto bem sucedido, maduro e feliz está na autonomia e voz que você dá à criança na infância. O rótulo de bonzinho faz ela crescer imatura, dependente emocional e muitas vezes financeiro de terceiros, serviçal.
A origem da nossa Independência teve a nobreza do sangue vertido de inúmeros filhos desta terra, por isso, preservá-la não é apenas uma honra, mas, um imperativo cosmoestadual.
O dever de cada um dos angolanos face a Independência é preservar o sonho daqueles que tombaram para ver esta terra em paz e em glória.
Os angolanos preparam-se para celebrar o quadragésimo quinto aniversário da sua independência, sob a esperança de ver o País a mudar, clamam para que as pessoas tenham cada vez mais a preocupação de adquirir uma educação cívica sólida, capaz de ser usada para o amplo desenvolvimento da Nação.
Os jovens devem aprender a buscar a sua auto-satisfação com trabalho e autonomia; pois, enquanto dependerem dos financiamentos para se afirmarem como seres úteis para sociedade, viverão aprisionados aos bancos e/ou aos seus financiadores.
A independência nos libertou do jugo Colonial e, torno-nos, donos e senhores do nosso próprio destino, por isso, protejamos a nossa liberdade como se da nossa vida se tratasse, respeitando a data mais importante para esta Nação, não banalizando com manifestações, que acabam por desonrar a memória dos muitos dos que tombaram em nome desta terra.
O 11 de Novembro, marca o nascer de uma Nação livre e independente, por isso, os angolanos têm de viver este dia, com honra e glória e, escusar-se de sair à rua de forma desordeira para atentar contra um dos maiores ganhos que este País conseguiu em mais de quinhentos anos de colonização.
Celebramos a independência com espírito voltado ao desenvolvimento, choramos por ainda não concretizarmos os anseios de todos os angolanos, mas, nada se pode dar como perdido, enquanto vestirmos a capa do patriotismo e nos imbuirmos da força e do sentido de Estado, tudo será possível.
Somos os filhos do Ndongo, que na dura luta travada pela independência da nossa Angola, hoje clamamos pela estabilidade e manutenção deste grande ganho que é a nossa liberdade, por isso, honremos a memória dos nossos heróis tombados em nome desta pátria e de todos os angolanos.
A independência nacional não tem o rosto, nem o rótulo de um partido político; a independência é o tom mais alto e, que tem de ser harmônico entre todos os angolanos, porque é por meio dela, que ganhamos voz e vez, numa terra que era considerada de escravos.
A independência deu-nos um mapa para exercermos com liberdade os nossos direitos, mas, não nos deu o direito de desonrarmos a memória dos bravos e valorosos heróis desta terra, que tudo fizeram para termos um País livre de qualquer pressão interna ou externa.
O caminho para a consolidação da paz, da reconciliação nacional e da manutenção da nossa independência, torna-se cada vez mais irreversível; por isso, juntemos sinergias para que possamos levar a bom porto os programas de melhoria de vida das populações, sem usarmos a força ou a repressão.
A independência de Angola deve fazer vibrar o nosso coração, fazer emergir em cada um de nós o sentimento de bem-estar, a honra de ser livres e a vontade de querer tornar esta Pátria num lugar extraordinário para se viver.
Angola é hoje um País independente, livre das repressões coloniais e capaz de viver sobre direção dos seus filhos, portanto, para que possamos dirigir com firmeza este lindo País, cada um de nós, angolanos ou quem se identifique com esta Pátria, deve ser mentor do progresso e da prosperidade.
O valor da nossa independência não está apenas na celebração deste grande dia, está no desarmamento das mentes e dos corações de cada um dos angolanos, que sob a alegria de ser livre, não dá importância ao nome ou a cor partidária, mas, ao sentido patriótico de ser ANGOLANO.
Os passos dados pelos nossos mártires, para consolidação da nossa liberdade e independência nacional, representam a firmeza e coragem sublime do povo.
A autonomia de um Banco Central, representa uma melhor dinâmica no sector econômico e financeiro de um Estado, permitindo, amiúde, a desburocratização dos sistemas funcionais de complance.
A última obra de Paulo Freire, ainda publicada em vida foi “Pedagogia da Autonomia” onde ele apresenta propostas de práticas pedagógicas para a educação afim construir a autonomia dos educandos. Segundo Freire, ensinar é organizar o caminho para autonomia de quem aprende, fazendo um cidadão consciente de seus deveres e direitos.
Um cidadão deve ser consciente de seus deveres e direitos independente de estar motivado. Independente de qualquer coisa, o aluno de EaD deve ter autonomia e disciplina para a base de construção de conhecimento nesta modalidade de ensino.
