Menina Brava
O peso do amor não entregue
Era uma vez...
Uma vez, em um ano qualquer, nasceu uma menina cujo sonho era físico e distante — e o sonho do seu coração, quase impossível.
Seu coração desejava, quase que desesperadamente, ser amado por alguém de verdade, pois aquele coração tinha muito amor para dar, e ele não aguentava o peso de tanto sentimento.
Ele só queria distribuir.
Mas o cérebro da menina não permitia.
Precisava ser a pessoa certa — ou, pelo menos, alguém que não fosse superficial, como o tempo em que ela vivia.
E, pelo menos até hoje, ela não teve um "felizes para sempre". Ainda não.
E, sinceramente, não sei se terá.
Talvez, um "feliz para sempre"... sozinha.
A menina
Ela era muito pobre e toda sua vida morou na roça. Filha de agricultores tinha sempre o mínimo por ser humilde de posses. Na época do natal desde pequenina perguntara diversas vezes ao seu pai porque eles não compravam uma árvore de natal ainda que pequena, pois estava cansada de todo ano correr nos arredores do sítio e pegar o galho de qualquer árvore pra enrolar algodão naquele graveto seco e ainda apanhar pedrinhas e enrolar no papel de bala brilhosa pra transformar em bolinhas de natal reluzentes e pendurar no graveto em forma de arvore.
Anos atrás chegara tingir barbante e colar na parede em formato de arvore para evitar o trabalho de colher o velho graveto. Mas a menina insistia e perguntava "Mas, papai, não é tão caro uma árvore; compra nem que seja uma pequenininha". E aquele pai de ganhos poucos se viu no impulso de deixar de comprar algo pra comer e comprar a bela árvore.
E numa bela tarde de dezembro aquele pobre agricultor cansado depois de arear seu cavalo entra em casa com uma pequena caixa, chama a filhinha e diz meu amor eis aqui seu presente. Como que em transe aquela criança que perceberá logo de cara o que era saltando em gritos, arregalando os olhinhos em estado de euforia deixou rolar uma lágrima de alegria por ver que seu pai havia lhe comprado em fim a árvore de natal tão sonhada.
Mas e o resto das coisas? Perguntou a jovem mãe. O pai disse o dinheiro não deu, e quando eu vendi as coisas que levei da roça o que recebi foi suficiente pra comprar o presente de nina. Mas vamos deixar de comer por causa de uma arvore? E, o pai parou pensou e disse; quando vi aquela árvore e lembrei dos olhinhos de nina me pedindo aquele presente, sem entender o porque de não poder! Eu não resisti. E apliquei todo aquele dinheiro na árvore. Valeu a pena de ver sua alegria e seus olhos em quase que sem acreditar naquela árvore, só isso pagou e me deu felicidades. O resto, vamos nos virar, pois nada paga uma felicidade onde alguém ver que o impossível não existe se fazemos tudo e pelo Amor e alegria de algo que se quer mais que tudo.
Por isso quando queremos muito algo e esse algo nos arremete a outro algo que aparentemente parece impossível não medimos esforços em fazer esse alguém feliz. Porque felicidade não tem preço. E o bom é ser feliz.
Feliz felicidade, feliz Natal.
Ela é aquela menina que sonha com as estrelas, que acredita no poder dos sorrisos e que enxerga beleza até nos dias mais cinzentos.
Ela é feita de poesia e coragem, de delicadeza e força.
Seus olhos brilham como diamantes e sua voz ecoa como uma suave melodia.
Acorda menina!
A vida tá acontecendo lá fora.
Me conta depois..
Não consigo ver através do meu casulo.
"Se Deus o trata como a menina dos Seus olhos, por que você acha que merece menos das pessoas?"
(inspirado em Salmos 17:8, ACF)
LORENA
Ah! És a coisa mais linda,
Negra de pele clara.
Tem o coração puro esta menina.
De anjo tem até a alma.
Ela é o soneto da Cecília Meireles,
É meus versos que escrevi chorando.
Dentre todas as mulheres;
Ela, continuarei amando.
Lorena é meu poema que nunca hei de acabar,
Minha bela e cheirosa flor,
Que hei sempre beijar.
Só sei que encontrei o amor,
E é o retrato de um anjo.
Que voa comigo pra onde for.
Meu mundo As vezes menina as vezes mulher as vezes chorando as vezes sorrindo Meu mundo as vezes rosa mas sempre procurando o azul Meu mundo... o lugar onde eu sou eu onde tenho o direito expressar da minha maneira. Meu mundo meus poemas e versinhos minhas canções e pensamentos do coraçãozinho da menina q tem medo de deixar de ser oq é q vive lutando entre a razão eo coração. Esse é meu mundo cuidado pra ñ ficar como ele é contagioso!
Meu mundo
As vezes menina
as vezes mulher
as vezes chorando
as vezes sorrindo
Meu mundo
as vezes rosa
mas sempre procurando
o azul
Meu mundo...
o lugar onde eu sou eu
onde tenho o direito
expressar da minha maneira.
Meu mundo
meus poemas e versinhos
minhas canções
e pensamentos
do coraçãozinho
da menina q tem medo
de deixar de ser oq é
q vive lutando
entre a razão eo coração.
Esse é meu mundo
cuidado pra ñ ficar como
ele é contagioso!
Sou uma menina que também é mulher,engraçada e séria...sou uma caixinha de surpresas,que tem segredos,anseios e sonhos e quem tem um Deus que ama mais que tudo e que me faz seguir em frente quando a tempestade aumenta,que me faz sorrir quando quero chorar, e que quando choro me acalenta e colhe minhas lagrimas. Sei que tudo tem um propósito,confio no meu Deus que é Pai e me cuida com carinho. Me trata como uma princesinha e vê meu lado criança,mas saber que me deu capacidade e que sou e ainda serei uma mulher de Deus que fará valer apena a morte de Jesus Cristo na cruz.
A maior prova de amor que alguém pode fazer para Cristo é falar dEle,pregar seu evangelho ( João 21:15-22 ) o falarei,pois amo,adoro e louvo ao meu Deus!
Sei que não correspondo aos conceitos de algumas pessoas,não me prendo a usos e costumes,contudo medito na palavra e a guardo em meu coração,pois é o maior tesouro que Deus nos deixou...Sou quem sou e ao mesmo tempo não sou nada,porque Cristo vive em mim e resplandece na minha vida,é por isso que o sorriso permanecer e o brilho não apaga,já não vivo eu,Jesus vive em mim e me torna assim...as vezes menina,as vezes mulher,todavia sempre amando e amando!
Trópicos de Sangue
O sol se punha atrás das montanhas,
quando os olhos da menina lacrimejavam
sentimentos borrados de manchas pretas misturadas
à púrpura e a angústia do drama do ente dilacerado
no asfalto quente do caos.
Mais um dia nós trópicos. Mais uma “vida ao mar” de sangue!
Mais um tempo de luto nos “brasis” da impunidade!
Por essas terras até a libélula se comove sobre o fio
das vestes ensopadas ao liquido vermelho do terror!
Enquanto isso larvas e bactérias aguardam ansiosamente
por mais um cadáver no “Jardim da Saudade”.
Bala perdida, ainda ilude, é álibi que testifica a violência!
Legítima a morte! Lá se foi mais uma vida sem sorte!
Para o IML. Para o além...
“Meus Deus!” “Meu Deus!”
Onde estais que não intercede com tuas mãos
nessa guerra de zumbis?
Por que não cura essas feras perdidas,
que tanto fazem da vivência uma selva voraz?
Vivem como máquinas: vazios de sentimentos,
mas sempre em busca de aparências, de poder!
Até quando, Senhor, permitirá essa barbárie?
Até quando? Até quando seremos apenas
números de pesquisas? Até quando? Responde-me, Senhor!
Até quando? Como o “Poeta dos Escravos”,
“eu delírio ou” será “verdade” perante a conivência
dos que ainda vivem nessas terras? O que me diz, Senhor?
Pois o líquido que jorra aqui também prolifera no Oiapoque,
banha o Chuí, irriga o Serrado, molha o Sertão, se esconde
na parcialidade da justiça do patrão ou de quem
tem mais títulos nas mãos.
Os gemidos, Senhor, os gemidos que se ouve
no meu lugar, ecoam tristemente de Leste a Oeste, de Norte a Sul
desse imenso Campo de Batalha!
“Senhor meu Deus!” “Senhor meu Deus!”... Tende piedade de nós!
Tu sabes que não é nossa essa guerra!
Acaba, Senhor, por meio da tua luz toda essa escuridão!
Apaga desse país toda essa violência! Toda forma de corrupção!
Não deixe a diversidade das cores serem coberta
pelo sangue de inocentes!
Antes que o sol se esconda mais uma vez desse
povo alegre e descivilizado, sobrevivendo nos limites do medo
dessa pobre/rica e sangrenta nação!
Não nos vire as costas, Senhor!
Há um tempo de morte, de escravidão!
Não nos abandone diante de tantas injustiças!
“Ó Senhor Deus” dos ensanguentados!
Do livro, O Rio e a Criança.
De Rama Amaral.
RAÍZ DO VENTO
Sou a raiz do ventooo!
Falou a menina
Face aberta, olhos em riso
Braços desabrochados acolhendo a vida
Enquanto corria-brincava
No chão do sertão.
Expulsa para dentro deste mundo, este mundo coisinha de nada esta hora que miserá o que? Menina? Sim Minininha, dentro deste, expulsa para dentro desde nesta hora que será o buraco chamado, chamado não importa a paz ignoraste o desconhecido, ele desapareceu ninguém sabe ninguém viu, mal abotoou as calças como era muito bem quase no mesmo momento, assim nada de amor, nem mesmo aquele amor que normalmente se sente pela criança indefesa do lar, não, é um amor doentio e portanto uma historia banal, uma vida comum, até aquela manha ela ja então septuagenária numa campina um dia em que ela passeava pela campina a procura de algumas flores, algumas flores sim para fazer uma coroa, andava alguns passos e então parava olhava perdido pro vazio e de novo parava olha pro vazio perdido assim e ia deixando-se ir, quando de repente pouco a pouco tudo se desfez, toda aquela luz matinal, inicio da primavera, e ela deu com sigo e oque? quem? onde?
Menina das estrelas ...
Em seus olhos o brilho das esferas de luz..
Que versos escreveria o poeta senão encanto, adoração e deslumbre...
Que se derramem miríades de estrelas, astros e orbes cósmicos
Mundos de amor, seres elementais e fadas de luz
E em rima digna de canções e contos medievais
Qual paixões e histórias de capa e espada se fundem em adoração a ti..
Musa do poeta da madrugada...
Esse mísero mortal a quem tocaste a alma e coração com sua luz e mistério...
Reverencia e lhe adora Bella fada ..
Pois embriagado de paixão encanto encontra-se meu coração..
Lisonjeado e possuído da inspiração dos poetas e trovadores lhe dirijo meus versos...
Aceita pois filha de Urano
Como presente de meu coração estas humilde linhas
Prova de sublime estima e afeto..
Verás então como sorri esse coração que verte em versos e êxtase a inspiração que cintila como estrelas em teu olhar...
Versos para menina das estrelas
Jeran Del'Luna - Gypsy Heart
Mulher dos meus sonhos mais sublimes...
menina de encanto e ternura sem fim...
a ti meu coração recita versos e declama poesias...
cancões danças e sorrisos fazem parte de tudo que sonho viver contigo...
Senhora de um coração que se aperta procurando o pedaço que partiu num beijo de boa noite que desejei que nunca tivesse fim...
Versos para Ela
Jeran Del'Luna - Gypsy Heart
